12/07/2012

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 EM POSE...



The name of this team? Camel toe!


Mariah Carey


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AS 100 MELHORES CANÇÕES DOS ANOS 80

(PARA A NME)
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Nº37

BACK IN BLACK
ACDC



m
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HOJE NO
"PÚBLICO"

Condutores de ligeiros revalidam 
carta aos 30 anos de idade 

 Os condutores de veículos ligeiros vão passar a revalidar a carta de condução aos 30 anos e os motoristas de pesados passam a fazê-lo aos 25 anos, segundo as novas regras que entram em vigor em Janeiro

O Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT) indica que a carta de condução vai ter novas regras a partir de 2 de Janeiro de 2013, tendo em conta o novo regulamento da habilitação legal para conduzir, que já foi publicado em Diário da República.

As novas regras estabelecem que, a partir do próximo ano, a revalidação da carta de condução se inicia aos 30 anos para os condutores de ciclomotores, motociclos e ligeiros e aos 25 anos para as restantes categorias.

Segundo o IMTT, os condutores de automóveis ligeiros e de motas vão ter de revalidar o título de 10 em 10 anos até aos 60 anos de idade, passando o tempo a ser encurtado para cinco anos e, depois, para dois anos a partir dos 70 anos de idade.

Para os motoristas de pesados, os prazos de revalidação são sempre de cinco anos até aos 65 anos de idade, sendo esta a idade limite para conduzir este tipo de veículos.

O IMTT adianta que os novos prazos de validade só são aplicáveis para as cartas emitidas após 2 de Janeiro de 2013, mantendo-se os títulos anteriores a 2013 com a validade que consta na carta actual.

As novas regras indicam que a revalidação é meramente administrativa aos 30 e 40 anos para os condutores de ligeiros e aos 25 anos para os motoristas de pesados.

O exame médico e psicológico mantém-se obrigatório para a revalidação da carta a partir dos 50 anos para as categorias de ciclomotores, motociclos e ligeiros, enquanto para as restantes categorias é a partir dos 25 anos.

O novo regulamento exige igualmente um “maior rigor na avaliação da aptidão física e mental”, tornando-se “mais exigentes no que respeita às condições de visão, diabetes e epilepsia”.

O IMTT indica ainda que, a partir de 2 de Novembro, a prova teórica vai passar a ter a validade de um ano e terá 40 questões, além de ser introduzida a condução independente durante a prova prática e é reduzido o número de faltas que conduzem à reprovação na prova prática. 

*  E quanto aos "rambos" do asfalto, que também revalidam a carta, passam nos testes médicos e psicológicos para depois matarem quem circula com educação????


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 Esclarecido???


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   ISLÃO/3



No que respeita a religiões temos muito pouca consideração mas, no entanto, respeitamos em absoluto a fé de quem as pratica. 
Há um ror de semanas que temos, às sextas-feira, editado um trabalho em defesa da Igreja Católica, estamos a falar da igreja não do catolicismo. 
Achamos de inteira justiça difundir um trabalho sobre o Islão, mau grado a história contemporânea registe actos criminosos em nome da fé extremista. 
É da sua competência, estimado visitador, comentar sobre o assunto, com inteligência, sem recorrer à calúnia.


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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"
 
OCDE 
Economia portuguesa foi das 
que mais destruiu emprego 
desde que começou a crise 

Só a Irlanda, a Grécia e a Espanha destruíram mais emprego que Portugal desde o fim do primeiro semestre de 2008. 

A economia portuguesa voltou a destruir empregos no primeiro trimestre deste ano e acumula já uma destruição de 6 pontos percentuais face aos níveis que se registavam antes do início da crise.
 De acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), só a Irlanda (9,4 pontos percentuais), a Grécia (9,1 pontos percentuais) e a Espanha (8,7 pontos percentuais) destruíram mais emprego que Portugal (6 pontos percentuais) desde o fim do primeiro semestre de 2008, altura que chamam de pré-crise, uma vez que a falência do banco de investimento norte-americano aconteceu apenas em setembro de 2008 e acabou por dar a face mais visível ao início da crise financeira nos Estados Unidos.

O resultado mais recente demonstra que no primeiro trimestre deste ano o emprego na economia portuguesa caiu mais 0,5 por cento, melhor que a queda de 1,3 por cento registada no último trimestre de 2011, mas superior aos restantes trimestres de 2011.
O perfil dos que ainda estão empregados demonstra ainda que entre os que mais sofreram com a crise estão os homens e os mais jovens.

Segundo a OCDE cerca de 4,4 milhões de pessoas estavam empregadas em Portugal no final do primeiro trimestre, cerca de 62,5% do total da população em idade ativa (abaixo da média da OCDE que foi de 64,9%), ou seja entre os 15 e os 64 anos.
Em média 65,8 por cento dos homens e 59,3% das mulheres, estando o maior nível de empregabilidade nos trabalhadores com entre 25 e 54 anos, nos 76%, e o mais baixo entre os mais jovens - 15 a 24 anos -, com apenas 24,2%.
As disparidades dentro dos países que fazem parte da OCDE são grandes e alguns destes países conseguiram mesmo criar emprego desde que começou a crise, sendo Israel o caso mais evidente garantindo uma criação de emprego de 6,1 pontos percentuais, seguido do Chile (4,5 p.p.), da Turquia (3,3 p.p.), Alemanha (2,8 p.p.), Polónia (0,8 p.p.), Coreia do Sul e Luxemburgo (0,3 p.p.) e Áustria (0,2 p.p.).

Ainda assim, no final do primeiro trimestre deste ano existiam 528 milhões de pessoas empregadas no total dos países que fazem parte da organização, menos dois milhões que no período imediatamente antes da falência do Lehman Brothers, ou 1,6 pontos percentuais, enquanto na zona euro a destruição de emprego acumulada atingiu os dois pontos percentuais.


* E anda o governo a dar-nos música com a tanga do excedente das exportações...

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 TRIGO LIMPO