24/10/2012

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Comissão Europeia acusa Microsoft 
de não cumprir acordo de concorrência 

O regulador europeu considera que a tecnológica americana não respeitou um compromisso que facilita ao utilizador a escolha do seu programa de navegação (browser) preferido nos seus computadores. A investigação continua mas, caso a Microsoft seja considerada culpada, poderá ser multada até 10% das suas receitas anuais. 

 A Comissão Europeia considera que a Microsoft não respeitou os compromissos assumidos para assegurar a concorrência no mercado de programas de navegação.

O órgão executivo da União Europeia enviou à tecnológica americana uma comunicação de objecções (um dos passos formais das suas investigações) declarando a ideia inicial de que a Microsoft não cumpre as regras acordadas em 2009, que pretendem oferecer aos utilizadores a possibilidade de acederem, sem restrições, aos navegadores que preferirem nos computadores com sistema operativo da tecnológica através de uma hipótese de escolha no ecrã.

Os compromissos assumidos pela empresa liderada por Steve Ballmer (na foto) com a Comissão Europeia são “juridicamente vinculativos” e foram, na altura, considerados como tendo dissipado as preocupações em relação ao facto de a Microsoft “poder ter vinculado o seu programa de navegação Web, Internet Explorer, ao sistema operativo Windows para PC”, o que infringiria as regras comunitárias relativas ao abuso de posição dominante.

De acordo com as objecções comunicadas hoje, quarta-feira, à empresa co-fundada por Bill Gates, a Microsoft não disponibilizou no ecrã a escolha dos navegadores no seu Windows 7 Service Pack 1, lançado em Fevereiro de 2011. “De Fevereiro de 2011 a Julho de 2012, milhões de utilizadores Windows na União Europeia podem não ter visto esse ecrã de escolha”, indica o comunicado emitido pela Comissão Europeia.

A Microsoft poderá, agora, responder às alegações feitas pelo regulador da concorrência europeu. A Comissão Europeia irá depois tomar uma decisão.

Se a Comissão Europeia considerar que foram infrigidos os compromissos vinculativos, a Microsoft pode vir a ser condenada a pagar uma coima, que poderá chegar a 10% das suas receitas totais anuais. No caso da americana, escreve o “New York Times”, a coima poderá ascender a 7 mil milhões de dólares (5,4 mil milhões de euros). 

* O Bill e seus muchachos também sabem fechar portas, não é rico por as ter escancaradas.


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TERNURICES




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HOJE NO
"DESTAK"

CMVM alerta sobre duas empresas
 não autorizadas a intermediar financeiramente em Portugal 

 A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) alertou hoje para a presença no mercado de duas empresas que não estão autorizadas a "desenvolver qualquer atividade de intermediação financeira em instrumentos financeiros em Portugal". 

As empresas em questão são a 'Dinheiro Ganhar' e a 'iOption Group Limited', aponta o regulador em dois comunicados à imprensa divulgados na tarde de hoje. "Todas as pessoas e entidades que tiverem estabelecido qualquer relação comercial" com as referidas entidades podem contactar a CMVM para obter mais informações, informou também o regulador. 

* Há sempre vigaristas à espreita

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 ASSÉDIO MÚTUO



















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6.A BOCA D'OJE
QUARESMA

JOGADOR DE FUTEBOL NO BESKITAS

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"NÃO URINEI EM NINGUÉM"

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HOJE NO "CORREIO DA MANHÃ"

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HOJE NO
"i"

Ministro da Saúde quer "diminuir os tempos de espera" para transplantes de órgãos e tecidos

O ministro da Saúde, Paulo Macedo, afirmou hoje, em Coimbra, que "temos de fazer tudo para diminuir os tempos de espera" para transplantes de órgãos e tecidos, em Portugal.

"Temos consciência que há pessoas em espera, e temos de fazer tudo para diminuir os tempos de espera" e para que "estes venham a ser cada vez menores", sustentou o governante, que falava no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), numa sessão evocativa do primeiro transplante hepático efetuado há 20 anos, naquela cidade, por uma equipa liderada por Alexandre Linhares Furtado.
 "A nossa limitação reside na diminuição de dadores cadavéricos com condições para doar", sublinhou Paulo Macedo, reconhecendo, no entanto, que "também há problemas ao nível da colheita, que têm de ser corrigidos".

Há "assimetrias regionais" em relação à colheita de órgãos, disse o ministro, referindo que a região de Coimbra, com uma média de 39 dadores cadavéricos por milhão de habitantes, "está acima da média nacional" (28,1) e mesmo da média registada em Espanha, que é uma das mais elevadas da Europa.
Portugal, no entanto, "tem tido uma posição invejável nos que diz respeito à transplantação de órgãos e tecidos", apesar de, "nos últimos três/quatro anos, ter vindo a assistir a uma diminuição de transplantes".
O país "continua numa posição de destaque no panorama internacional", o que, todavia, não deve fazer com que "ignoremos que tem havido quebras", que "determinam o aumento do número de doentes que aguardam transplantação", defendeu Paulo Macedo.

Na sessão evocativa do 20.º aniversário do primeiro transplante hepático, realizado em Coimbra, depois de ter sido descerrada uma lápide alusiva à efeméride, na Unidade de Transplantação Hepática do CHUC, também intervieram Alexandre Linhares Furtado e o seu filho, o cirurgião Emanuel Furtado, o presidente do conselho de administração do CHUC, José Martins Nunes, e a primeira doente adulta e a primeira criança transplantadas por aquele serviço.

"As pessoas aqui transplantadas há 20 anos" e "a atividade deste hospital" são reflexo da "capacidade diferenciadora que temos" em Portugal, uma das circunstâncias que faz com que os hospitais não sejam apenas "locais de esperança -- os hospitais do nosso Serviço Nacional de Saúde são uma certeza", afirmou Paulo Macedo.

* É o único ministro deste governo que consideramos e se tiver hipóteses faz obra, pese a ligação forte que tem à banca com interesses em hospitais privados.

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5.A BOCA D'OJE
RUI RIO

PRESIDENTE DA CÂMARA DO PORTO

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"A resposta do Governo sobre os equipamentos e trabalhadores da Fundação Ciência e Desenvolvimento,  parece que explica que o mundo é uma esfera quadrada rodeada de oceanos e mares e que o Governo acha que mais vale morrer do que perder a vida"

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23/10/12 NO "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

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