23/05/2013

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HOJE NO
"PÚBLICO"

Projecto cria plástico biodegradável adaptado à agricultura em Portugal

O agricultor ficou maravilhado. “Isto é mágico, o plástico desaparece. É um milagre”, disse à investigadora.

O “milagre” é um produto biodegradável, feito de amido de milho, que pode ser uma alternativa aos plásticos cada vez mais em voga na agricultura em Portugal e no mundo. É o resultado de um projecto de investigação e inovação financiado pela Comissão Europeia, liderado por uma empresa portuguesa, e cujos resultados foram apresentados esta semana.

O uso de plásticos na agricultura tem crescido de tal forma, que já há um termo novo para designar a combinação de ambos: plasticultura. Além de cobrirem estufas, embalarem fardos ou acomodarem plantas em viveiros, os plásticos são cada vez mais empregues directamente no solo, para proteger determinadas culturas. É uma forma de isolar as plantas de ervas daninhas e de controlar a humidade e a temperatura, aumentando a produtividade.
Mas uma vez utilizado, o plástico – normalmente feito de polietileno, um derivado do petróleo – torna-se um problema. A melhor hipótese é reciclá-lo. Mas muitas vezes é enterrado no solo ou mesmo queimado.

“O plástico biodegradável é a solução do futuro”, afirma Paulo Azevedo, coordenador do projecto e director-geral da Silvex, empresa de Benavente que fabrica filmes plásticos e que lidera a iniciativa. A empresa desenvolveu um produto próprio, a partir de uma matéria-prima já existente no mercado, à base de amido de milho.
O plástico é aplicado sobre as culturas e, depois da colheita, misturado à terra, acaba por decompor-se ao longo de alguns meses, digerido por microorganismos. “É incorporado no solo, junto com o que resta das culturas. Não há qualquer impacto ambiental”, afirma a investigadora Elisabeth Duarte, do Instituto Superior de Agronomia, uma das entidades que também participaram do projecto.

A existência de um filme plástico biodegradável para a agricultura não é novidade em si. “A novidade é que tentámos adaptá-lo às condições de Portugal e Espanha”, diz Elisabeth Duarte. Não só há diferenças óbvias de clima entre pontos distintos da Europa, como a composição do solo é muito variável – normalmente com mais matéria orgânica no Norte e menos no Sul.

No projecto Agrobiofilm, foram estudadas várias formulações para o plástico e o produto foi aplicado em ensaios experimentais ao longo de três anos, em culturas de melão, morango e pimento, com resultados satisfatórios. Também foi testado em vinhas, que revelaram crescer mais depressa, se plantadas com o filme biodegradável do que em solo nu.


Um dos objectivos centrais do projecto é quebrar as barreiras comerciais ao plástico biodegradável, que responde actualmente por apenas 1% do total utilizado na agricultura. “Até agora, não se conseguiu impor, porque está pouco divulgado”, diz Paulo Azevedo. Um dos problemas é o preço, dado que as matérias-primas são mais caras do que o petróleo. O director-geral da Silvex chama a atenção, porém, para a existência de uma comparticipação de um terço dos custos com os plásticos biodegradáveis, numa linha de apoio europeia dirigida a organizações de produtores.


O projecto Agrobiofilm envolveu também empresas, instituições de investigação e agricultores da Noruega, França, Espanha e Dinamarca. “É o primeiro projecto de grande dimensão a nível mundial nessa área”, diz Paulo Azevedo.

*  INTELIGÊNCIA PORTUGUESA!

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DOUTRO SÉCULO



CARROS DE ANTANHO


MODELOS FALHADOS















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 HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Banif nega ligação entre prémio 
a gestora e ajuda do Estado

Banco liderado por Jorge Tomé esclarece que prémio pago em 2012 diz respeito a 2011, altura em que não tinha ainda ocorrido ajuda estatal.

O Banif assegura que "as regras de limitação dos vencimentos dos gestores e de proibição da atribuição de prémios de gestão" decorrentes da ajuda de 1,1 mil milhões de euros recebida pelo Estado "estão a ser escrupulosamente cumpridas".

O comunicado divulgado esta tarde surge depois de, no último sábado, o jornal Expresso ter publicado uma notícia intitulada "Banif paga a gestora no Brasil mais do que os banqueiros ganham cá". Na mesma era referido que Maria da Conceição Leal, ex-administradora do Banif Investimento no Brasil, recebeu 982,3 mil euros no ano passado e mencionava o facto de o banco ter recebido auxílio estatal no final desse mesmo ano.
No esclarecimento hoje prestado, o Banif diz que "a notícia foi transmitida dando a entender à opinião pública que tal atribuição teria sido feita por um banco recapitalizado com dinheiros públicos, infringindo as regras e os princípios que são impostos às instituições recapitalizadas". O banco lembra que foi recapitalizado "no dia 25 de Janeiro de 2013" e que o prémio pago "diz respeito ao desempenho no ano 2011 e está exclusivamente relacionado com (...) um banco que opera no mercado brasileiro, um mercado que tem regras completamente distintas".
"Qualquer ligação entre a atribuição do referido prémio de gestão e a recapitalização, ocorrida já em 2013, é um exercício artifical, sem correspondência com a realidade concreta", conclui o comunicado.

* Aguém já viu um banqueiro português ter dificuldade para justificar o sórdido??? Qual???

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STREET ART





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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

"Saúde Mais Próxima" de 13 mil pessoas 

Durante um ano, as unidades móveis percorreram 73 bairros de lisboa e atenderam 13 mil pessoas

No primeiro ano do programa Saúde Mais Próxima, uma iniciativa da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa destinada a rastrear as principais doenças crónicas, foram atendidas 13 mil pessoas.
Exatamente um ano após o lançamento do programa, a administradora de Saúde da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Helena Lopes da Costa, afirma que balanço destes 12 meses "é extremamente positivo". 

Durante um ano, duas unidades móveis e uma tenda andaram pelos 73 bairros de Lisboa, a fazer rastreios e sessões de aconselhamento sobre várias doenças crónicas.
Helena Lopes da Costa explicou que os diagnósticos de doença "foram feitos em parceria com as sociedades médicas e científicas, como a Sociedade Portuguesa de Pneumologia, de Cardiologia, a Associação de Diabéticos, a Associação Portuguesa de Osteoporose e a Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade".
O programa Saúde Mais Próxima, vai-se alargar a novos tipos de doença. Já no próximo dia 24 de Junho, vai lançar o diagnóstico de outra patologia: o cancro da pele.

* EXCELENTE

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MAIS PARA CHORAR
DO QUE PARA 
  TROÇAR
(patologia do photoshop)
 
 EU QUERO PARECER MAIS PERIGOSO!

 
 QUERIA PARECER O FILHO DUM POLÍTICO PODEROSO
 TRANSFORME-ME NUM  
HOMEM QUENTE
 .
 O MEU AMIGO ATRÁS DE MIM 
TEM UMA POSE AMORFA, PODE 
PÔ-LO MAIS DRAMÁTICO?



 GOSTAVA DE SER RETRATADO 
COMO UM HOMEM DE CORAGEM

 
 CELEBRO A MINHA LICENCIATURA 
PODE SER MAIS FESTIVA?
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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Início da greve dos professores antecipado para 7 de Junho 

Com este pré-aviso de greve ficam assim marcados cinco dias de paralisação às avaliações – 7, 11, 12, 13 e 14 de junho. 

A Fenprof entrega amanhã o pré-aviso de greve, acrescentando mais um dia de paralisação e antecipando para 7 de junho o início da greve às avaliações. Ao marcar uma greve para 7 de junho, último dia de aulas, a Fenprof afirma que pretende evitar que após o fim das atividades letivas desse dia as escolas possam ainda realizar avaliações e lançar notas. 


Com este pré-aviso de greve ficam assim marcados cinco dias de paralisação às avaliações – 7, 11, 12, 13 e 14 de junho – além de um dia de greve geral a 17 de junho primeiro dia dos exames nacionais do ensino secundário. A informação foi avançada pelo secretário-geral da Federação Nacional dos Professores, Mário Nogueira, à saída da reunião no Palácio das Laranjeiras com os secretários de estado da Administração Escolar e da Administração Pública, Casanova de Almeida e Helder Rosalino, respetivamente. Membros do executivo reuniram-se hoje com diversos sindicados de professores para negociar a proposta de mobilidade especial, com os sindicalistas a ameaçar fazer greve geral e a reafirmar que não existem docentes a mais nas escolas. 

Os dirigentes sindicais querem promessas do Ministério da Educação e Ciência (MEC) em como nenhum professor será colocado em mobilidade especial e já contestaram fortemente propostas como a que permite que os docentes com horário zero possam ser colocados em qualquer escola do país sem a realização de concurso.

* Já existem demasiadas corporações no país, desejamos que os professores não constituam mais uma.

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