25/06/2013

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 HOJE NO
"A BOLA"

Bayern espera 25 mil adeptos 
no primeiro treino de Guardiola

O entusiasmo provocado pelo facto de Pep Guardiola ser o novo treinador do Bayern de Munique, poderá ser visível já esta quarta-feira, no primeiro treino do técnico espanhol ao leme da equipa bávara.
O Bayern de Munique espera que compareçam cerca de 25 mil espetadores ao apronto, que terá como ausentes o defesa Dante e os médios Luiz Gustavo e Javi Martínez, ao serviço das suas seleções na Taça das Confederações. 

* O Bayern ganhou esta época tudo o que tinha para disputar, sem Guardiola. 

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3.COMUNICAÇÃO 

SOCIAL
























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HOJE NO
"PÚBLICO"

Estratégia nacional quer reduzir 
consumo de sal para metade

Portugueses reduziram em um grama o sal que consomem. Mas o objectivo é baixar dos dez gramas diários para cinco.

Os portugueses consomem o dobro da quantidade de sal aconselhada: cerca de dez gramas, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) aconselha que não se ultrapasse os cinco gramas por dia (o que equivale a dois gramas de cloreto de sódio). Houve progressos significativos nos últimos anos, mas é preciso continuar, disse ao PÚBLICO Pedro Graça, coordenador do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável, da Direcção-Geral da Saúde, e autor da nova Estratégia para a Redução do Consumo de Sal na Alimentação em Portugal, agora apresentada.

Os avanços dos últimos anos devem-se à iniciativa para reduzir a quantidade de sal no pão, mas também, diz Pedro Graça, a uma maior consciencialização da indústria de restauração colectiva que assegura o catering em escolas, hospitais e serviços públicos. "Há quatro ou cinco empresas que têm 80% do mercado, basta estas alterarem as suas práticas para se sentir o efeito."

O último estudo feito em Portugal foi realizado em 2012 pela Sociedade Portuguesa de Hipertensão (SPH), através do método de análise da urina. As conclusões indicam que a ingestão média é de 10,7 gramas de sal por dia, enquanto estudos de 2006 revelavam uma ingestão média de 11,9 gramas.

A diminuição pode ser explicada, em parte, por os consumidores estarem mais conscientes dos riscos do uso excessivo de sal, mas o consumo doméstico representa apenas cerca de 30% do total. O relatório cita estudos realizados em países ocidentais que mostram que entre 60% e 80% do consumo de sal provém dos alimentos industrializados, de restaurantes e cantinas - o mesmo confirmam estudos realizados em Portugal.

Isto significa que muito do trabalho tem de ser feito junto da restauração e da indústria. A restauração é uma área mais difícil, explica Pedro Graça, porque se trata geralmente de pequenos negócios individuais. Mas a indústria tem reagido de forma positiva. Regista-se já uma redução do sal nos cereais de pequeno-almoço, por exemplo, e também nas marcas brancas de super e hipermercados nacionais.


Mas a crise traz novas preocupações. "A situação económica e a fragilidade social de muitas famílias potenciam consumos aumentados de produtos preservados com sal, nomeadamente conservas, processados de carne, produtos de pastelaria e fast food que, nestas condições, acabam por substituir total ou parcialmente algumas refeições, aumentando as ingestões diárias de sal", lê-se no relatório.

Polémica nos EUA
Pedro Graça lembra que os dados disponíveis relativamente à ingestão de sal são de 2012. "Não sabemos o que está a acontecer no último ano em que, pelos dados que temos, as pessoas estão a mudar o seu consumo, passando para alimentos mais baratos mas dentro das mesmas categorias." Um exemplo: "Substituir um bife por um folhado de carne é consumir mais sal e gordura."
É importante obter dados actualizados, até porque as médias podem ser enganadoras e esconder problemas relacionados com as populações mais vulneráveis, alerta Pedro Graça. Mas há uma boa notícia: uma candidatura dos EEA Grants, programa de apoio lançado pela Noruega, deverá permitir avançar, ainda este ano, com o Inquérito Alimentar Nacional para avaliar a alimentação dos portugueses.

Portugal não é um caso único no consumo excessivo de sal, porque "na maioria dos países da Região Europeia da OMS a ingestão de sal está muito acima da quantidade sugerida", mas é, salienta o relatório, "um dos que apresentam uma maior taxa de mortalidade provocada por acidente vascular cerebral (AVC), sendo a hipertensão arterial um dos factores de risco mais relevantes".


Curiosamente, a iniciativa para a redução do consumo de sal em Portugal coincide com uma polémica nos Estados Unidos, onde um comité de peritos defendeu que não se deve baixar excessivamente a ingestão de sal, e que o valor de 1,5 gramas de sódio recomendado pela Associação Americana do Coração é demasiado baixo e pode, inclusivamente, ser prejudicial para a saúde. "Quando descemos abaixo dos 2,3 gramas de cloreto de sódio, deixamos de ter dados em termos de benefícios e começam a surgir em alguns subgrupos da população indícios de potenciais prejuízos", dizem os peritos.

Manuel Carvalho Rodrigues, da SPH, diz que, embora não seja de excluir que possa existir uma "curva J" na questão do consumo de sal (ou seja, quando cai abaixo de um determinado nível deixa de ser benéfico para passar a poder ser prejudicial, o que acontece noutros casos), não há ainda dados suficientes. Por isso, a SPH aconselha a redução para seis gramas de sal por dia e, sublinha Manuel Carvalho Rodrigues, "com os níveis de consumo que temos em Portugal, ainda estamos muito longe de termos de nos preocupar com uma descida excessiva".

Neste momento, uma parte substancial da população (42,2%) continua a sofrer de hipertensão, segundo o estudo PHYSA - Portuguese Hypertension and Salt Study, realizado pela SPH e apresentado este ano. Esta percentagem não se alterou desde o estudo anterior, de 2003, embora se tenham registado progressos significativos no tratamento e controlo: 42,6% têm a doença controlada, o que é um valor quatro vezes superior ao de 2003.

* Talvez ajude: "a Hipertensão dá Hipotesão"!

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ASNEIRADAS



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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Défice que interessa a Bruxelas 
pode ter ficado "acima de 10%"

O défice em contabilidade nacional, o que interessa para Bruxelas, poderá ter ficado acima de 10% do PIB no primeiro trimestre do ano. 

O défice em contabilidade nacional, o que interessa para Bruxelas, poderá ter ficado acima de 10% do PIB no primeiro trimestre do ano, se Portugal for obrigado a reclassificar 700 milhões de euros gastos com a compra de acções no âmbito da recapitalização da banca. O número foi avançado hoje pelo ministro das Finanças, no Parlamento.

Vítor Gaspar admitiu que os valores que serão divulgados na sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística - e que revelam o défice na óptica da contabilidade nacional - são afectados pelo pagamento de um subsidio em duodécimos e pelo pagamento de juros, o que coloca o défice num valor "na ordem do limite superior avançado pela UTAO de 8,7%".

No entanto, o ministro antecipou a possibilidade de ter de ser reclassificadas uma operação "no valor de 700 milhões de euros" que se refere à compra de acções no âmbito da recapitalização das instituições financeiras. "Se esta reclassificação vir a acontecer o défice poderá ficar acima dos 10%".
O governante garantiu porém que esta reclassificação não é relevante para os limites do programa.

O ministro falou ainda sobre os dados da DGO divulgados hoje sobre a execução até Maio são "tranquilizadores" e "apontam para o cumprimento dos limites" fixados pelo troika, que aponta para um défice de 5,5% do PIB este ano.

 * Arranjam-se vários números para o défice conforme o desgosto do freguês e para confundir o povo. Como não confiamos no ministro o valor mais elevado é sempre o verdadeiro.

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SUPER MARKETING/10

























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HOJE NO
" CORREIO DA MANHÃ"

Exerceu funções como adjunta
 de membro do Governo.

A ex-chefe de gabinete de Miguel Relvas omitiu ter trabalhado com o ex-ministro Adjunto no currículo que foi publicado ontem em Diário da República no qual se dava conta da sua nomeação para subdiretora-geral da Direção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP).
O concurso, realizado pela Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CRESAP), selecionou três funcionários superiores: Maria Andrade Ramos, ex-chefe de gabinete do secretário de Estado Hélder Rosalino, para diretora-geral da DGAEP, e Sílvia Esteves e Vasco Hilário como subdiretores-gerais. 
VÍTIMA DA INGRATIDÃO DE SÍLVIA

Na nota curricular publicada de Sílvia Gonçalves Esteves, pode ler-se: "De julho de 2011 a março de 2013 exerceu funções como adjunta jurídica de membro do Governo (XIX Governo Constitucional), substituindo o Chefe de Gabinete nas suas ausências e impedimentos." Miguel Relvas delegou em Sílvia Esteves todas as funções de gestão do gabinete antes de se demitir.

* Com quem terá aprendido a ser oportunista?

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