20/03/2013

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CIÊNCIA E ILUSÃO



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HOJE NO
"PÚBLICO"

Hotéis e restaurantes estão a fechar
 por causa da lei das rendas 

AHRESP diz que há arrendatários que receberam notificações de aumentos médios de 700% a 900%. 

A área da hotelaria e da restauração tem registado encerramentos e dispensado pessoas devido à “situação caótica” que atravessa e que se deve, em parte, à nova lei do arrendamento urbano, admitiu nesta quarta-feira à Lusa Ana Jacinto, secretária-geral da AHRESP.

“Na situação caótica em que nos encontramos, com todos os custos de contexto que temos, como o IVA, mais um aumento de renda leva ao encerramento dos estabelecimentos”, afirmou.
Apesar de não dispor de números de encerramentos resultantes do aumento dos valores da renda, a dirigente da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) garante serem “cada vez mais”.
AS PRÓXIMAS PORTAGENS
 “Este custo de contexto adicional está obviamente a motivar [encerramentos]”, notou Ana Jacinto, informando que através dos gabinetes jurídicos da associação se conhece “muita dispensa de postos de trabalho”.
“Para tentarem compensar o aumento da renda e para não fecharem de imediato as portas, vão fazendo a gestão que conseguem fazer. Obviamente, até com prejuízo para o próprio serviço, que irá ficar menos qualificado”, disse.

A responsável voltou a criticar a “colagem” do regime habitacional ou não habitacional, na lei do arrendamento urbano, que “trata da mesma forma realidades distintas”.
“Sempre que o arrendatário fazia obras, o senhorio aproveitava para fazer actualizações de rendas”, informou Ana Jacinto, indicando que no sector não há casos de desajustamentos de rendas ao mercado.
Porém, os senhorios estão a enviar cartas para actualização de valores, “porque não têm nada a perder”.
“Estamos numa relação completamente desequilibrada”, criticou Ana Jacinto, referindo-se aos arrendatários, que receberam notificações de aumentos médios de “700%/900%”.
Para a AHRESP, “há dois proprietários no arrendamento não habitacional, um é o proprietário das paredes, do imóvel”.

“Depois há um proprietário do espaço, do estabelecimento que foi criado, da mais-valia, da clientela”, acrescentou Ana Jacinto, para concluir que no mercado imobiliário em baixa ainda se tentam oportunidades.

“Como o mercado [imobiliário] não está famoso, obviamente que estas situações [despejos] não acontecem em qualquer local. O senhorio pode não ter facilidade em arrendar o espaço, mas os sítios que são, de facto, significativos, as zonas históricas e os estabelecimentos com nome estão a tornar-se muito apelativos”, concluiu.

*  O actual governo está a transformar Portugal numa selva.


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 U R B A N   A R T

















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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Autoridades fazem buscas 
no apartamento de Lagarde 

Christine Lagarde é suspeita de cumplicidade de desvio de fundos. 

A polícia francesa está a fazer buscas à casa da directora do Fundo Monetário Internacional (FMI), em Paris, avança a Reuters. A ex-ministra francesa e actual directora do FMI é suspeita de "cumplicidade de desvio de fundos".
 De acordo com o advogado de Largarde, Yves Repiquet, as buscas prendem-se com o "caso Taipe [tráfico de influências] e vão contribuir para afastar qualquer responsabilidade criminal da minha cliente neste processo".

A Justiça suspeita que Lagarde, na época ministra da Economia e das Finanças de Sarkozy, tenha actuado de modo ilegal ao declinar o uso de um recurso judicial na aprovação de uma indemnização do Estado ao empresário Bernard Tapie no valor de 285 milhões de euros.

Tapie era um dos principais financiadores da campanha eleitoral de Sarkozy. Os inspectores suspeitam que Largarde e o antigo Presidente francês agiram de forma concertada neste caso, com o objectivo de favorecer o polémico homem de negócios.

* Degradante é ver muitas figuras de topo da política e da economia mundial serem confrontadas com suspeições de prácticas criminosas. Em quem confiar???

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QUE ASSALTO!!!




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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Seara impedido de se candidatar a Lisboa 

 O social-democrata Fernando Seara está impedido de se candidatar à Câmara de Lisboa nas autárquicas deste ano por decisão do Tribunal Cível de Lisboa, disse nesta quarta-feira à agência Lusa o movimento que interpôs a providência cautelar contra a candidatura.
Pedro Pereira Pinto, vice-presidente do grupo Movimento Revolução Branca, citou a decisão judicial, que lhe foi comunicada hoje. A decisão do tribunal foi tomada na segunda-feira, acrescentou a mesma fonte.
O Movimento Revolução Branca interpôs sete ações populares para impedir candidaturas de autarcas do PSD, entre as quais as de Luís Filipe Menezes, no Porto, e de Fernando Seara, em Lisboa. "Queremos prevenir a concretização de candidaturas ilegais, uma vez que na nossa ótica as mesmas violam a lei" de limitação de mandados, explicou o vice-presidente do movimento, em meados de fevereiro.
Entretanto, a assinatura formal do acordo de coligação entre o PSD, o CD, o MPT e o PPM em Lisboa, inicialmente marcada para quinta-feira, "vai ser reagendada para uma data oportuna", segundo informação disponibilizada pela empresa de comunicação que presta assessoria à coligação.
Segundo o movimento, a lei que estabelece limites à renovação sucessiva de mandados dos presidentes dos órgãos executivos das autarquias impede igualmente as candidaturas de Fernando Costa a Loures, António Sebastião a Beja, Francisco Amaral a Castro Marim, Pedro Lancha a Estremoz e José Estevens a Tavira.
Em novembro de 2012, a Comissão Nacional de Eleições deliberou que a lei que estipula que o presidente de uma autarquia não pode cumprir mais de três mandados consecutivos se aplica apenas na mesma autarquia.
No dia 8 de fevereiro, o ministro Miguel Relvas, que tutela as autarquias, defendeu caber ao parlamento clarificar a Lei da Limitação de Mandatos, depois de o coordenador autárquico do Bloco de Esquerda, Pedro Soares, ter revelado à Lusa a intenção de o partido recorrer aos tribunais de comarca para pedir a impugnação das candidaturas de autarcas que atingiram o limite de mandatos e concorrem a outros municípios.

PSD VAI RECORRER

O líder da distrital social-democrata de Lisboa disse que o PSD vai recorrer da decisão do Tribunal Cível de Lisboa, que impede Fernando Seara de se candidatar à Câmara de Lisboa nas eleições autárquicas deste ano.
O Tribunal Cível de Lisboa declarou impedido o atual presidente da Câmara de Sintra, Fernando Seara, de se candidatar à presidência da Câmara de Lisboa e o PSD e o CDS-PP de o apresentarem como candidato nas eleições autárquicas deste ano, segundo a sentença sobre uma providência cautelar interposta pelo Movimento Revolução Branca, a que a agência Lusa teve hoje acesso.
Em declarações à agência Lusa, o presidente da distrital social-democrata de Lisboa, Miguel Pinto Luz, disse que o PSD vai recorrer da decisão e que a interpretação da candidatura deSeara da lei de limitação de mandados é diferente da do tribunal.
"O nosso entendimento não é este, por isso, vamos recorrer para as instâncias superiores [Tribunal da Relação]. Nós continuamos a acreditar que as candidaturas são possíveis e iremos argumentar nesse sentido", afirmou.

* O PSD vai usar a sua "influência" para que a Relação revogue a decisão da primeira instãncia. É que estes dinossauros não sabem fazer mais nada a não ser põr a mão no tacho.

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 CHAMARAM A
POLÍCIA

























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