24/07/2012

 .
HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Parlamento: 
Centro de acolhimento ao cidadão

A Assembleia da República, presidida por Assunção Esteves, vai ter um centro de acolhimento ao cidadão, a partir do mês de Setembro. A 24 de Setembro está prevista ainda a primeira reunião descentralizada da presidente do Parlamento com os presidentes das comissões, a ter lugar em Setúbal.
Estas são algumas das medidas que a presidente do Parlamento quer ver implementadas, a par da criação de uma comissão de simplificação de legislação.
No balanço da actividade parlamentar da primeira sessão legislativa da actual Legislatura, o Governo apresentou à Casa da Democracia 122 iniciativas legislativas, a equipa de Passos Coelho participou em 103 sessões plenárias e em 336 reuniões de comissões.
Das 122 iniciativas do Executivo, "foram já publicadas, até ao momento, 42 leis e 21 resoluções da Assembleia da República", de acordo com o balanço feito pelos serviços do Parlamento.
Ao todo foram colocada 3650 perguntas ao Executivo, sendo que já foram dadas 2950 respostas.
Na próxima sessão legislativa vai a debate uma iniciativa legislativa do cidadão sobre a precaridade.

* Para que serve????

.
.

AS 100 MELHORES CANÇÕES DOS ANOS 80

(PARA A NME)
 .
Nº27
  FAIRYTALE OF 
NEW YORK
.THE POGUES



n
 .
HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Sindicatos recusam reunir com ministro 

A reunião prevista para ontem entre representantes da área do ensino com o ministro da Educação não se realizou porque as organizações representativas do setor recusaram ser recebidas separadamente, tal como proposto pela tutela.

 O encontro agendado para ontem, no qual deveriam ser avaliadas as políticas de educação do último ano letivo, foi pedido por cerca de uma dezena de organizações, entre sindicados, confederações de pais e organizações de dirigentes escolares.
Contudo, o Ministério da Educação decidiu realizar reuniões separadas com cada um dos grupos, o que não foi aceite pela totalidade dos dirigentes, que argumentaram que tinham acertado entre todos uma reunião específica, não querendo por isso tratar de forma separada cada uma das áreas.

'De um ministério, que é da Educação, exigia-se mais respeito pelos parceiros', disse Mário Nogueira, dirigente da Fenprof, maior organização representativa dos professores.
De acordo com o que Ministério decidiu, sem comunicar às organizações, os representes dos pais seriam recebidos às 14h30, dos dirigentes das escolas, às 15h30, e, dos professores, às 16h30. Nenhum deles subiu para as reuniões quando foi chamado e disseram que só subiriam em conjunto, de acordo com o pedido que tinham feito para a reunião.
Nunca obtiveram qualquer resposta e, depois das 16h30, começaram a deixar as instalações do Ministério da Educação, na Estrada das Laranjeiras, em Lisboa.
'Não sei o que é que o Ministério ganha com isto', desabafava Mário Nogueira aos jornalistas. 

*Os agentes da educação deviam ter mais respeito uns pelos outros, os professores durante muitos anos atingiam o topo da carreira sem grandes avaliações de desempenho, ao contrário do resto da função pública.
Os professores são pessoas esforçadas como qualquer outro trabalhador e o desemprego atinge transversalmente todos os sectores da sociedade. 
Os sindicatos querem emprego para todos os professores mesmo que não existam alunos em número suficiente para determinada disciplina. Há alunos há trabalho, não há alunos há desemprego, horários zero é que não!!!
Não querem reunir com o ministro porque preferem ir à molhada, está mal.

"Os professores portugueses são os segundos da Europa que mais tempo passam a impor disciplina na sala de aula. De acordo com os dados do Inquérito Internacional de Ensino e Aprendizagem, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), em Portugal perde-se 16,1 por cento da aula a manter a ordem, o que corresponde a cerca de 15 minutos em cada bloco de 90 minutos de aula. Brasil (17,8%), Malásia (17,1) e Islândia (16,7) são os países nos quais esse valor é superior ao de Portugal. A média da OCDE é de 12,9 por cento.

.


ATENÇÃO
SISMO





.

ALMORRÓIDA ORANGINA

.
O POLVO LARANJA

 O CLAN DUARTE LIMA
 Lá diz o povo, a verdade é como o azeite. 
Acaba sempre por vir à tona.

 "O POLVO" E A OPERAÇÃO FACE OCULTA 
COM O RABO DE FORA

1- A partir de 2008 torna-se evidente que a operação Face Oculta foi redirecionada pela investigação e pelos Media para passar a visar principalmente Sócrates. Era preciso derrubar Sócrates e mudar de governo, porque havia gigantescos interesses em jogo e, em particular, o caso BPN prometia dar cabo do PSD.

2. Das fraudes do BPN ignora-se ainda hoje a maior parte. Trata-se de uma torrente de lama inesgotável, que todos os nossos Media evitam tocar.

3. O agora falado caso IPO/Duarte Lima, de que Isaltino também foi uma peça fulcral, nem foi sequer abordado durante o Inquérito Parlamentar sobre o BPN , inquérito a que o PSD se opôs então com unhas e dentes, como é sabido. A tática então escolhida pelo polvo laranja foi desencadear um inquérito parlamentar paralelo, para averiguar se Sócrates estava ou não a «asfixiar» a comunicação social ! Mais uma vez, uma produção de ruído para abafar o caso BPN e desviar as atenções.

4. Mas é interessante examinar como é que o negócio IPO/Lima foi por água abaixo.

5. Enquanto Lima filho, Raposo e Cia. criavam um fundo com dezenas de milhões, amigavelmente cedidos pelo BPN de Oliveira e Costa, Isaltino pressionava o governo para deslocar o IPO para uns terrenos de Barcarena, concelho de Oeiras. Isaltino comprometia-se a comprar os terrenos (aos Limas e Raposo, como sabemos hoje) com dinheiro da autarquia e a «cedê-los generosamente» ao Estado para lá construir o IPO. Fazia muito jeito que fosse o município de Oeiras a comprar os terrenos e não o ministério da Saúde, porque assim o preço podia ser ajustado entre os amigos vendedores e compradores, quiçá com umas comissões a transferir para a Suíça.

6. Duarte Lima tinha sido vogal da comissão de ética (!) do IPO entre 2002 e 2005, estava bem dentro de todos os assuntos e tinha ótimas relações para propiciar o negócio. Além disso, construiu a imagem de homem que venceu o cancro, história lacrimosa com que apagava misérias anteriores. O filho e o companheiro do PSD Vítor Raposo eram os escolhidos para dar o nome, pois ao Lima pai não convinha que o seu nome figurasse como interessado no negócio.

 7. Em Junho de 2007 Isaltino dizia ainda que as negociações para a compra dos terrenos em causa estavam "em fase de conclusão" (só não disse nunca foi a quem os ia comprar, claro). E pressionava o ministro da Saúde: "Se se der uma mudança de opinião do governo, o cancelamento do projeto não será da responsabilidade do município de Oeiras."

8. Como assim, "mudança de opinião do governo"?

9. Na verdade, Correia de Campos apenas dissera à Lusa que o governo encarava a transferência do IPO para fora da Praça de Espanha e que estava a procurar um terreno, em Lisboa ou fora da cidade, para esse efeito. Nenhuma decisão tinha sido tomada, nem nunca o seria antes das eleições para a Câmara de Lisboa, que iam realizar-se pouco depois, em Julho de 2007.

10. No decorrer do ano de 2007, porém, a Câmara de Lisboa, cuja presidência foi conquistada por António Costa, anunciou que ia disponibilizar um terreno municipal para a construção do novo IPO no Parque da Bela Vista Sul, em Chelas, Lisboa. Foi assim que se lixou o projeto Lima-Isaltino: o ministro Correia de Campos não cedeu às pressões de Isaltino e a nova Câmara de Lisboa pretendia que o IPO se mantivesse em Lisboa. Com Santana à frente da autarquia e um ministro da Saúde do PSD teria tudo sido muito diferente. E os Limas e Raposos não teriam hoje as chatices que se sabe. E Duarte Lima até talvez já tivesse uma estátua no Parque dos Poetas do amigo Isaltino.

11. Sabemos como, alguns meses depois deste desfecho, o ministro Correia de Campos foi atacado por Cavaco no discurso presidencial de Ano Novo, em 1 de janeiro de 2008.
Desgostado com as críticas malignas do vingativo Presidente, Correia de Campos pediu a sua demissão ainda nesse mês. Não sabemos o que terá levado Cavaco a visar dessa maneira um ministro do governo Sócrates, por sinal um dos mais competentes. Que Cavaco queria a pele de Correia de Campos, foi bem visível. Ele foi a causa do fracasso do projeto do IPO/Oeiras e dos prejuízos causados ao clan do seu amigo Duarte Lima e ao polvo laranja



NR:Se o estimável visitador tem alguma coisa a acrescentar estamos à sua disposição, especular não é assim tão mau.

Enviado por ANTÓNIO CUNHA

.
 .

HOJE NO
"DIÁRIO  DE NOTÍCIAS"

Mulheres trabalham menos 
mas estão mais com os filhos 

As mulheres portuguesas trabalham, em média, menos quatro horas semanais dos que os homens, mas dedicam 23 horas por semana a cuidar dos filhos e 17 às tarefas domésticas, segundo um relatório do Observatório das Famílias.

 O relatório anual do Observatório das Famílias e das Políticas de Família (OFAP) diz que "a participação de homens e mulheres no mercado de trabalho é pautada por diferenças de género de ordem vária: as mulheres têm remunerações mais baixas, posições mais desqualificadas e mais precárias e trabalham, em média, menos quatro horas semanais do que os homens".

Contudo, Portugal está muito longe da diferença de 10 horas de trabalho entre homens e mulheres registada em países como a Irlanda, a Alemanha e a Holanda, em parte resultante do forte peso que o trabalho feminino a tempo parcial tem nestes países, adianta o documento publicado no site da OFAP.
Relativamente ao cuidado com os filhos, os homens portugueses dedicam, em média, 16 horas por semana a esta tarefa, estando ainda longe das 23 horas registadas pelas mulheres, em valores médios.
"Esta distância de sete horas entre os cuidados prestados no feminino e no masculino é inferior à diferença média europeia de doze horas, e está longe da de países em que atinge valores muito superiores, como a Noruega, a Estónia ou a Holanda", refere o relatório elaborado por Karin Wall, Sofia Aboim, Mafalda Leitão e Sofia Marinho.

Embora os noruegueses e os holandeses ultrapassem largamente a média europeia de 18 horas de cuidados no masculino, ao contrário dos portugueses, que estão ligeiramente abaixo da média, curiosamente, nestes países, a diferença entre homens e mulheres é muito superior à portuguesa, assim como é superior o número de horas de cuidados prestados pelas mulheres.
Segundo o relatório, esta situação pode, em parte, ser explicada pelas especificidades dos regimes de trabalho e de género e das políticas públicas de articulação trabalho/família destes países.
No que toca ao número de horas de trabalho doméstico, as mulheres portuguesas trabalham, em média, mais 10 horas do que os homens, embora esta diferença tenha diminuído três horas, em relação aos valores médios de 2002. 

No entanto, esta diminuição deve-se à redução do número de horas de trabalho doméstico que as mulheres fazem, que passou de 20 para 17 horas, aproximando-se da média europeia de 16 horas, e não ao aumento da participação dos homens nestas tarefas, que se mantém nas sete horas, situando-se ligeiramente abaixo da média europeia (oito horas).

Os resultados provisórios do Censo 2011 indicam que 12 por cento da população possui o ensino superior e, desta, 61% são mulheres, "retratando o protagonismo feminino na profunda alteração ocorrida na estrutura de qualificações da população portuguesa". 

A maior percentagem de atividade feminina (88%) encontra-se na faixa etária dos 25 aos 34 anos, fase da vida pessoal em que se tende a entrar na vida conjugal e a ter filhos, mantendo-se nos 87% na faixa dos 35/44 anos, em que muitas mulheres ainda estão a ter filhos ou têm filhos em idade escolar.


* Desigualdade do género, injustamente.

.

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA 
DE LEUCEMIAS E LINFOMAS




Inscreva-se como sóci@ da APLL por apenas € 5/ano. As verbas que recolhidas através dos novos sócios ou donativos revertem integralmente a favor dos doentes: oferecemos pijamas, uma vez que o tratamento de quimio e radioterapia os leva a transpirar imenso, pelo que têm de trocar de pijama várias vezes ao dia; oferecemos um plafond de 200/250 euros/mês, conforme o caso, para compra de medicamentos em farmácia por doentes carênciados, que permitam complementar o tratamento ambulatório - estes casos são analisados pela assistente social do IPO do Porto e remetidos para a APLL.

Dadores de Sangue

As colheitas de sangue podem salvar vidas. Os doentes sujeitos a tratamentos de quimio, rádio e imunoterapia precisam, muitas vezes, de transfusões de sangue aquando do tratamento.

Dadores de Medula

O registo como dador de medula óssea não traz benefícios directos ao dador. No caso de se encontrar um dador compatível com um doente que precise de transplante, o dador poderá, ou não avançar com o processo de dádiva. Nos dias de hoje, o processo é extremamente simples e indolor, podendo ajudar a salvar uma vida.

Associação Portuguesa 
de Leucemias e Linfomas
Clinica Oncohematologia
R. Dr. António Bernardino de Almeida,
4200-072 Porto
Tel. 225 084 000 - ext. 3100 | 93 440 50 12
E-mail: geral@apll.org

Associação Portuguesa Contra a Leucemia
Rua D. Pedro V - nº 128
1250-095 Lisboa
Tel: 213 422 204/05
Fax: 213 422 206
E-mail: apcl@contraleucemia.org | 
Web: http://www.contraleucemia.org

CEDACE – Registo Português 
de Dadores de Medula Óssea
Centro de Histocompatibilidade do Norte
Pavilhão "Maria Fernanda"
R. Dr. Roberto Frias
4200-467 Porto
Tel: 225 573 470
Fax: 225 501 101
.