20/07/2013

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HOJE NO

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Conselho Superior do 
Ministério Público afastado da 
escolha de representante da Eurojust

Ministério da Justiça lançou projecto de lei que limita poderes do órgão disciplinar. CSMP terá apenas de verificar requisitos

O Conselho Superior do Ministério Público (CSMP) está prestes a perder poderes na escolha do representante nacional da Eurojust (Unidade Europeia de Cooperação Judiciária), órgão da União Europeia que visa a cooperação em matéria penal entre as autoridades nacionais no espaço da União Europeia. O Ministério da Justiça apresentou este mês aos parceiros um anteprojecto para alterar a lei que reforça os poderes do governo na designação do representante português, reduzindo o conselho a um papel formal de verificação de requisitos do magistrado nomeado.


Enquanto a lei actual determina que o membro nacional da Eurojust é nomeado por despacho conjunto dos ministros dos Negócios Estrangeiros e da Justiça, sob proposta do procurador-geral da República (PGR) e "ouvido o Conselho Superior do Ministério Público", o projecto de proposta de lei exclui do processo o órgão de nomeação e disciplina dos procuradores do Ministério Público (MP). A proposta prevê apenas que aquele cargo seja exercido por um magistrado do MP, na mesma nomeado por despacho conjunto das duas tutelas, e "de entre três magistrados propostos pelo PGR". Ao CSMP competirá "exclusivamente a verificação dos pressupostos e impedimentos legais ao exercício do cargo".

A apresentação de três nomes para o cargo é outra novidade. Ao que o i averiguou, o anteprojecto do ministério surgiu depois de uma divergência entre o ministério e o CSMP na escolha do substituto do actual representante português da Eurojust, João Miguel. Como a directiva comunitária foi alterada e se estabeleceu que o mandato dos representantes dos estados-membros seria de quatro anos, o conselho propôs a recondução daquele procurador-geral adjunto por mais um ano (completando assim os quatro anos). Mas, segundo informações recolhidas pelo i, a ministra Paula Teixeira da Cruz queria que, além daquele, outros nomes fossem sugeridos. A procuradora-geral da República (PGR) terá feito outras propostas informalmente, mas o CSMP terá mantido a mesma posição, lembrando que a lei actual não refere a exigência de três nomes. Logo de seguida, surgiu o anteprojecto de alteração da lei.

O órgão de nomeação e disciplina dos magistrados do MP ainda não emitiu parecer mas, ao que o i apurou, alguns membros já se manifestaram contra a proposta, nomeadamente quanto às novas competências do conselho na nomeação do representante português do órgão criado em 2002 para combater a criminalidade grave transnacional.

Autonomia  
Já o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP), no parecer reencaminhado para o ministério, não poupa críticas ao novo papel reservado para o órgão que assegura a "autonomia" do MP: "Embora na aparência mantenha tudo na mesma, a proposta vem propor a exclusão do CSMP desse processo de indigitação prévio à nomeação do membro nacional da Eurojust e dos adjuntos e assistentes ou pelo menos pretende reduzi-lo a uma intervenção formal; o que não está de acordo com a sua importância institucional, pois o CSMP é, no quadro constitucional em que se insere o MP, um órgão independente (...) de qualquer tutela do poder executivo ou legislativo e por isso mesmo o garante da autonomia do Ministério Público".

Lembrando que a Eurojust está "fundada em princípios que caracterizam uma magistratura" no modo de "organização", no "estatuto" dos seus membros e no seu funcionamento - "autónomo de órgãos executivos ou políticos" -, e que a nova lei comunitária reforça os poderes daquele órgão da União Europeia, o sindicato reivindica dever ser garantida "a sua autonomia". E que essa só ficará garantida através da intervenção do CSMP.

O sindicato representado por Rui Cardoso teme que as alterações reduzam o papel do Conselho Superior do MP a "um papel decorativo", na medida em que a sua intervenção passa a ter um carácter meramente formal: não só fica excluído de funções consultivas, e não só fica somente com a tarefa de verificar dois requisitos (o tempo de serviço e os impedimentos legais ao exercício do cargo) como o membro nacional escolhido deixa de estar em situação de comissão de serviço, comissões estas que dependem da autorização do órgão disciplinar." Recordando que a proposta coloca nas mãos do PGR - indicado para o cargo pelo governo - um papel quase exclusivo na escolha do elemento que irá representar Portugal na Eurojust, o parecer reclama que o estatuto dos membros da unidade europeia "deverá ser independente de qualquer influência político-governativa" e que o MP deve fazer "prevalecer a defesa do Direito e não a razão de Estado".

"O Procurador-Geral da República, no que se refere à nomeação do membro nacional, invade os poderes gestionários do Conselho Superior do Ministério Público, que se traduzem nos poderes de nomeação, colocação, transferência, promoção e exoneração dos respectivos magistrados", acusa o parecer, frisando que o processo de nomeação proposto "viola flagrantemente essa exclusividade, que sempre se traduziu num princípio" de que "quem dirige não nomeia, não classifica, não sanciona".

* Paula Treixeira da Cruz gosta de mandar, criou este imbróglio com o intuito de dividir para reinar!

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 EXTRAORDINÁRIA 
FUMADORA





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HOJE NO
"A BOLA"

Luis Enrique é o eleito 
para substituir Tito Vilanova

A Direção do Barcelona, presidida por Sandro Rosell, já escolheu o treinador que irá substituir Tito Vilanova, que ontem abandonou o clube devido a problemas de saúde ( tumor na glândula parótida).
De acordo com a TV3, o eleito é Luis Enrique, antigo jogador e treinador da equipa B dos culés.

Salienta a mesma fonte que os blaugrana vão pagar três milhões de euros ao Celta de Vigo, valor da cláusula de rescisão do técnico. A estadia do Luis Enrique em Vigo deverá durar pouco mais de um mês...

O antigo treinador da Roma parece ter batido a concorrência de Michael Laudrup (Swansea), Ronald Koeman (Feyenoord), Ernesto Valverde (Athletic), André Villas Boas (Tottenham), Gerardo Martino (Newell´s Old Boys) e Marcelo Bielsa (sem clube). 

* Só se pode desejar excelente recuperação.

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MECANISMOS




MOTOR RADIAL DE AERONAVES



REGULAÇÃO DE MOVIMENTO OVALÓIDE






  MÁQUINAS DE COSTURA




MOVIMENTO CRUZ DE MALTA
USADO EM RELÓJOARIA






 CAIXA DE VELOCIDADES




 RÓTULA DE VELOCIDADE CONSTANTE




 MUNICIAMENTO DE ARMA PESADA



 MOTOR ROTATIVO





 MOTOR DE CILINDROS EM LINHA








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ANTEONTEM NO
 " PÚBLICO"

DGS não aprova pedidos de tratamento experimental para cancro na Alemanha

Eficácia das vacinas publicitadas em reportagens na TVI está por provar. Ordem dos Médicos fala em publicidade “despudorada”.

A Direcção-Geral da Saúde (DGS) avisou nesta quinta-feira que não lhe devem ser apresentados pedidos de aprovação de tratamentos para o cancro no estrangeiro, nomeadamente com as chamadas "vacinas de células dendríticas", que têm sido divulgados por uma estação de televisão nas últimas semanas e já motivaram o repúdio da Ordem dos Médicos (OM).


“Este tratamento tem ainda uma natureza completamente experimental, encontrando-se, actualmente, a decorrer ensaios clínicos para definir a sua eficácia e os seus efeitos secundários”, justificou a DGS, numa orientação assinada pelo director-geral, Francisco George.
A controvérsia começou depois de a estação de televisão TVI 24 ter apresentado, há cerca de três semanas, um primeiro programa sobre este tipo de tratamento oncológico que tem sido efectuado em algumas clínicas na Alemanha. Trata-se de “despudorada publicidade” a um tratamento experimental para o cancro realizado na Alemanha, mas ainda não reconhecido por sociedades oncológicas ou pela Agência Europeia do Medicamento, considerou, há uma semana, a presidente do Colégio de Oncologia da OM, Helena Gervásio, em carta publicada no site da instituição. A médica lamentou então “a leviandade” do programa”, que “condicionou e iludiu alguns doentes oncológicos”.
“Os pacientes manifestam o desejo de se submeterem a esta terapia que os oncologistas portugueses não reconhecem e, por isso, não podem validar”, sublinhou.

Mas a TVI 24 voltou à carga e realizou há dias outra reportagem sobre o tema, explicando aos doentes os passos a dar para poderem aceder a estes tratamentos na Alemanha.
Terá sido este último programa que motivou a orientação hoje divulgada pela DGS. “A informação que tem sido disponibilizada aos cidadãos por alguns órgãos de comunicação social tem alimentado esperanças, não baseadas em provas científicas, e atinge uma população particularmente vulnerável, nomeadamente doentes do foro oncológico em situação de mau prognóstico”, lamenta a DGS.
“Esta falta de informação rigorosa”, acrescenta, gera um “ambiente propício a que centros procurem comercializar este tipo de produtos terapêuticos, sem o escrutínio e o consenso da comunidade científica internacional”.

“São os médicos que, naturalmente, terão a responsabilidade de informar os seus doentes sobre as opções terapêuticas disponíveis, explicando com clareza os contextos em que haja lugar ao uso de tratamentos comprovados ou à proposta de inclusão em ensaios clínicos”, conclui.
O tratamento com células dentríticas feito em várias clínicas na Alemanha passa por isolar estas células (que todos temos no nosso sistema imunitário) e, idealmente, sujeitar uma amostra do respectivo tumor à sua exposição. As células dentríticas são multiplicadas e reintroduzidas em forma de vacina no paciente, depois de instruídas para combaterem as células cancerígenas.

* Apesar da notícia ser da passada quinta-feira revela-se de extrema importância. A saúde ou a falta dela é uma das maiores fragilidades do ser humano, fanaticamente exposto aos "milagres da ciência".
Pela sua saúde evite  seguir o sensacionalismo jornalístico.
O Director Geral de Saúde é um homem muito sério e desmistificador.

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TAXI DRIVER
 




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UNS FILHOS DE PUTIN




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