06/06/2013

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 HOJE NO
" DIÁRIO ECONÓMICO"

"Estudantes não podem 
ser meios para atingir fins"

O Presidente da República defendeu hoje que apesar da greve ser um direito constitucional é preciso ter em atenção quem é atingido.
Questionado sobre a possibilidade dos professores fazerem greve durante o período de exames, o chefe de Estado sublinhou que, apesar de ser um direito constitucional dos trabalhadores, quando se decreta uma paralisação "é preciso ter em atenção aqueles que são atingidos".
"Eu tenho alguma dificuldade em compreender bem como é que se podem atingir jovens, crianças, jovens que estão a preparar o seu futuro", disse.
Por isso, acrescentou, "é preciso ter em atenção aquilo que se pode fazer primeiro para impedir a greve".
De qualquer, continuou, caso a greve se realize, "os estudantes não podem ser meios para atingir fins".

Cavaco Silva, que falava aos jornalistas no final da sessão do encerramento do encontro "FAZ - Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa 2013", que decorreu na Fundação Calouste Gulbenkian, manifestou ainda a expectativa que as negociações entre o Governo e os sindicatos a propósito da greve dos professores "possam conduzir a bom porto".

Relativamente à greve geral convocada para 27 de maio, o Presidente da República disse apenas que se trata de um "direito constitucional dos trabalhadores".

* Quais fins, os do governo???

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DOUTRO SÉCULO



AS BELAS PINUPS



DE CARNE E OSSO














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 HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Rendas do comércio sobem 200%

 A Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) lançou ontem uma petição on-line que exige a revisão da lei do arrendamento urbano na área comercial, que está a provocar aumentos nas rendas entre os 150 e os 200%.
Segundo a CCP existem casos em que a aplicação desta nova lei de arrendamento "provocou aumentos de 900%, perfeitamente incomportáveis na atual conjuntura económica e social". O presidente da confederação, João Vieira Lopes, defende um aumento do prazo supletivo dos contratos para 10 anos, assim como a revisão da "possibilidade de despejo quase imediato caso as propostas dos senhorios sejam postas em causa". 

Este responsável já tinha afirmado ao CM que nas grande cidades existem "40 mil empresas sujeitas a despejo", na sua maioria "lavandarias, restaurantes e cafés", acrescentando que esta situação foi criada porque o Governo "teve um excesso de zelo" em relação às exigências da troika.

* Surgem ciclicamente novos abutres...

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 CONTAGIANTE !!!





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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Malnutrição responsável pela morte de 
3,1 milhões de crianças por ano 

A malnutrição é responsável pela morte de 3,1 milhões de crianças por ano, revela um estudo publicado na revista 'The Lancet', segundo o qual os problemas nutricionais estão por detrás de 45% de toda a mortalidade infantil. 
 
O POLÍTICO E O ELEITOR
 Liderado por Robert Black, da Escola de Saúde Pública Johns Hopkins Bloomberg, em Baltimore, EUA, o estudo resulta de uma análise exaustiva das diferentes causas e consequências da malnutrição, incluindo a baixa estatura para a idade, o baixo peso para a altura e o baixo peso para a idade, os quais resultam num maior risco de morte e doença para as grávidas e as crianças. Embora a prevalência de baixa estatura esteja a diminuir há 20 anos, as taxas não estão a cair a um ritmo que permita cumprir as metas estabelecidas no ano passado na Assembleia Mundial de Saúde, que previam uma quebra de 40% no número de crianças com baixa estatura até 2025. 

 Os autores estimam que pelo menos 165 milhões de crianças em todo o mundo sofressem de raquitismo (baixa estatura para a idade) em 2011. No mesmo ano, pelo menos 50 milhões de crianças sofriam de desnutrição (baixo peso para a altura) e 100 milhões tinham baixo peso para a idade. Mais de 90% destas crianças estavam na Ásia ou em África, sendo esta última a única região do mundo onde o número de crianças com raquitismo aumentou na última década. 

Numa série especial dedicada à nutrição materna e infantil hoje publicada na 'The Lancet', os autores recordam que a subnutrição não afeta apenas as hipóteses de sobrevivência e as medidas das crianças, mas também tem efeitos negativos no seu desenvolvimento, com consequências no desempenho escolar e na suscetibilidade a doenças infeciosas, entre outras. 

Num outro artigo incluído nesta edição especial, os autores apresentam 10 intervenções que, juntas, poderiam salvar 900.000 vidas de crianças por ano, com um custo estimado de 9,6 mil milhões de dólares. Os autores sublinham que mais de metade deste custo seria suportado pela Índia e pela Indonésia, que têm recursos suficientes para suportar a luta contra a malnutrição, pelo que, retirados os contributos dos restantes países afetados, restaria aos doadores externos contribuir com três a quatro mil milhões de dólares, menos do que o que a Coca-Cola e a McDonald’s juntas gastam num ano em publicidade. 
O resultado, estimam os autores, seria salvar quase um milhão de vidas, mas também uma redução de 20% na prevalência de crianças com raquitismo em crianças com menos de cinco anos e melhorias nas perspetivas de 33 milhões de crianças em todo o mundo. 

 Entre as dez intervenções apontadas pelos investigadores estão o fornecimento de ácido fólico, cálcio e suplementos nutricionais a mulheres grávidas; a promoção da amamentação e de alimentos complementares às crianças quando necessário; o fornecimento de suplementos de vitamina A e zinco a crianças até cinco anos, bem como a utilização de estratégias comprovadas para tratar a malnutrição moderada a severa nas crianças. "As nossas estimativas conservadoras mostram que com um investimento num pequeno número de intervenções comprovadas, podemos salvar a vida de 900.000 crianças e melhorar as perspetivas de vida de milhões de outras. 

Os benefícios potenciais para os países afetados em termos de aumento da produtividade e redução dos gastos com saúde são substanciais e o investimento necessário estaria inteiramente dentro das capacidades dos países e doadores que querem salvar crianças e melhorar o seu futuro", escreveu Zulfiqar Bhutta, o autor principal do estudo.

* Fruto das desumanidades colectivas dos políticos democratas e dos lideres religiosos comodamente refastelados!

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TANTO PARA CURTIR
COMO PARA 
  EXIBIR
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HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Nuno Cardoso 
ganhou ajustes diretos em Gaia

Candidato independente à Câmara do Porto acumulou mais de 90 mil euros em contratos com a autarquia de Gaia, liderada por Luís Filipe Menezes
Nos últimos dois anos, Nuno Cardoso, antigo presidente da Câmara do Porto e que hoje se apresentou como candidato independente à autarquia, ganhou mais de 90 mil euros em ajustes diretos junto da Câmara de Vila Nova de Gaia, liderada por Luís Filipe Menezes, o agora candidato ao Porto pelo PSD.

Nuno Cardoso fez prestação de serviços em consultadoria nas áreas em projetos levados a cabo pela autarquia de Gaia, sobretudo trabalhos relacionados com transportes e mobilidade. 

Contactado pelo DN, Nuno Cardoso declarou: "Não quero dizer muito sobre isso. Apenas digo que qualquer pessoa que trabalha, recebe".

* Peanuts, tão naturais como a sua sede.

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