12/07/2012

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VAMOS DANÇAR

SHIM SHAM



  



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HOJE NO
"DESTAK" 
. Supremo Tribunal mantém pena de 15 anos para Carlos Silvino
 
O Supremo Tribunal de Justiça manteve hoje a condenação a 15 anos de prisão de Carlos Silvino "Bibi", o principal arguido do processo Casa Pia, confirmou à Lusa fonte do STJ.
 O relator do recurso da decisão do Tribunal da Relação de Lisboa foi o juiz conselheiro Santos Cabral.
No dia 29 de junho, o caso Casa Pia regressou a julgamento em primeira instância, depois de o Tribunal da Relação de Lisboa ter mandado repetir a produção de prova relativa aos alegados crimes sexuais cometidos, contra ex-alunos, numa vivenda em Elvas.

* Os casos da vivenda de Elvas estão reunidos num processo à parte. 

Os outros arguidos foram condenados pelo Tribunal de Relação e andam por aí à solta, porquê?? 
Bibi não é de longe o arguido pior, escabrosos são os que lhe davam dinheiro para angariar putos, incuindo os ex-considerados pedófilos.

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 AO VIVO E A CORES



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JOÃO MIGUEL TAVARES

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Carta aberta 
    ao reitor da 
       Universidade Lusófona


Exmo. Reitor. 

Foi com grande satisfação que soube que a Universidade Lusófona conferiu uma licenciatura em Ciência Política ao Dr. Miguel Relvas em apenas 14 meses, reconhecendo dessa forma a sua elevada estatura intelectual. Sempre sonhei com o alargamento das Novas Oportunidades ao Ensino Superior e fiquei muito feliz por terem dado o devido valor à cadeira de Direito que o senhor ministro fez há 27 anos com nota 10. Depois, naturalmente, o processo foi "encurtado por equivalências reconhecidas" (palavras do Dr. Relvas), após análise do seu magnífico currículo profissional.

É dentro desse mesmo espírito que vinha agora solicitar igual tratamento para a minha pessoa. Embora seja licenciado pela Universidade Nova com uns simpáticos 17 valores, a verdade é que o curso levou--me quatro anos a concluir e o Jornalismo anda pela hora da morte. Nesse sentido, e após análise da oferta disponível no site da universidade, venho por este meio requerer a atribuição do grau de licenciado em: Animação Digital (tenho visto muitos desenhos animados com os meus filhos), Ciência das Religiões (às vezes vou à missa), Ciências Aeronáuticas (já viajei muito de avião), Ciências da Nutrição (como imensa fruta), Direito (fui duas vezes processado), Economia (sustento uma família numerosa), Fotografia (tiro sempre nas férias) e Turismo (visitei 15 países). Já agora, se a Universidade Lusófona vier a ministrar Medicina, não se esqueça de mim. A minha mulher é médica, e tendo em conta que eu durmo com ela há mais de dez anos, estou certo de que em seis meses posso perfeitamente ser doutor.

Respeitosamente,
João Miguel Tavares


IN "CORREIO DA MANHÃ"
06/07/12

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HOJE NO
"i"

Listas oficiais desmentem conselho científico divulgado pela Lusófona 

Dos 16 nomes avançados pela Universidade Lusófona, seis docentes não faziam parte de qualquer órgão científico-pedagógico entre 2005 e 2007 

 As listas oficiais do corpo docente da Universidade Lusófona de 2005, 2006 e 2007, enviadas para o Observatório da Ciência e do Ensino Superior e para o Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais, desmentem a informação avançada por aquela instituição sobre a composição do conselho científico que terá atribuído as equivalências ao ministro Miguel Relvas. Dos 16 nomes avançados na segunda-feira,  seis docentes não faziam parte de qualquer órgão científico-pedagógico naqueles anos. De acordo com o cruzamento de dados realizado pelo i, apenas Fernando Santos Neves, então reitor, Teotónio R. Souza e Zoran Roca integravam este tipo de órgãos em todos os anos em análise. Confrontada com estas discrepâncias, fonte oficial da Universidade Lusófona justificou: “Eventualmente houve algum desfasamento resultado de transformações orgânicas.”

Desfasamentos que não ficam por aqui. Dos restantes nomes que a Lusófona revelou à agência Lusa – e que alegadamente pertenciam ao conselho científico quando o actual ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares submeteu o seu pedido de reconhecimento profissional – há mesmo quem nem sequer surja na lista de docentes daqueles anos. Selma Calasans Rodrigues, Marco António de Oliveira, Manuel Tavares Gomes, Luis Manana de Sousa, José Braz Rodrigues e Aurea Carmo Conceição não constam dos dados de 2006, ano em que o curriculum de Relvas fora analisado. Todos eles, à excepção de Selma Rodrigues  surgem, contudo, como docentes em outros anos, mas sem integrar órgãos científico-pedagógicos da instituição.

Rita Ciotta Neves só surge como elemento de um órgão científico-pedagógico em 2007.
De acordo com a pesquisa do i, os seis membros da Lusófona que, sendo docentes, não faziam parte de qualquer órgão científico-pedagógico são Óscar de Sousa, Machozi Bangale, José Grosso de Oliveira, José Bernardino Duarte, Fernanda Neutel e Artur Parreira Gonçalves.

Na segunda-feira, a  Lusófona divulgou os 16 nomes depois de ser noticiado que o processo do ministro Adjunto Miguel Relvas na Universidade Lusófona, facultado aos jornalistas, era omisso quanto à composição do conselho científico que terá atribuído as equivalências em 2006/2007.

Ligações Maçónicas 
A universidade não é o único elo de ligação entre o administrador Manuel Damásio e o ministro Relvas. Ao que o i apurou, o administrador e o ministro pertencem ambos ao Grande Oriente Lusitano (GOL), a mais influente corrente maçónica portuguesa.
Confrontado com estas informações, Manuel Damásio referiu apenas: “Acho que esse tipo de questões é irrelevante, sem qualquer sentido a propósito deste caso. E lamento que reine esta mentalidade no nosso país.” Fonte próxima de Relvas diz que o ministro nunca se cruzou com Damásio no GOL e que não o conhecia quando entrou para a Lusófona.  


 * Era de suspeitar que a lista fosse mais uma aldrabice. Ridículo é pensar-se que os jornalistas são tótós e não sabem cruzar a informação.

Naturalmente que é mais um lapso "relvístico" a juntar por exemplo àquele existente nos registos da Assembleia da República, referindo relvas como estudante a frequentar o 2º ano.
Para quando mudar o nome para "Universidade Tugófona", porque "Lusófona" também é um lapso.

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HOJE NO
"A BOLA"
Mourinho sob fogo cerrado dos catalães

Ainda a época não começou e José Mourinho, treinador do Real Madrid, tem sido o alvo de excelência em Espanha, em cerrados ataques que há muito começaram. 
Ora do Barcelona, ora de agentes do futebol ou comentadores, ora de jornais da Catalunha, que exploram qualquer declaração ou qualquer alegado incidente ou comportamento do treinador português até à exaustão. Só não dizemos que Mourinho tem sido criticado de todas as maneiras e feitios porque acreditamos haver ainda margem para a imaginação...

O dia de hoje não fugiu à regra, com o porta-voz do Barcelona, Toni Freixa, a contestar o facto da federação espanhola ter decidido não castigar Mourinho por ter, na última época, colocado a mão no olho de Tito Vilanova – então adjunto, hoje treinador principal do Barcelona – falando em «agressão» e «mau exemplo para o futebol». Foi, praticamente, 15.º dia consecutivo em que alguém do Barcelona se referiu ao facto, depois do presidente Sandro Rosell, a 26 de junho, ter exigido um duro castigo e, desde então, segundo a imprensa, ter feito pressões para decisão em contrário.

Há menos de uma semana, Mourinho foi acusado de ser «cobarde» por José Maria Casanovas, um dos fundadores do diário catalão Sport, por não ter vindo a público elogiar a seleção espanhola após a conquista do Euro, depois de ter apelidado de «estéril» a exibição da roja no primeiro jogo, frente à mesma Itália (1-1). Iniesta, jogador da seleção espanhola e Barcelona, não foi tão longe, mas não deixou de considerar que o treinador português fez «críticas oportunistas» sobre o futebol praticado pela Espanha em alguns jogos.


Pelo meio, os jornais catalães garantiram que José Mourinho insultou de forma grave e até ameaçou de morte uma mulher catalã, depois dela se ter limitado a dizer um de todo inofensivo «viva o Barcelona» quando passou pelo treinador merengue num voo entre Miami e Lisboa.

O Real Madrid tem procurado não alimentar qualquer polémica. Mas hoje, Emílio Butragueño, diretor das relações internacionais dos merengues, sentiu-se na necessidade de vir a terreiro lembrar que «no passado o Barcelona também protagonizou outros incidentes e o Real Madrid não disse nada».

* O "ódio" a Mourinho é  rábula catalã. A questão é que os catalães têm uma dor de corno tramada por a capital de espanha ser em Madrid. Figo que foi galardoado como o melhor jogador do mundo há alguns anos e foi um exemplo de trabalho no Barcelona, também foi insultado pelos adeptos a quem deu tantas alegrias.
O Real e Madrid são alvos a abater nem que se seja através de  alguns dos seus preponderantes elementos.
E Barcelona não precisa disto, uma cidade tão bela, com tanta cultura e desenvolvimento, para quê tanta dor de corno???


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