16/04/2013

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

"Não somos os campeões 
das auto-estradas"

"Não corresponde à verdade que sejamos os campeões das auto-estradas, quer em densidade do território, que em relação à população", assegurou hoje Paulo Campos na comissão parlamentar de inquérito às PPP - Parcerias Público-Privadas.
LÁ VAI UM OTÁRIO

Citando estudos anuais do European PPP Expertise Center e do BEI - Banco Europeu de Investimento, Paulo Campos disse que existem 1.536 projectos de PPP na Europa, envolvendo 290 mil milhões de euros de investimento.
LÁ VEM UM OTÁRIO

O ex-secretário de Estado das Obras Públicas acrescentou que deste número de PPP 971 são no Reino Unido e apenas 36 em Portugal, envolvendo um investimento de cerca de 21 mil milhões de euros
"Dos 2.579 quilómetros de auto-estradas em Portugal, os últimos Governos do PS foram responsáveis por 478 quilómetros", garantiu Paulo Campos.

* Paulo Campos tem razão, não somos os campeões não senhor, somos os otários das auto-estradas.

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  3-MÃE NATURA














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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Despertador é grande novidade

O vibrador despertador feminino é a grande novidade da indústria de objetos sexuais, que podem ser encontrados nas sex shops. 

À venda também na internet por 69,95 euros, o aparelho Wake Up Vibe promete às utilizadoras o início de uma manhã diferente. O relógio permite escolher um dos seis toques vibratórios para o despertador que se coloca na vagina.
A chegada ao mercado com regularidade de novos artigos sexuais é sustentada pela procura crescente destes objetos. O número cada vez maior de mulheres que recorre ao uso diário de dildos (vibradores) não significa, contudo, que estas sofram de alguma disfunção que as impeça de obter pleno prazer com o seu parceiro. 

O sexólogo Quintino Aires explica que "o vibrador não traduz qualquer problema ou vício sexual", é antes "um elemento complementar de uma relação mais criativa e descontraída".
"O sexo", refere, "é a brincadeira dos adultos e o vibrador deve ser entendido como um brinquedo". "O objeto deve também permitir a possibilidade de fantasiar. Um argumento importante nas relações sexuais para o casal não cair na rotina e consequente morte sexual", refere.
Quintino Aires considera, porém, que "o vibrador não pode ser visto como a justificação que pode conduzir à entrega em exclusivo à masturbação" e consequente fim dos relacionamentos: "Prefiro estar sozinho é uma justificação traiçoeira quando o indivíduo opta por um refúgio, na masturbação ou em contactos superficiais na internet, e não estabelece relacionamentos reais."  

* Aguardemos um gadget próprio para homens.

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 H A B I L I D O S O




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ONTEM NO

"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Ministério da Saúde quer poupar 
Cerca de 45 milhões em horas extra 

O Ministério da Saúde estima poupar este ano cerca de 45 milhões de euros com a redução de custos com horas extraordinárias que foi imposta por um despacho hoje publicado, segundo dados oficiais. 

O despacho publicado hoje em Diário da República visa atingir este ano uma redução de pelo menos 20% nos custos globais com trabalho extraordinário em cada unidade do Serviço Nacional de Saúde (SNS). Segundo estimativas oficiais do Ministério da Saúde divulgadas à agência Lusa, a poupança a atingir deverá ser de 45 milhões de euros. 


Esta medida de diminuição das horas extraordinária constava já do memorando de entendimento assinado com a ‘troika’ (Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional) e esteve em vigor também em 2012. De acordo com os dados oficiais do Ministério, no ano passado, o SNS gastou com horas extraordinárias 242 milhões de euros, tendo atingido uma redução de 17% em relação ao ano anterior. 

Segundo o despacho hoje publicado em Diário da República, os hospitais têm de reduzir este ano em 20% os custos com os pagamentos em horas extraordinárias, enquanto os centros de saúde terão de cumprir uma redução de 15%. Uma diminuição maior, de 25%, terá de acontecer no caso das unidades hospitalares que tiveram reduções acumuladas inferiores a 25% no período de 2011 e 2012 em comparação com o ano de 2010. 

Segundo os dados do Ministério da Saúde divulgados, são 21 as unidades hospitalares nesta situação, ou seja, que têm de reduzir em um quarto o que gastam com pagamentos de trabalho extraordinário.

 * Muitas vezes não é no poupar que está o ganho, embora reconheçamos que a melhor equipa do governo é a do ministério da Saúde.

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 IREMOS JUNTOS














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HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Zero Desperdício recuperou 
mais de 338 mil refeições

O movimento Zero Desperdício, criado há um ano, recuperou mais de 388 mil refeições que tinham como destino o lixo, distribuindo-as por mais de 3.000 famílias carenciadas de Lisboa, Loures, Cascais e Sintra, segundo o mentor do projeto. 

O projeto nasceu a 16 de abril para lutar contra o desperdício, através do aproveitamento de milhares de refeições em "perfeitas condições que eram deitadas ao lixo" por restaurantes, empresas e instituições devido a uma má interpretação da lei, disse à Lusa o presidente da associação Dariacordar.
"Ao fim de um ano, conseguimos testar o projeto e obter resultados concretos nos quatro municípios" que aderiram ao movimento, sendo o passo seguinte replicá-lo por todo o país, adiantou António Costa Pereira.

O movimento conta já com cerca de 90 "parceiros doadores", entre os quais supermercados, hotéis, hospitais, escolas, refeitórios de empresas, a Assembleia da República e o Banco de Portugal.

Estas entidades doam as refeições, que nunca foram servidas, nem estiveram em contacto com o público, a cerca de 40 instituições dos quatro municípios, que depois as distribuem pelas famílias que sinalizaram. 


A ideia nasceu quando António Costa Pereira foi contactado para ajudar uma instituição: "Comecei a pensar a forma de o fazer sem ser o trivial, como dar dinheiro ou roupa, e lembrei-me de ir buscar refeições a refeitórios e restaurantes".
Contactou o refeitório de "uma grande empresa" para saber se tinha excedentes alimentares e a resposta foi que, "por vezes, tinham mais de 100 refeições por dia que não saíam da cozinha".
"Falei com empresas de catering, com restaurantes e apercebi-me de que dezenas de milhares de refeições eram deitadas diariamente para o lixo devido à interpretação que se fazia da lei", sustentou.
Inconformado com esta situação, iniciou uma "fase de alerta", escrevendo para "quem podia alterar a situação", Presidente da República, Governo, deputados, mas "as respostas foram inconsequentes".
Decidiu então lançar uma petição online, chamada Desperdício Alimentar, a pedir que a lei "fosse alterada ou adaptada" para permitir "a recuperação e o encaminhamento das refeições" para quem precisa a "custo zero".
Contudo, numa reunião com a ASAE - Autoridade de Segurança Alimentar e Económica concluiu que "a lei estava a ser mal interpretada" e que, se fossem cumpridas "todas as regras e boas práticas em segurança alimentar", poderia ser desenvolvido um projeto para evitar "o imenso desperdício de refeições confecionadas no dia".
Foi assim que nasceu, em janeiro de 2011, a associação sem fins lucrativos Dariacordar, que deu origem ao movimento.

Durante alguns meses, a associação, a ASAE e uma empresa de segurança alimentar trabalharam em conjunto, criando "checklists" de boas práticas que serviram para orientar a recuperação de refeições.
"Felizmente, com o sucesso deste projeto, a Dariacordar já começa a ser contactada por quem se quer juntar a ajudar neste projeto, o que é um bom progresso", sublinhou.
"A ideia é que o combate ao desperdício faça parte do ADN de cada um de nós", rematou. 

* Os mentores deste projecto deviam ser condecorados no próximo 10 de Junho, são verdadeiros heróis, fazem com sucesso o que o governo é incapaz, poupar e gerar riqueza.

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