15/06/2012

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HOJE NO
"i"

“CE lamenta que Portugal tenha concedido ilegalmente auxílio estatal ao BPN”

Joaquín Almunia diz que “auxílios podem ser declarados compatíveis se forem respeitados os compromissos” 

A Comissão Europeia concluiu que Portugal concedeu ilegalmente auxílios estatais ao BPN e à entidade combinada resultante da venda do BPN ao BIC. Esta posição é manifestada no documento de Bruxelas em que são apresentadas as conclusões da investigação aprofundada à reestrutura- ção do BPN, a que o i teve acesso. 
 Apesar de ter aprovado, em 27 de Março, a reestruturação e a alienação do banco nacionalizado, Joaquín Almunia, vice-presidente da CE e responsável pela concorrência, diz que “as medidas de auxílio podem ser declaradas compatíveis se forem respeitados os compromissos assumidos” por Portugal. 

Bruxelas deu dois meses (até 27 de Maio) para Portugal comunicar as medidas adoptadas e obriga o governo a enviar semestralmente relatórios detalhados sobre a execução do plano de reestruturação do BPN. 

“A Comissão lamenta que Portugal tenha concedido ilegalmente o auxílio estatal, em violação do artigo 108.o n.o 3 do Tratado”, que estipula o dever de a CE ser informada atempadamente dos projectos relativos à instituição ou alteração de quaisquer auxílios.

O estado membro em causa não pode pôr em execução as medidas projectadas antes de tal procedimento haver sido objecto de uma decisão final. 

Em causa estão os “empréstimos concedidos pela CGD antes da nacionalização; empréstimos e linhas de tesouraria concedidas pela CGD após a nacionalização e antes da venda, acompanhados ou não de uma garantia do Estado; transferência de activos do BPN para os SPV, pelo seu valor contabilístico, antes e depois da venda; injecção de capital pelo Estado de 15 de Fevereiro de 2012; linhas de tesouraria a ser concedidas pela CGD e que foram solicitadas pelo BIC a favor da entidade combinada; direito de o BIC transferir para o Estado depósitos com uma taxa superior à de referência ou de receber do Estado uma remuneração pela diferença; e transferência para o Estado dos custos dos riscos de litígio”. 
De acordo com a quantificação apresentada pela CE, o valor dos auxílios supera os 7,5 mil milhões de euros. As injecções de capital elevam-se pelo menos a 3 mil milhões de euros, mais 5 mil milhões de garantias estatais a papel comercial, dos quais 4,5 mil milhões já foram utilizadas. Acresce a transferência de depósitos do BIC e empréstimos não produtivos e os riscos de litígios, custos não quantificados. “As medidas de auxílio são compatíveis com o mercado interno, à luz dos compromissos assumidos pelo Estado.” 

Entre as obrigações, ficou estipulado que “se o Banco BIC ou a entidade combinada optar por voltar a transferir empréstimos para o Estado ou para qualquer entidade controlada pelo Estado após a venda, deve reembolsar o Estado do capital associado a tais empréstimos, num montante correspondente a 10%-18% dos activos ponderados pelo risco dos empréstimos”. 

Já os empréstimos “não produtivos” só podem ser transferidos até 9 de Dezembro de 2012 e após ter esgotado integralmente o provisionamento disponível à data da venda nas contas do BPN. 

No que se refere ao marketing, “o Banco BIC ou a entidade combinada não podem fazer referência à utilização de auxílios estatais nas suas campanhas de marketing e nas suas comunicações aos investidores” e não podem exercer eventuais direitos de opção de resgate em relação à dívida subordinada emitida pelo BPN antes da data de venda. Entre as imposições, já era conhecida a redução na duração da linha de crédito da CGD e o aumento na remuneração da linha de tesouraria. 


* A Comissão Europeia está a adoçar o veneno, o "auxílio" foi muito para além da ilegalidade, a corrupção está no cerne. O BPN é dos angolanos era o objectivo do "negócio".

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O SOL ESTÁ 




A CHEGAR





Uma rotina de vigilância frequente e detalhada dos sinais presentes na pele é um comportamento fundamental para a prevenção do cancro de pele. Alterações na evolução, na simetria, nos bordos, na cor e no diâmetro de um sinal podem ser indícios de transformação maligna que convém diagnosticar precocemente. 

Copyright 
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NR: Com a devida vénia

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HOJE NO
"A BOLA"


Pereira Cristóvão indiciado de cinco
. crimes e fica proibido de contactar 
com dirigentes leoninos 


 Denúncia caluniosa, devassa da vida privada através de informática, burla qualificada, peculato e branqueamento de capitais. São estes os cinco crimes com que Paulo Pereira Cristóvão está indiciado, após ter sido ouvido cerca de oito horas ao longo desta quinta-feira no Tribunal de Instrução Criminal (TIC) de Lisboa. 


* Ah Leão!!!!

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 TUDO SE TRANSPORTA
DEPENDE DO PREÇO/2










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HOJE NO
"PÚBLICO"

Associação de freguesias diz que
. extinção pouparia menos que
 6,5 milhões de euros por ano 

A Associação Nacional de Freguesias (Anafre) vai apresentar ao Presidente da República um estudo que sugere que a extinção de cerca de mil freguesias representaria uma poupança anual inferior a 6,5 milhões de euros O estudo será apresentado a 12 de Julho na reunião com Cavaco Silva, mas alguns destes dados já foram disponibilizados à troika, segundo o presidente da Anafre, Armando Veira. 
O mesmo responsável acrescenta tratar-se de uma “projecção técnico-contabilista” das consequências da aplicação da reorganização administrativa, admitindo a extinção entre 1000 e 1060 freguesias. “A poupança não será superior a 6,5 milhões de euros. Não vale a pena, do ponto de vista da tensão e da agitação social, da quebra das acções de voluntariado que prestamos às populações. Não vale de todo a pena”, argumenta Armando Vieira. Ainda assim, o mesmo responsável admite que “faz sentido uma reforma”, para “dar escala” às freguesias, mas “reflectida local e livremente”. “Cada um no seu concelho, cada freguesia, cada município, é que sabe que reforma é que se faz e se faz sentido”, afirma em declarações à Lusa. 

No encontro marcado para Belém, a 12 de Julho, o presidente da Anafre garante que será abordado com Cavaco Silva o reduzido nível de poupança que representará a extinção de freguesias, a concretizar segundo a previsão do Governo até Setembro. “Vamos alertar para as tensões que se adivinham na sociedade portuguesa. Dizer-lhe que a economia de custos não vale a tensão que vai acrescentar às tensões que já vive a sociedade portuguesa”, garantiu ainda Armando Vieira. As assembleias municipais têm até 23 de Agosto para comunicarem à Assembleia da República quais as freguesias que pretendem agregar nos respectivos municípios, de acordo com o regime jurídico da reorganização administrativa, já publicado em Diário da República. 

O diploma vai reduzir mais de 1000 freguesias, sobretudo em áreas urbanas, e abre a hipótese de agregação de municípios com o objectivo de promover “a coesão territorial e o desenvolvimento local”, com ganhos de escala e de eficiência e alargar “as atribuições e competências das freguesias e dos correspondentes recursos”. Como excepções, estabelece que não poderão existir freguesias com menos de 150 habitantes e que a reorganização não é obrigatória em municípios com quatro ou menos freguesias. 

 * Pelos vistos a ANAFRE acha que 6 milhões de euros é pouco, caramba, temos fregueseiros bem instalados na vida. 
O poder autárquico tem razões para existir mas não da maneira que está, minado pela corrupção. Devíamos ter começado por sanear as cãmaras que são autênticos covis de malandragem. Diminuir tachinhos pelas juntas afora é pouco, mas é começar por algum lado.

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ALARME


  


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"HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Governo começa hoje um 
'road show' pelo país 
 Executivo vai dar uma volta ao país para 
explicar o programa "Portugal a crescer". 

 O Governo inicia hoje na Exponor, em Matosinhos, um programa itinerante de divulgação da iniciativa "Portugal a crescer", para promoção da competitividade empresarial e do emprego. Estão previstos eventos em oito regiões do país que, de acordo com fonte ministerial, "proporcionam espaços de esclarecimento útil às empresas e a organizações profissionais sobre as medidas e os instrumentos disponíveis, ou em fase de implementação". 
A iniciativa da Exponor será aberta pelo ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, e encerrada pelo secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional, António Almeida Henriques. Numa "lógica de proximidade e face-a-face", serão explicadas, em diversos painéis, as principais políticas activas de revitalização, internacionalização e financiamento das empresas e de combate ao desemprego, dinamizadas pelo Governo de Portugal, assim como dos seus instrumentos, disse a fonte ministerial. 
Este primeiro dia do programa inclui ainda uma receção do ministro na Câmara de Gaia, visitas a três empresas daquele concelho, bem como um almoço no âmbito da reunião da Liga Europeia de Cooperação Económica. O 'road show' prossegue depois em Viseu (dia 18 deste mês), Aveiro (19), Faro (22), Lisboa (26), Vila Real (27), Évora (4 de Julho) e Braga (6 do mesmo mês). 


 * Ora aqui temos um governo que trabalha por impulsos, iniciando hoje um périplo circense do mais manhoso possível....Portugal a crescer com estas múmias nem com viagra lá vai

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