20/02/2013

.
HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Reding admite que é preciso 
"mais tempo" para Portugal 

A vice-presidente da Comissão Europeia (CE) Viviane Reding admitiu esta quarta-feira no Porto ser necessário "mais tempo" para Portugal construir um futuro sólido.
"Estou muito preocupada com a situação económica e penso que cada cidadão deste país [Portugal] sabe que a situação não é fácil e que precisamos de mais tempo para construir novas estruturas para construir um futuro sólido para as próximas gerações", afirmou a responsável pela Justiça, Direitos Fundamentais e Cidadania da CE.
Viviane Reding, que falava momentos antes de um encontro com empresários na Associação Comercial do Porto, disse que a maior parte do Eurogrupo está "ciente que vai ser preciso tempo para ultrapassar a crise", mas também assinalou que "Portugal conseguiu voltar aos mercados e isso são boas notícias".

Reding disse ainda que em Março o Eurogrupo vai discutir a forma como dois países podem sair do programa de ajuda externa: Irlanda e Portugal.

"Só o facto de esta discussão existir mostra que, apesar de todas as dificuldades que as pessoas sentem neste país, as coisas estão a seguir na direcção certa. Em Março, os ministros das finanças vão olhar para os números e os factos e ver a maneira de Portugal se manter sozinho novamente", frisou.

A dirigente luxemburguesa destacou ainda a forma "notável" e a "coragem" do Governo português em levar as reformas por diante, que acredita serem "absolutamente necessárias".

"Este país estava em muito mau estado e teria sido uma catástrofe para as próximas gerações se isso tivesse continuado", referiu.

A responsável da CE lembrou também o regresso de Portugal aos mercados - sinal de que "as coisas estão na direcção certa" - e a forma como a Europa ajudou o país "no momento em que não se conseguia refinanciar sozinho".

Assinalou, porém, que "isso é solidariedade mas não é a solução. A solução é a de que cada país seja capaz de se aguentar sozinho".

Sobre as manifestações de descontentamento entre os portugueses quanto às políticas do Governo, salientou que talvez "as pessoas ainda não vejam a luz ao fundo do túnel, mas têm de saber que os sacrifícios que fazem são para o bem do país e Portugal sairá da crise mais sólido do que antes".

A Comissão Europeia integra, juntamente com o Fundo Monetário Internacional e o Banco Central Europeu, a troika de ajuda financeira a Portugal.

* Gaspar, finalmente, também já reconhece... a asneira que tem defendido

.
.
2/OS AÉREOS DA 
DESGRAÇA































.
.

HOJE NO
"DESTAK"

 Europol ajudou Polícia Judiciária 
na descoberta de 1.901 notas falsas 
de 200 euros

As 1.901 notas de 200 euros falsas apreendidas no Grande Porto são de "excecional qualidade" e só foi possível descobri-las após uma investigação internacional que juntou Judiciária e Europol, disse hoje a coordenadora de Investigação Criminal da PJ/Porto.
"Esta falsificação é muito boa, tem uma ótima qualidade, não só pelo papel, mas também por ter na sua execução um conjunto de elementos de segurança que fazem com que a nota pudesse passar mesmo naquelas máquinas de infravermelhos", explicou a coordenadora de Investigação Criminal Damiana Neves, acrescentando que a marca de água é o elemento com pior qualidade.

As notas falsas de 200 euros, cuja contrafação foi feita no estrangeiro, foram apreendidas na posse de um indivíduo de 46 anos, que circulava com o valor total de 380.200 euros, explicou Damiana Neves, numa conferência de imprensa realizada hoje à tarde, referindo que a investigação se prolongou por cerca de um mês.

* Parabéns sinceros à P.J.

.

.
. .

 Preservativo 


com gelado





.
.
HOJE NO
"i"

António Barreto. 
Coesão social continua ameaçada e políticos não explicam o que se passa 

A coesão social continua ameaçada e os políticos não explicam aos portugueses as decisões sobre a crise, criticou hoje o sociólogo António Barreto, para quem todos os povos um limite para os sacrifícios exigidos.

"A coesão [social] continua ameaçada, não há sinais de suavização, de suavidade, e creio que tanto os políticos do Governo como os da oposição continuam a manter uma insuficiente explicação, [nomeadamente] afetiva com a população que lhes permita explicar o que se está a passar", disse o especialista.

O presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos falava aos jornalistas depois da apresentação do Portal Opinião Pública (POP), uma parceria desta entidade e do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa para disponibilizar dados acerca das atitudes e valores dos europeus, e dos portugueses, sobre assuntos como família, religião, economia ou trabalho.
"A cada dia que passa acrescenta-se uma ameaça às anteriores e é mais difícil saber hoje até onde se pode ir", referiu o especialista.

Aliás, "todos os povos têm um limite e o português também, não sabemos é onde ele está", alertou.
Questionado acerca da reação dos portugueses à crise económica e às medidas de austeridade, António Barreto defendeu que "a ideia de que quando uma pessoa passa o limite se limita a ir para a rua e queimar coisas é errada".

Agora "vamos ver como é que os portugueses se comportam na rua, no trabalho", acrescentou.
A forma como cada cidadão reage às dificuldades, à frustração e ao sentimento de injustiça difere.
"As pessoas podem fazer manifestações pacíficas, menos ordeiras ou violentas, mas também podem trabalhar pior, trabalhar mal, não ter ideias ou não ter imaginação", não fazer novos planos, imigrar ou ter problemas de família.
Ainda acerca das manifestações públicas, o presidente da Fundação, alerta que não pode classificar-se "tudo da mesma maneira".

Respondendo à situação em que um grupo de particpantes numa conferência no ISCTE não deixou o ministro adjunto e da Presidência Miguel Relvas discursar, António Barreto salientou que, em democracia, todos têm direito a falar.
Perante "10 ou 20 estudantes a cantar a Grândola Vila Morena e a impedir um ministro de falar, posso sorrir nos primeiros segundos, depois já não sorrio porque eles têm o direito de falar, mas o ministro também e não gostei do que se passou", frisou.

António Barreto disse aos jornalistas que os responsáveis da Fundação Francisco Manuel dos Santos chegaram a ponderar avançar com uma parceria com uma instituição ou empresa para enfrentar os elevados custos do trabalho de divulgação de dados estatísticos.
Até agora, essa decisão não foi tomada porque "muitas das parcerias implicam perda de independência, de caráter ou de personalidade", explicou, admitindo, no entanto, ser possível que tenham de voltar a refletir sobre esse assunto.

* Sempre manifestámos muito respeito por António Barreto, e estamos muito atentos às suas opiniões, consideramos no entanto ser desnecessário ouvir mais um dos maiores enganadores contemporâneos deste país, paladino da legalidade sem ética.

 .
.


 7/MENSAGENS
SEM DÓ





















.













.
.
  HOJE NO
"A BOLA"

«Quem sair mais cedo da Europa fica mais perto de ganhar o título», diz Jorge Jesus
 
Pragmático. Jorge Jesus fez há poucos minutos a antevisão do jogo de amanhã, com o Leverkusen, para a Liga Europa, mas logicamente falou das competições internas e do campeonato, grande objetivo dos encarnados para esta temporada. E, por isso, o treinador benfiquista acredita que, entre Benfica e FC Porto, o que primeiro for eliminado da Europa fica em melhores condições para conquistar a liga.
 «Das duas equipas que estão na frente [Benfica e FC Porto], aquela que sair mais cedo da Europa tem mais hipóteses de ganhar o campeonato», disse Jorge Jesus, garantindo, porém, que sonha em chegar a uma final europeia.

«Já estive numa meia-final, mas a ambição de um treinador é chegar a uma final europeia e, por isso, este é um jogo importante para atingir essa marca», considerou o treinador. 

* Jorge Jesus quando não alimenta picardias fala com senso. 

.