30/10/2012

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Carminho

Meu Amor vem ver o rio


de

FERNANDO ALVIM




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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Agricultores terão 300 milhões 
de apoios à seca 

A ministra da Agricultura, Assunção Cristas, anunciou nesta terça-feira que os agricultores recebem já esta quarta-feira cerca de 300 milhões de euros de apoios directos autorizados pela Comissão Europeia no contexto das medidas de apoio à seca.

"Amanhã [quarta-feira] mesmo estarão na conta dos agricultores aproximadamente 300 milhões de euros. Estes 300 milhões de euros correspondem à antecipação de 50% dos pagamentos directos autorizados pela Comissão Europeia, no contexto das medidas de apoio à seca num ano de grandes dificuldades para o sector, este pagamento resulta de um enorme esforço do Governo que lutou desde a primeira hora para a necessidade de se olhar para o problema que se viveu em Portugal devido à seca", disse a governante
Assunção Cristas, que fez uma intervenção já na fase final do primeiro dia de debate da proposta de Orçamento do Estado para 2013, deu conta ainda das dificuldades em executar este pagamento devido ao "sistema informático desajustado" que estará a provocar várias dificuldades na operacionalização destes pagamentos.
A ministra aproveitou ainda para relembrar os cortes aplicados em várias rubricas de despesa do Ministério da Agricultura, e que 54% do orçamento do seu ministério diz respeito a fundos comunitários.

* A ministra da lavoura sabe que este dinheiro é insuficiente e chega tarde e a más horas, devia ter sido entregue o mais tardar em Junho para se atenuarem as despesas extras do 1º semestre e  investir para o Inverno.
Ser agricultor em Portugal é uma maneira de empobrecer "alegremente" e a ministra não tem mostrado sensibilidade pelos que mais sofrem, efémera será a sua passagem como cabecilha do sector.

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 AS SUGESTÕES
SOBRE RODAS























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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Construção Civil 
Despedimentos no sector 
superiores a 100 mil 

 Sindicato teme que ao ritmo médio de supressão de 10 mil postos de trabalho por mês, a situação vai «disparar» já em janeiro. O Sindicato dos Trabalhadores da Construção afirmou hoje que o número de despedimentos no setor já ultrapassou os 100 mil, advertindo que ao ritmo médio de supressão de 10 mil postos de trabalho por mês, a situação vai “disparar” já em janeiro. “O desemprego neste momento não pode ser científico. 

Não posso dizer que há apenas 90 mil trabalhadores, pois há mais 10 ou 15 mil que trabalhavam para empresas e que não faziam descontos e não têm direito ao subsídio de desemprego”, afirmou o presidente do sindicato, Albano Ribeiro. 

O sindicalista referiu que a situação real aponta para 115 mil trabalhadores desempregados, um ritmo que tem vindo a agravar-se desde janeiro deste ano. “O ritmo de despedimentos que começou, a partir de janeiro, era de 8 mil trabalhadores a saírem para o desemprego. 

Neste momento, o ritmo de despedimentos mensal é de 10 mil trabalhadores”, mencionou Albano Ribeiro. Relativamente ao número de empresas do setor, o representante do Sindicato disse que “desaparecem cerca de 30 empresas por dia”. Hoje, uma centena de trabalhadores da construção, vindos do Porto, manifestou-se esta tarde à porta do Ministério da Economia, em Lisboa.

* Construíu-se demasiado sem regra, foram duas décadas de betão florido em detrimento de outras prioridades, os pequenos empreiteiros sucumbem ao lado dos empregados, as grandes empresas dos "patos bravos" ou são da banca, por dívidas contraídas, ou navegam em lobis políticos.

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 PESCA À LINHA





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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

 CEMA espera que estaleiros 
voltem a construir navios

 O chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA) disse hoje esperar que a partir de 2014 os Estaleiros de Viana do Castelo (ENVC) possam voltar a trabalhar na construção dos navios encomendados pela Marinha e que estão parados. 

"A preocupação fundamental que temos é em relação à evolução de todo o processo dos ENVC e que eventualmente possa conduzir no futuro para a renovação dos navios, que poderão e deverão ser construídos em Portugal e que irão renovar navios com quarenta e muitos anos que temos para vigilância de uma área vastíssima de mar sob a nossa responsabilidade", afirmou à agência Lusa o almirante Saldanha Lopes.

O chefe militar frisou que a resolução do Conselho de Ministros que revogou a construção de seis navios de patrulha oceânica e cinco lanchas de fiscalização "é explícita" quanto à continuação deste processo no futuro.

"No que respeita aos navios de patrulha estamos reduzidos a três, eram dez inicialmente, e a seis corvetas, temos feito alguns investimentos [de manutenção] ao longo dos últimos cinco, seis anos no sentido de prolongar a vida útil dos navios, o que tem acontecido, o Arsenal do Alfeite tem sido fundamental para essas ações", declarou.

Saldanha Lopes referiu que um dos navios de patrulha, o Viana do Castelo, "já está operacional em missões de busca e salvamento" e que o Figueira da Foz estará a funcionar em oito meses, mas que a Marinha precisa dos equipamentos que estavam inicialmente previstos.

Questionado sobre até quando se podem prolongar as ações de manutenção nos navios mais antigos da Armada, o CEMA disse que "é evidente que não duram para sempre", e que espera que "num prazo de quatro, cinco, seis anos" estes possam começar a ser substituídos.
O chefe da Armada disse que "voltar a construir os navios que faltam é fundamental" e que espera que isso comece a partir de 2014 para que, "gradualmente, até 2024, 2025, se possa completar este programa".

* Deseja-se que os estaleiros construam mais navios e tirem do sufoco os trabalhadores, mas também se deseja que se reduza a despesa ao nível dos "tachos" nas forças armadas e, sem medo, a corrupção que existe no seu interior.

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 1-INDIGNAÇÃ


NA RUA






















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