25/09/2012

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HOJE NO
"RECORD"


Belas Clube de Campo Senior Open 
Portugal tem 2.º torneio 
mais sustentável do Mundo 

O Senior Open de Portugal, que se realiza no Belas Clube de Campo, é o segundo torneio de golfe, o primeiro da categoria sénior, mais sustentável do Mundo, anunciou esta terça-feira a organização da prova.

O estudo "Sustainable Golf Index 2012" foi realizado pela consultora internacional CSR Between-us entre os 82 torneios da European Tour da Europa, Ásia, África e América e baseou-se em três parâmetros: pessoas, planeta e virtudes.

O Belas Clube de Campo Senior Open de Portugal alcançado o segundo lugar na classificação geral, com um total de 78,6 pontos, só atrás do KLM Open, que se disputa no Hilversumsche Golf Club, na Holanda.

"Esta distinção é mais um reconhecimento da prática de sustentabilidade adotada pelo Belas Clube de Campo, desde 1995", sublinhou Gilberto Jordan, diretor executivo do Grupo André Jordan, organizador da competição portuguesa.

Para o mesmo responsável, o Senior Open de Portugal implica uma série de parcerias que implicam o "reforço de um conjunto de medidas de gestão ambiental, nomeadamente em relação às emissões de CO2, consumos de energia, gestão de resíduos, acessibilidade, consumo de água e conservação da natureza".

A compensação de 101 toneladas de emissões de CO2, numa parceria com a ONU, a racionalização da água, através de um sistema informatizado de rega e a utilização de 15 redutores de caudal nas torneiras, e a taxa de reciclagem dos resíduos (56 por cento) foram alguns dos fatores avaliados.

O fato de 90 por cento dos fornecedores serem locais e a maioria dos produtos de origem portuguesa, bem como o contributo de 10.000 euros para IPSS Centro de Educação para o Cidadão Deficiente de Mira Sintra contribuiram também para esta avaliação. 

* De vez em quando temos uma oportunidade de nos sentirmos orgulhosos mas quando pensamos em S. Bento é cá uma náusea...

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 "MANIF"/6




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 AO ABANDONO 
Já foram sonhos...
























...hoje nem pesadelos



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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Um terço dos homicídios ocorre
 em contexto conjugal 

Um terço dos homicídios registados anualmente ocorrem em contexto conjugal, um "número muito significativo" que o diretor nacional adjunto da Polícia Judiciária defende que tem de ser reduzido através de estratégias que passam pela sensibilização da sociedade. 

"Se porventura estivéssemos mais atentos, se os sinais fossem mais rapidamente percebidos, se a atuação fosse mais célere e eficaz talvez esta morte pudesse ser evitada", afirmou Pedro do Carmo, no seminário "Morrer no feminino: da Prevenção à Intervenção", promovido pela Escola de Polícia Judiciária e que está a decorrer em Loures.
O crime representa um "número muito significativo" no total da percentagem de homicídios que acontecem em cada ano, representando cerca de um em cada três, frisou. 

"Tenho a perceção de que estes crimes ocorrem em casais com idades cada vez mais jovens. Não é raro termos notícias de homicídios em namorados, ainda na semana passada tivemos um desses casos", comentou.

Pedro do Carmo salientou a importância do seminário para tentar identificar estratégias que possam reduzir estes números e "sensibilizar a sociedade para este fenómeno que deve preocupar e envergonhar-nos enquanto cidadãos e sociedade".
Elizabete Brasil, da União de Mulheres Alternativas e Resposta (UMAR), revelou no seminário que, este ano, já foram registados 33 homicídios e 31 tentativas de homicídios. Em 2011 foram assinaladas 27 mortes e 44 tentativas de homicídio.
O observatório da UMAR contabilizou ainda um total de 66 vítimas associadas (diretas e indiretas), 14 das quais nos homicídios e 52 nas tentativas de homicídio.
Ressalvando que estes dados têm como fonte as notícias publicadas na imprensa, Elizabete Brasil adiantou que poderá haver muitas outras situações que não reportadas.
Os meses de maio a novembro são os que registam o maior número de homicídios, com maior predominância nos meses de verão.

Entre 2004 e 2011, foram assassinadas 278 mulheres, continuando os distritos de Lisboa (56), Porto (41) e Setúbal (29) "a assumir taxas de incidência preocupantes", observou.
Em 2011, o grupo etário entre o 36 e os 50 anos foi o que registou mais homicídios. Mais de metade (52%) dos homicídios foram praticados com arma branca, 33% com arma de fogo, setepor cento com outros objetos, como pás e machados, enquanto oito por cento das mulheres foram assassinadas por asfixia e estrangulamento (quatro por cento cada).

A residência continua a ser o espaço onde a maior parte dos homicídios foram praticados em 2011 (93%), seguidos pelos crimes praticados na via pública (sete por cento).
"Continuamos a assistir a uma passividade da sociedade e da família" que só depois do crime ocorrer é dizem que tinham conhecimento da situação, lamentou Elizabete Brasil.
A responsável defendeu o reforço das medidas policiais nas situações de violência doméstica, a aplicação de "forma sistemática" de instrumentos de avaliação de risco e o desenvolvimento de estratégias que visem a penalização dos agressores de modo a evitar mais sofrimento à vítima.
Presente no seminário, Dalila Cerejo, do Observatório Nacional de Violência e Género, afirmou que "os custos da violência contra as mulheres são inúmeros". 

A investigadora adiantou, citando um estudo de 2004, que uma mulher vítima de violência doméstica tem um custo acrescido com a saúde de 140 euros por ano, sendo 90% dos custos suportados pelo Serviço Nacional de Saúde.
Dados mais recentes do Conselho da Europa, que têm como base o Reino Unido, afirmam que esse custo pode atingir os 555 euros. 

* Quem anda a impingir a ideia de os portugueses são um povo de brandos costumes???



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 "MANIF"/5




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 IDENTIFICANDO UM SOLTEIRO
NUM CASAMENTO





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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

 RECUO NA TSU
A "embaraçosa" "volta de 180 graus" 
do Governo corre o mundo 

O recuo do Governo na taxa social única e a decisão de avançar com um aumento impostos sobre o rendimento está a correr o mundo. "Embaraçosa", diz o FT. Coligação esteve em risco, escrevem Wall Street Journal e El País. Há uma nova fase na crise, comentam no Telegraph. 

“A embaraçosa volta de 180 graus é uma das mais significantes tomadas por um Governo da Zona Euro em resposta a manifestações contra as medidas de austeridade requeridas por um programa de resgate internacional”, escreve hoje o influente diário britânico Financial Times, naquela que é, entre os jornais internacionais, a peça mais crítica sobre a confusão política dos últimos dias.

O norte-americano Wall Street Journal, o principal corrente do FT na área financeira, também lhe chama “volta de 180 graus”, considerando que as reacções populares e o recuo do Governo “mostram como está a ficar cada vez mais difícil aos governos da Zona Euro com problemas impor mais medidas de austeridade sobre uma população já em dificuldades”

O El País, que dedica as páginas dois e três da sua edição de hoje em papel à crise em Portugal, descreve o recuo do Governo perante as criticas e os protestos da população, sindicatos e patrões e descreve a redução da taxa social única para empresas como uma “experiência social” que “de repente” fez com que “os portugueses, que tinham aguentado estoicamente várias doses de medidas para converter o país no melhor aluno da receita europeia anticrise, saíram para a rua, colocaram-se educadamente numa praça e começaram a protestar”.

A Associated Press, citada pelo Washington Post, diz que o recuo do Governo visou evitar uma nível de contestação que “ameaçava tirar o programa de recuperação económica dos carris”, mas vinca também que as propostas de ontem “foram recebidas sem entusiasmo” por patrões e sindicatos.

Coligação em causa
Os efeitos da crise política na coligação governamental também são notados pelos três jornais. O El País vai mesmo mais longe e diz que a coligação esteve em causa: “O aliado político do Governo, o CDS-PP, companheiro conservador do partido de Passos Coelho, o PSD, no Governo e no Parlamento, lançou sinais de aviso: ou se dava a volta atrás ou se acabava a coligação”, lê-se num dos artigos publicados hoje, onde se vinca que “tal dinamitaria a valiosa estabilidade política, o principal activo de Portugal aos olhos da Europa (aos olhos da troika)”.

O Financial Times, por seu lado, escreve que “algumas das criticas mais severas chegaram de figuras sénior do seu próprio partido de social democrata”, acrescentando que “Paulo Portas, o ministro dos Negócios Estrangeiros e líder do conservador Partido Popular – parceiro de coligação – afirmou que se argumentou contra a medida”.

O Wall Street Journal diz que mais medidas de austeridade poderão encontrar problemas: “membros da coligação de centro direita de Passos Coelho criticaram a medida, aumentando as dúvidas sobre a capacidade do Governo de ter votos suficientes no Parlamento para adoptar mais medidas de austeridade”.

Portugal entrou numa nova fase da crise

Ambrose Evans-Pritchard, o atento comentador de assuntos económicos do britânico Telegragh diz que não vai tão longe como Francisco Louçã ao afirmar que o Governo está morto: “Deixo para os leitores portugueses deste blogue dizerem se é assim, mas o que é claro é que Portugal está a entrar numa fase completamente nova da crise”, escreve hoje no seu blogue.

Evans-Pritchard, diz que ninguém pode culpar o governo de não tentar seguir as recomendação do FMI e Comissão, lembrando que a coligação tentou mesmo ir além da troika, vinca que este é o momento em se percebe que “há forças maiores que os Governos”: “Passos Coelho e os seus jovens acólitos estão agora cara a cara com Portugal”.

O Financial Times também critica o Governo, mas por ser demasiado tímido perante os protesto, e pede mais FMI: “A decisão de deixar cair a medida para a Segurança Social mostra quão tímido o Governo se tornou perante a pressão publica. O programa de ajustamento português sempre teve Europa a mais e FMI a menos. O Fundo precisa de manter Lisboa no rumo para evitar que se torne outra Grécia”, lê-se no Lex, um espaço de opinião de eleição entre os operadores de mercado.

* Temos um governo de acrobatas cujos exercícios de exibição parecem correr bem, mas trabalham sem rede isto é, para além da intriga sem ideias fundamentadas a não ser a do saque continuado, acabam por se estatelar, como não têm nem pudor nem vergonha continuam  "democráticamente"  a governar.

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