24/01/2013

.
HOJE NO
"RECORD"

Miguel Oliveira: 
«Temos uma grande equipa» 
Piloto português está na Índia 

A poucas semanas de iniciar a aventura na nova equipa, a Mahindra Racing, Miguel Oliveira viajou até à Índia para a apresentação oficial do projeto para o Mundial de Moto3 de 2013.

O piloto português abordou os objetivos para a temporada que se avizinha e mostrou-se ansioso por entrar em ação. “Estive na Suíça, onde tive a oportunidade de ver como a moto vai ser, e a verdade é que já parece ser muito boa. Estou desejoso por andar nela o mais depressa possível."

"Tem um motor novo, pelo que o tempo é muito importante no que toca ao desenvolvimento. Vamos ter de definir as metas desse mesmo desenvolvimento. Queremos fazer as coisas com método e não apenas experimentar coisas por experimentar", disse Oliveira, que completou 18 anos no início do mês.

O facto de o quadro da nova moto ser fabricado pela Suter deixa o piloto português confiante, uma vez que na Team Estrella Galicia 0,0, onde competiu em 2012, a moto oficial era uma Honda com quado Suter.

"Além de já saber como a moto funciona e quais os pontos que temos de melhorar, conto também com dois técnicos que trabalharam comigo e com toda a experiência da Suter, que iniciou o projecto de MotoGP no ano passado e que é uma marca de referência no Moto2. Sei que temos uma grande equipa e acredito nela", afirmou.

Recorde-se que a primeira prova do Mundial de Moto3 decorre a 7 de abril, no Circuito de Losail, no Qatar. Até lá, Miguel Oliveira vai realizar testes entre 12 a 14 de fevereiro, em Valência, e de 18 a 21 de março, em Jerez de la Frontera.

* BOA SORTE

.
.
DOUTRO SÉCULO
 
PORTUGAL


HÁ 100 ANOS



 ARDINAS EM LISBOA






 VIVA A REPÚBLICA


E ASSIM SE VIAJAVA

INÍCIO DO PRÉ-ESCOLAR

VINHO DO PORTO


A CIDADE INVICTA


A ÚLTIMA FOTO 
DE FRANCISCO LÁZARO



PUBLICIDADE



LISBOA, AV. DA LIBERDADE

LISBOA, PRAÇA DO SALDANHA


QUE VIVA MAIS CEM


.
.
HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

15 mil crocodilos fugiram 
de uma quinta na África do Sul 

Quinze mil crocodilos fugiram de uma quinta situada no norte da África do Sul na sequência das fortes chuvadas que se têm feito sentir no país.
De acordo com o jornal britânico Telegraph, os proprietários da Quinta de Crocodilos Rawenta foram obrigados a abrir os portões, devido à subida das águas do rio Limpopo.

Alguns dos crocodilos foram entretanto recapturados, mas pelo menos metade continua em liberdade. Um deles apareceu num campo de rugby de uma escola a 120 quilómetros de distância.
“Temos vindo a capturá-los à medida que os agricultores nos telefonam a dizer que há crocodilos na sua propriedade”, explicou Zane Langman, genro do proprietário da quinta.
Estes animais são mais fáceis de apanhar à noite, uma vez que os seus olhos ficam vermelhos no escuro.

As autoridades aconselham a população a ficar em casa e não se aproximarem dos animais.

* Que medo

.
.
 TARALHOCOS





.
.

HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"


Ex-director do BCP e actual supervisor 
da CMVM diz que criou 'offshores' 
por ordem de Líbano Monteiro 

O antigo director do BCP e actualmente director de supervisão da CMVM disse hoje em tribunal que foi por indicação de Líbano Monteiro que criou cinco das 17 'offshores' Cayman que estão a ser investigadas no processo BCP.
"Recebia instrução, orientação do meu administrador" para a constituição de sociedades 'offshore', disse hoje Miguel Namorado Rosa, no julgamento do processo-crime do BCP, no campus da Justiça, em Lisboa, acrescentando que não se revê "na palavra 'criador'" de sociedades 'offshore'.

"Não sou autor, nem criador, eu transmitia ordens no sentido da sua criação a quem as vai operacionalizar", afirmou a testemunha.

O ex-responsável do banco especificou que foi o então administrador do Banco Português de Negócios (BPA) Pedro Líbano Monteiro, a quem reportava, que deu indicção para a constituição de 'offshore' em conversas pessoais com o objectivo de "fazer investimento em acções do BPA".

Cada uma destas sociedades tinha um limite de crédito de 10 milhões de euros para realizar esse investimento.

Miguel Namorado Rosa foi ouvido hoje como testemunha chamada pelo Ministério Público devido a ter exercido funções (entre 1998 e 2000) no BPA, acumulando-as então com as que desempenhava no Centro Corporativo do BCP (entidade de que era funcionário desde 1989). O BPA foi comprado pelo BCP em 1995, mas a fusão apenas seria concluída em 2000, quando se dá a oferta pública de troca de acções do BPA por títulos do BCP.

O depoimento de Miguel Namorado Rosa tornou-se mediático depois de, no início de Janeiro, no último dia do julgamento em que a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) acusava sete ex-gestores do BCP de prestarem informações falsas ao mercado (em que na sentença o antigo fundador do banco, Jardim Gonçalves, foi condenado a pagar uma coima de um milhão de euros e a inibição de ocupar cargos no sector financeiro durante cinco anos), o director do BCP Miguel Magalhães Duarte ter dito que Miguel Namorado Rosa, que teria afirmado em tribunal ser o autor de cinco das 17 'offshore' sediadas nas ilhas Caimão, foi nomeado no início do ano para um cargo de supervisão CMVM.

Na sessão de hoje, Namorado Rosa (que confirmou que saiu do BCP no final do ano passado e que, desde o início de Janeiro, é director do Departamento de Supervisão de Mercados, Emitentes e Informação do regulador dos mercados financeiros) esteve "tenso", como qualificou a juíza Anabela Morais, que pediu à testemunha para estar "à vontade" na colaboração com o tribunal e não se preocupar com o que "diz a comunicação social".

Ainda sobre as 'offshore', o actual responsável da CMVM disse que não tinha conhecimento dos últimos beneficiários ('donos') das sociedades de que propôs a criação, mas que isso não lhe permite dizer "que eram pessoas fantasmas, que não existiam", acrescentando que acredita que estes investidores existiam.
FILIPE PINHAL

Esta foi mais uma sessão do julgamento do ex-presidente do BCP Jardim Gonçalves e dos ex-gestores Filipe Pinhal, Christopher de Beck e António Rodrigues pelos crimes de manipulação de mercado e falsificação de documentos. Os arguidos são imputados a prática daqueles crimes através da actividade de 'offshore' criadas e detidas pelo BCP para o efeito de influenciar a liquidez do título.

* Porque é que este senhor ainda trabalha na CMVM?

.
 TANTO PARA  OS OLHOS
  COMO PARA 
TRANSPORTAR













.

HOJE NO
"DESTAK"

Quarenta enfermeiros portugueses reforçam hospital no leste de 
Inglaterra a partir de fevereiro 

Quarenta enfermeiros portugueses vão reforçar o quadro de pessoal do hospital de West Suffolk, no leste de Inglaterra, a partir de fevereiro, no seguimento de uma ação de recrutamento em Portugal. 
Os portugueses chegarão em dois grupos, um em fevereiro e outro em março, e vão substituir trabalhadores temporários e vagas por preencher, informou o hospital. Uma porta-voz do hospital afirmou hoje à agência Lusa que estes enfermeiros foram entrevistados por responsáveis enviados ao Porto. 

* Os nossos governos adoram esbanjar capital humano, boa sorte para eles que saem dum país agreste.

.