09/03/2013

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HOJE NO
"RECORD"

"Mini" Maratona arrisca títulos 

 O Maratona é, mais uma vez, o grande favorito à conquista dos títulos nacionais de corta-mato (longo), cuja 90.ª edição (47.ª feminina) realiza-se este domingo, em A-dos-Cunhados (Torres Vedras) e que serve de apuramento para o Mundial. 
 Mas as suas equipas, praticamente reduzidas a quatro atletas masculinos e cinco femininos (os outros são bem mais fracos) levantam um problema: e se alguém se lesiona ou tem de desistir? Benfica, no sector masculino (não ganha desde 1990), e Sporting, no feminino (a última vitória foi em 1974!), estão à espreita de qualquer deslize.

O Maratona ganhou já 11 vezes o título masculino, mas nos últimos 10 anos foi suplantado pela (agora desaparecida) formação da Conforlimpa, que triunfou sete vezes. 

Na época passada, o Maratona triunfou com boa vantagem e, agora, com Manuel Damião, campeão em 2012 e novamente grande favorito, Youssef el Kalai (vencedor em 2010 e 2011), José Rocha (2.º em 2009) e Fernando Silva (1.º em 2004 e 2005), tem todas as condições para voltar a ganhar, mas nenhum dos seus elementos pode falhar. O Benfica, mesmo sem o lesionado Rui Pedro Silva (foi campeão em 2007 e 2009), tem um extenso lote de atletas que, mesmo inferiores aos melhores do Maratona, permitem à equipa esperar por algum deslize adversário.

No setor feminino, o Maratona ganhou 19 dos últimos 20 títulos (foi 2.º em 1999), é novamente grande favorito mas só tem cinco atletas (apenas uma pode falhar). Individualmente, Dulce Félix, três vezes campeã nos últimos três anos, terá agora uma grande réplica da muito moralizada Sara Moreira (2.ª em 2010 e 2011), que lhe ganhou na Taça dos Clubes Campeões Europeus, há um mês. A equipa contará ainda com Anália Rosa (campeã em 2004 e 2005), Daniela Cunha e Mónica Silva, que não têm estado muito bem esta época mas garantem a superioridade coletiva. 

No entanto, se houver falhas, o Sporting, campeão de crosse curto, poderá ter uma palavra a dizer, sendo para já o grande candidato a substituir o SC Braga na 2.ª posição. Atenção a Carla Salomé Rocha, terceira há um ano.

Os Nacionais iniciar-se-ão às 11 horas, com as provas para juvenis e juniores, realizando-se as corridas principais às 13h15 h (8 km femininos) e às 14 horas (12 km masculinos).

* Precisamos de novos atletas, incentive os seus filhos para a práctica do atletismo. Acima estão fotos de jovens portugueses cheios de valor e também do sr. "Atletismo" de Portugal

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NA CIDADE/4






















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HOJE NO
"i"

Kim Jong-un diz aos militares que se preparem para “guerra total”

A Coreia do Norte ameaçou ontem desencadear um ataque nuclear preventivo contra a América se as Nações Unidas impuserem sanções ao país.
A televisão estatal transmitiu imagens da histeria colectiva à chegada do dirigente comunista, Kim Jong-un, a uma ilha fronteiriça com a Coreia do Sul. Kim Jong-un dirigiu-se às tropas em frente à ilha de Yeonpyeong, que a artilharia da Coreia do Norte bombardeou em 2010, matando quatro pessoas e ferindo 19.
Kim Jong-un disse aos soldados na fronteira que se preparem para uma guerra total e para “aniquilarem o inimigo”, numa altura em que a tensão na península entra numa verdadeira espiral.
Kim Jong-un instruiu as suas tropas para serem os “primeiros a disparar” se a tensão com a Coreia do Sul aumentar.
“Enquanto os Estados Unidos estiverem dispostos a desencadear uma guerra nuclear, as nossas forças exercerão o direito a um ataque nuclear preventivo”, afirmava, em comunicado, na quinta-feira, o Ministério dos Negócios Estrangeiros, em Pyongyang.
A ameaça surgiu no mesmo dia em que as Nações Unidas apoiaram uma resolução que aprova novas sanções contra a Coreia do Norte.
A resolução da ONU condena o último teste nuclear norte-coreano, “nos termos mais firmes possível”, e adverte contra novas ameaças e provocações. O regime norte-coreano, aparentando ter entrado em paranóia, desafiou tanto os Estados Unidos como a China, o seu único aliado tradicional.
Os dirigentes comunistas ficaram aparentemente furiosos com as novas sanções aprovadas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas. Em retaliação, Pyongyang anunciou que vai considerar nulo o armistício que tem mantido a paz na península desde o fim da guerra da Coreia, em 1953.
Filmado a olhar de binóculos para o Sul, de um torreão militar, Kim Jong-un falou com os jornalistas e os soldados anunciando que tinha rasgado os pactos de não-agressão com a Coreia do Sul.
O ditador norte-coreano acrescentou que a linha vermelha, que liga o Norte e o Sul, seria também cortada.
Washington criticou a “retórica extrema”, sublinhando que não ser inédita a utilização dessa linguagem por Pyongyang.
Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China disse ontem numa conferência de imprensa que a “China e a Coreia do Norte tinham relações normais”. Ao mesmo tempo, Pequim declarou opor-se aos testes nucleares conduzidos pela Coreia do Norte.
“A China pede às partes relevantes que se acalmem, exerçam a moderação e evitem tomar quaisquer acções que provoquem a escalada” do conflito.
O professor Toshimitsu Shigemura, da Universidade Waseda de Tóquio e especialista em questões da Coreia do Norte, considera que Kim está mais interessado em assustar os inimigos que em começar uma guerra. “Na verdade, disse ao jornal ‘Telegraph’, o Norte não tem capacidade para começar uma guerra porque só dispõe de cerca de 400 mil toneladas de petróleo para os seus militares, o que significa que não podem lutar.”
Shigemura acredita que a demonstração de força se faça na forma de novo teste nuclear, como Pyongyang já ameaçou.

* Um povo governado, escravizado e torturado por um bando de criminosos

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TÃO BOM COMO OS OUTROS




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 HOJE NO
"A BOLA"


Ronny Keller fica paraplégico 

após entrada violenta


O hoquista suíço Ronny Keller ficou paraplégico ao ser empurrado por um adversário contra a tabela do ringue.
 Keller, de 32 anos, apresenta uma «paralisia espinhal permanente» e terminou assim uma carreira profissional de 14 anos.
Stefan Schnyder, autor do empurrão, foi interrogado pela Liga nacional de hóquei na Suíça e pode ser irradiado

* Isto não é desporto
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MANOBRA DE HEIMLICH

















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HOJE NO
"PÚBLICO"

Governo não conseguiu extinguir 
27 fundações 

 Oposição das autarquias, governos regionais e universidades travou parte das extinções propostas pelo executivo. 

Das mais de 400 fundações avaliadas no processo de revisão dos apoios financeiros, o Governo não conseguiu extinguir 27 entidades sob alçada das universidades, autarquias e governos regionais, que travaram a proposta do executivo, seja porque rejeitaram esse cenário, seja por ausência de resposta.
No caso das fundações que estão fora da Administração Central do Estado, o Governo teve de obter luz verde das universidades, das autarquias e dos governos regionais para avançar com extinções, agora que o diploma foi publicado em Diário da República, nesta sexta-feira.
Ao todo, foram 27 as entidades que permanecem como fundações, apesar de o Governo ter proposto que fossem extintas. No caso das autarquias e governos regionais, foram rejeitadas 12 propostas (entre elas, a Fundação Bienal de Arte de Cerveira, do Município de Vila Nova de Cerveira) e quatro também não vão desaparecer por falta de resposta às recomendações do executivo (é o caso da Fundação Madeira Classic, sob alçada do Governo Regional da Madeira).
Quanto às universidades, sete fundações evitaram a extinção porque as instituições de ensino rejeitaram esse cenário. Assim aconteceu com a Fundação Carlos Lloyd de Braga (Universidade do Minho), a Fundação Cultural da Universidade de Coimbra, a Fundação Museu da Ciência (Universidade de Coimbra), a Fundação da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, a Fundação da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, a Fundação Luis de Molina (Universidade de Évora) e a Fundação para o Desenvolvimento da Universidade do Algarve (Universidade do Algarve).
Por ausência de comunicação sobre a proposta do executivo, o mesmo sucedeu com quatro fundações de instituições superiores: Fernão de Magalhães para o Desenvolvimento (Instituto Politécnico de Viana do Castelo), Fundação Gomes Teixeira (Fundação da Universidade do Porto), Fundação Instituto Politécnico do Porto (Instituto Politécnico do Porto) e FNE — Fundação Nova Europa (Universidade da Beira Interior).
Feitas as contas, autarquias, governos regionais e universidades aceitaram 20 das 59 propostas de extinções, cortes nos apoios públicos ou cancelamento de registo (como fundação).

Poupança de 150 milhões de euros
Na resolução publicada em Diário da República, constam decisões sobre a extinção ou redução total ou parcial do apoio financeiro a 423 fundações. Com o processo, o Governo prevê uma poupança anual na ordem de 150 milhões de euros.
No que diz respeito às fundações sob a administração central do Estado, em que a decisão do Governo prevalece (ao contrário do que aconteceu com todas as propostas feitas às autarquias, regiões autónomas e universidades), a resolução agora publicada determina, como o PÚBLICO avançou quando o dossier foi levado a Conselho de Ministros, a extinção definitiva da Fundação Cidade de Guimarães, da Fundação Alter Real e da Fundação para a Computação Científica Nacional.

Há outras 14 fundações que deixarão de receber qualquer apoio público, como é o caso da Fundação Oriente e da Fundação para as Comunicações Móveis. Quanto a cortes no financiamento, apenas uma entidade sofrerá uma redução de 20% (a Fundação Centro Cultural de Belém) e outras 43 terão 30% das verbas do Estado canceladas. Deste grupo fazem parte, por exemplo, a Fundação Serralves e a Fundação Mário Soares. Há ainda um corte de 50% para a Fundação Portuguesa das Comunicações.
O Governo decidiu ainda cancelar os apoios públicos a dez fundações da administração central do Estado por falta de reconhecimento e ainda cancelar o estatuto de utilidade pública a outras três entidades, como a Fundação Manuel Simões e a Fundação Frei Pedro.

As propostas de decisão sobre as fundações já tinham sido aprovadas em Conselho de Ministros a 25 de Setembro, na sequência de uma análise efectuada desde o início de 2012, mas foi depois determinada uma fase de audiências prévias aos interessados, seguindo-se uma avaliação final de um grupo de trabalho.
 A avaliação, segundo adianta o Governo em Diário da República, foi feita com base nas prioridades de cada sector, na premência da redução de despesa pública e na procura de equidade, tendo em conta a capacidade de autonomização das fundações. O Governo vai reavaliar as decisões tomadas agora no próximo ano.

Entre 2008 e 2010, os apoios públicos concedidos a fundações ascenderam a cerca de 820 milhões de euros, o que representa apoios de cerca de 275 milhões por ano. Os 150 milhões de poupança anual estipulados pelo Governo representam um corte de cerca de 55% nas verbas concedidas a estas entidades.

* 27 fundações para dar jobs aos boys.