11/07/2012

 .
HOJE NO
"A BOLA"

Conselho de Justiça quer ouvir clubes sobre impedimento de empréstimos 

 O Conselho de Justiça da Federação notificou todos os clubes da Liga e da 2.ª Liga, além da própria Liga de Clubes e do presidente da Assembleia Geral da Liga, para se pronunciarem sobre o recurso apresentado pelo Benfica contra o impedimento de emprestar jogadores a clubes da mesma Divisão. 

As partes notificadas têm agora prazo máximo de cinco dias para dar a conhecer ao órgão da Federação o ponto de vista sobre o assunto, aprovado pelos clubes em Assembleia Geral da Liga, realizada no passado dia 28 de junho. 

O Benfica avançou com recurso junto da Federação a 9 de julho, pelo que, através das notificações agora enviadas pelo Conselho de Justiça, o processo está a decorrer de forma célere e a decisão não deverá demorar a ser conhecida. 


* Quem quer tramar o futebol???

.
-

III - HISTÓRIA DA CIÊNCIA

   
4 - COMO CHEGÁMOS ATÉ AQUI?




UMA MAGNÍFICA E IMPERDÍVEL SÉRIE DA BBC 

VEJA OS EPISÓDIOS ANTERIORES  
NAS QUARTAS-FEIRA PRECEDENTES À MESMA HORA


.M
-
 CRIATIVIDADE???



.

HOJE NO
"PÚBLICO"

O parecer que serviu de base 
à atribuição das equivalências 
a Miguel Relvas na íntegra

O parecer que a seguir se publica resulta da transcrição manual do documento ontem consultado pelo PÚBLICO na Universidade Lusófona, podendo haver nele uma ou outra pequena divergência em relação ao original, nomeadamente a nível de pontuação, devido ao facto de a universidade não permitir que ele seja fotografado, não distribuir cópia do mesmo e permitir a consulta do processo apenas durante 30 minutos de cada vez.

O documento traduz a avaliação feita à candidatura de Miguel Relvas ao curso de Ciência Política e Relações Internacionais e foi com base nele que um dos seus autores, o director do curso, decidiu depois atribuir ao currículo apresentado por Miguel Relvas a equivalência a 32 das 36 cadeiras que constituem o plano de estudos do curso.

O parecer foi subscrito pelos professores Fernando dos Santos Neves, director do curso de Ciência Política e Relações Internacionais, que era também presidente do Conselho Científico do Departamento em que esse curso era ministrado e ainda reitor da universidade, e pelo professor José Fialho Feliciano.

Parecer 

No contexto do pedido de reconhecimento e creditação de competências profissionais apresentado à Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias por Miguel Fernando Cassola de Miranda Relvas lavra-se neste documento o parecer de apreciação de informação curricular apresentada e discutida em entrevista pelo candidato. A informação constante do currículo do candidato denota uma elevada experiência profissional que se reparte por três domínios centrais de actividade: o exercício de cargos públicos, o exercício de funções políticas e o desempenho de funções em domínios empresariais, ou de intervenção social e cultural.

A experiência do candidato estende-se ao longo de mais de duas décadas de actividades essencialmente focadas no domínio da política nacional e local, com especial incidência em diferentes aspectos da actividade da administração local e central, mas também da gestão de organizações políticas e empresariais. O currículo do candidato no domínio político destaca-se pela sua actuação no sector das organizações partidárias de juventude, onde a experiência acumulada lhe permite desde muito jovem uma participação activa nos mais relevantes palcos do debate e da discussão política nacional, nomeadamente enquanto deputado à Assembleia da República, o que lhe garantiu a aquisição de competências relevantes na área de estudo a que se candidata, Ciência Política e Relações Internacionais, nomeadamente aquelas que dizem respeito à compreensão dos quadros institucionais da actuação política e partidária em Portugal, no que diz respeito ao funcionamento dos sistemas eleitorais, funcionamento e articulação institucional de organizações político-partidárias no Portugal democrático, métodos e técnicas de análise política e domínios associados de avaliação e compreensão da função e consequências sociais do fenómeno político.

O enquadramento de actuação das organizações de juventude partidária em Portugal, e o peso relevante que as mesmas adquiriram no contexto da transição para a democracia e a integração de Portugal na Comunidade Europeia está reflectido na informação curricular apresentada, onde fica patente a ligação entre o fenómeno da politização da sociedade e a vida quotidiana, bem como a dimensão sociológica do fenómeno. O profundo envolvimento nessa realidade demonstrado pelo currículo submetido promove a aquisição de competências transversais de compreensão do papel de diferentes classes sociais e elites na modelação da sociedade onde essas organizações actuam e se desenvolvem. A experiência enunciada contribui ainda para a aquisição de competências em outra área essencial para o domínio científico a que o candidato concorre, a do marketing político.

O património de experiência profissional acumulado neste primeiro domínio cobre períodos relevantes da história de Portugal contemporâneo, onde a democratização da sociedade assinala também a emancipação epistemológica do campo dos estudos em ciência política. A discussão curricular não permite, no entanto, afirmar que o candidato possua competências no que concerne ao conhecimento mais profundo da teoria do Estado e sua relação com fenómenos de democratização ou revolução. Há, no entanto, na experiência acumulada no domínio político uma pertinente, porque temporalmente simultânea, sintonia com períodos de exercício onde a evolução da sociedade implicou a materialização de princípios teóricos relevantes no campo das ideias políticas e que no Portugal contemporâneo muito contribuíram no período para a evolução da sociedade. A experiência acumulada neste intervalo envolve aspectos que não remetem para o exercício profissional, mas sim em exclusivo para a actividade partidária, pelo que embora muito extensa, parte dessa experiência deverá ser creditada em menor grau.

No domínio do exercício de cargos públicos a experiência profissional enunciada estende-se também ao longo de um período muito longo e envolve o desempenho de cargos governativos a nível nacional e local. A totalidade destes cargos foram desempenhados já no período após a adesão de Portugal à Comunidade Europeia, o que permitiu ao candidato adquirir competências em domínios aplicados do direito e da socio-economia da União Europeia, mas também a níveis básicos da geo-estratégia e da organização de instituições internacionais, nomeadamente por via da experiência enunciada de participação em organismos internacionais como a NATO.

No entanto, o carácter menos longo desta experiência internacional exige o reforço da formação no domínio de pelo menos uma unidade curricular associada à geo-estratégia internacional. No desempenho de cargos a nível nacional, nomeadamente governativos, o candidato detém experiência em cargos ao mais alto nível, nomeadamente como secretário de Estado numa legislatura, o que implicou profundo relacionamento com matérias do foro legal, administrativo e de análise política. 

O desempenho de cargos públicos em alguns organismos de poder local releva da compreensão e capacidade de integração na gestão da administração regional e local, mas também da aquisição de competências em matérias relacionadas com o desenvolvimento de políticas, desenvolvimento de finanças locais, nomeadamente porque é precisamente no período em que o candidato exerce essas funções que o país beneficia de um conjunto significativo de políticas e financiamentos comunitários que em muito transformaram as realidades locais e regionais do país. 

O desempenho de cargos públicos integra ainda a ligação a organismos de coordenação regional e diferentes actividades dispersas.

O terceiro domínio de experiência profissional declarada concerne essencialmente ao exercício de funções no domínio empresarial, embora também integre alguma experiência de intervenção cultural e no domínio dos socio-media. Para além das competências básicas ao nível da compreensão das organizações, e fenómenos associados que esta experiência acarretou, ela envolveu componentes de internacionalização, nomeadamente no espaço lusófono, bem como a evidente aquisição de competências transversais em domínios distintos como os da negociação, manejo linguístico, técnicas de apresentação, ou estudos de mercado e análise de dados económicos e sociais. 

A experiência profissional enunciada não lida em particular com o exercício de cargos de liderança, mas ao envolver funções, conforme declarado, de consultoria em organizações de domínios de actuação distintos permite contactar com realidades empresariais em mutação e percepcionar o entrecruzamento, hoje inevitável, entre esferas sociais no passado distintas ou incompatíveis, como era o caso da esfera empresarial e da esfera político-partidária. Neste ponto o currículo submetido reflecte um percurso profissional que, ao não se limitar ao exercício político, aponta para uma desejável diversificação de competências e aprendizagens. 

Face ao exposto considera-se que o currículo submetido tem mais valias claras e aspectos salientes muito positivos que levam a que sejam considerados relevantes para efeitos de creditação de competências profissionais uma parte significativa dos elementos aí constantes.

Três aspectos merecem particular relevância: a longevidade das funções desempenhadas, a natureza das mesmas, maioritariamente de liderança ou grande responsabilidade institucional, e a sua variedade. Estes dois aspectos enunciam um currículo rico em elementos que enquadram um parecer de valorização do mesmo em 160 ECTS, que deverão ser feitos equivaler a diferentes unidades curriculares, preferencialmente em linha com os diferentes pontos enunciados neste parecer.

Considerando, em face da juventude da legislação que os regula, o carácter embrionário deste tipo de processos, recomenda-se que em uma eventual ponderação ou cálculo de avaliações se considere que esta creditação deve ser complementada com avaliações aferidas por eventuais classificações pós-secundárias, ou então que se proceda à aplicação de escalas qualitativas.

Lisboa 6 de Outubro de 2006, 

Os relatores 

Assinatura de António Fernando Santos Neves e de José Fialho Feliciano 




* Para bom entendedor estas palavras bastam 

.
.

AS 100 MELHORES CANÇÕES DOS ANOS 80

(PARA A NME)
 .
Nº38

WALK THIS WAY
RUN DMC

m
.

HOJE NO

"DIÁRIO ECONÓMICO"

Recessão custa ao País 
mais 185 mil empregos 

O Banco de Portugal estima que a recessão será mais suave, mas a economia vai destruir 185 mil empregos este ano. Nos últimos 20 anos, nunca a quebra do emprego teve consequências tão negativas para a actividade económica como irá ter este ano. 

O aviso é do Banco de Portugal (BdP), que voltou a piorar as previsões para o mercado de trabalho e a frisar as suas consequências no rendimento disponível das famílias. De acordo com o Boletim Económico de Verão do BdP, publicado ontem, há 20 anos que o factor trabalho não era tão prejudicial à evolução da economia. "Antevê-se um forte contributo do factor trabalho para a redução do PIB em 2012", avança o supervisor, prevendo que a quebra no emprego retire 2,6 pontos percentuais ao PIB este ano. 

Desse modo, continua, "o contributo do factor trabalho para a evolução da actividade económica deverá ser o mais negativo registado nas últimas duas décadas, uma vez que se projecta uma taxa de variação anual do emprego de -3,9%". Já em 2013 o factor trabalho terá um contributo um pouco melhor, ainda que se mantenha negativo. 

Deverá retirar 0,4 pontos ao PIB, "num contexto de quedas menos acentuadas do emprego", que deverá recuar 0,7% no próximo ano. Contas feitas, o relatório antecipa uma destruição de mais de 184,6 mil postos de trabalho este ano e de 31,8 mil em 2013. Na previsão anterior, feita no Boletim de Primavera, as previsões apontavam para uma perda de apenas 170,5 mil empregos este ano. 


* Vão ser mais de 200 mil, em 2013 alguém acertará as contas

.
.
AUTO-COLANTE PARA SENIORES



O único problema com a reforma ...

é que nunca se consegue o raio de um dia de folga

m