18/04/2012

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LA VALLETA - MALTA




Valeta (em maltês: Il-Belt Valletta) é a capital da República de Malta. Tem uma população de cerca de 6 315 habitantes (censo de 2005) e situa-se na costa leste da ilha de Malta. Situa-se na península homónima, dispondo de dois portos naturais: Marsamxett e Grand Harbour. O nome oficial da cidade foi dado pela Ordem de São João e é Humilissima Civitas Valletta — A Humílima Cidade de Valeta. Contudo, com a construção dos bastiões, muralhas e revelins, ao mesmo tempo que a cidade se desenvolvia com inúmeros edifícios barrocos, a cidade passou a ser apelidada de Superbissima. Em maltês é comummente conhecida com Il-Belt - A Cidade.

GEOGRAFIA
Valeta fica situada na parte central da costa leste da ilha de Malta. A cidade está edificada na península homónima, no sopé do Monte Sceberras: É delimitada a sudoeste pela cidade de Floriana, e a norte e a sul pelos portos naturais de Grand Harbour e Marsamxett, respectivamente.

HISTÓRIA
Em 1530, os Cavaleiros de São João, expulsos de Rodes pelos Turcos Otomanos, receberam Malta para se instalarem. Continuaram em guerra com os Turcos, a quem consideravam infiéis e, portanto, inimigos. Em 1565 o sultão otomano Solimão, o Magnífico, ordenou um ataque a Malta numa tentativa de exterminar a Ordem. Uma grande frota turca, com quatro vezes o número de homens ao dispor dos defensores, cercou a ilha em Maio. A luta manteve-se acesa até Setembro, mês em que os Turcos se retiraram, severamente batidos por causa de reforços vindos da Sicília. Após a guerra, os soldados começaram a fixar-se em vários pontos da ilha, em especial numa pequena península no sopé do monte Sceberras entre dois portos naturais, onde viria a nascer Valeta.

O povoado começou a desenvolver-se; foi construída uma torre no extremo da ilha, a Torre de Santo Elmo, com o intuito de defender a nova cidade. Mais tarde, o grão-mestre da Ordem, Jean Parisot de la Valette, apercebeu-se que a Ordem pretendia manter a sua posição na ilha, portanto começou a planear uma cidade fortificada. O projecto foi apoiado pelo Papa Pio V e pelo rei de Espanha, Filipe II. O Papa disponibilizou os serviços de Francesco Laparelli, engenheiro militar, para a concepção da cidade e dos seus órgãos defensivos. A obras começaram em 1566, com a edificação dos bastiões, procedendo-se depois à construção dos edifícios mais importantes; a cidade recebeu o seu nome do grão mestre, ficando a denominar-se La Valetta.

A cidade ficou concluída em 1568, já depois da morte de La Valette. O seu sucessor, Pietro del Monte continuou o trabalho já começado. Em 1571, o quartel da Ordem foi transferida de Birgu para Valeta. O arquitecto Laparelli deixou Malta em 1570, sendo substituído por Gerolamo Cassar, que tinha passado largas temporadas em Roma, e por isso estava bem informado sobre os estilos arquitectónicos mais vanguardistas. Foi responsável pela construção da Sacra Infermeria, a Igreja de São João, o Palácio do Grão-Mestre e sete albergues (local onde ficavam hospedados os Cavaleiros da Ordem). Durante o século XVI a cidade cresceu muito, tanto em termos populacionais, pois muitas pessoas de toda a ilha deslocavam-se para lá com o intuito de aí ficarem mais seguras devido à fortaleza que rodeava a cidade, como também em termos de património; Cassar ergue diversos palácios e igrejas em estilo Maneirista.

Valeta tornou-se num importante centro estratégico no Mediterrâneo; a posição geográfica e a cidade fortificada foram muito importantes no que diz respeito à estratégia militar no sul da Europa e norte de África. O planeamento urbano da cidade estava muito virado para a defesa da mesma. Baseada numa malha urbana mais ou menos uniforme, à medida que se vai aproximando do extremo da península as ruas são bastante inclinadas; as escadas nessas ruas têm degraus bastante diferentes do habitual, pois eram destinados a facilitar a movimentação dos Cavaleiros da Ordem com as suas armaduras bastante pesadas.

Mais tarde, foi a partir da cidade que Napoleão atacou a Ordem, obrigando o Grão-Mestre Ferdinand von Hompesch, que lhe teria dado porto-salvo para reabastecer os navios enquanto se dirigia para o Egipto, a capitular.

Já no século XX, a cidade sofreu mais um cerco. Desta vez foi durante a Segunda Guerra Mundial, tendo sido fortemente bombardeada, ficando parcialmente destruída. No pós-guerra, a cidade recuperou rapidamente; nos dias hoje ainda se podem observar as marcas deixadas por essa época. A população da cidade decresceu severamente nessa época, pois as pessoas deslocavam-se para a periferia onde nasciam casas modernas em novos aglomerados urbanos; a cidade ficou reduzida a cerca de 9 000 habitantes.

Na viragem do século a cidade ganhou novo fôlego; a entrada de Malta para a União Europeia, em Maio de 2004, tornou Valeta no principal centro financeiro do país, atraindo também muitos turistas. O sector do turismo ficou largamente beneficiado com a adesão ao euro, em Janeiro de 2008, devido ao facto da larga maioria dos turistas em Valeta serem originários da zona Euro.

DEMOGRAFIA

Evolução 1901 - 2005
Ano                População
1901 ................ 22 768
1921 ................ 22 392
1931 ................ 22 779
1948 ................ 18 666
1957 ................ 18 202
1967 ................ 15 679
1985 .................. 9 340
1995 ..................  7262
2005 ................... 6300

A população da cidade tem vindo a decrescer ao longo dos anos, tendo ficado reduzida a cerca de um terço do pico populacional anterior. Depois da Segunda Guerra Mundial a população da cidade começou fixar-se nas imediações da cidade devido ao rápido desenvolvimento desses locais; apesar do "êxodo", Valeta continua a ser o centro comercial e administrativo da ilha e do país. No que diz respeito à imigração, existiam, em 2005, 114 imigrantes na cidade, cerca de 2% da população; são maioritariamente ingleses. Em 2005 registaram-se 46 nascimentos fazendo com que a taxa de natalidade se situe aproximadamente nos 7%. A idade média da população de Valeta é 44,2 anos.

TRANSPORTES
O serviços de transportes públicos de Malta é feito por autocarros. Estes circulam de e para Valeta, sendo o terminal central fora da entrada da cidade. 
EM FUNCIONAMENTO HÁ DÉCADAS

Foi criado recentemente um serviço de autocarros nas horas de ponta da manhã e da tarde, que ligam a capital ás cidades de Mosta e Żurrieq.O trânsito automóvel é bastante restrito no interior da cidade; as principais vias de circulação na cidade são pedestres. Em 2006, foi implementado um sistema de park and ride (literalmente, estacionar e circular) com o intuito de reduzir o trânsito automóvel; esse sistema constitui numa série de parques de estacionamento fora da cidade que têm ligação com a rede de transportes que faz a conexão com o centro da cidade. Para além dessa medida, foi aplicada em 2007 uma tarifação de congestionamento.

WIKIPEDIA

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FELICIDADE






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HOJE NO
"A BOLA"

Detidos traficantes com metralhadora

A PSP de Lisboa deteve ontem seis homens por suspeitas de tráfico de droga e posse de armas, numa operação onde estiveram envolvidos mais de 100 agentes.

A ação decorreu em simultâneo na zona da Amadora, Barreiro e Chelas e foram apreendidas uma metralhadora, outras quatro armas de fogo, 1,3 quilos de cocaína, outras drogas e ainda dinheiro.


* Valentes polícias que mesmo com poucas condições de trabalho e magro salário arriscam a vida!

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24 - Gigantes da Engenharia

4 - PLATAFORMAS
 DE PETRÓLEO



Este documentário revela os avanços tecnológicos que permitiram que se contruisse a maior plataforma de petróleo do mundo: Perdido Spar, no golfo do México. Perdido Spar está nas aguas mais profundas do que as outras plataformas de petróleo. Vídeo copiado para o youtube do site MUNDOFOX, NATGEO.


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  ONTEM NO
"PÚBLICO"

Aumento do IVA vai eliminar 11 mil postos de trabalho na indústria agro-alimentar

Reclassificação do imposto sobre os bens alimentares, em vigor desde Janeiro, vai fazer cair este ano o emprego gerado no sector, que emprega 110 mil pessoas.

As alterações na taxa do IVA que entraram em vigor em Janeiro poderão eliminar, este ano, 11 mil postos de trabalho directos e indirectos no sector agro-alimentar. De acordo com um estudo da consultora Deloitte, apresentado nesta terça-feira durante o IV Congresso da Indústria Portuguesa Agro-Alimentar, em Lisboa, a reclassificação do imposto vai fazer cair em 2,1% o emprego gerado nesta actividade.

Os dados mostram ainda que o consumo final de bens deverá cair 1,3% até final do ano (representa, em valor, uma descida de 284 milhões de euros). A tendência de quebra mantém-se ao nível da produção da indústria, que cai 2,3%, perto de 306 milhões de euros. O mesmo se passa no consumo de bens alimentares, que deverá diminuir 1,3% em 2012.

Da charcutaria à mercearia, poucas foram as prateleiras que escaparam ao aumento do IVA. Ao abrigo do programa de ajustamento acordado com a troika, o Governo limitou a aplicação da taxa reduzida de 6% a um”cabaz de bens essenciais” de produção nacional, como a vinicultura, a agricultura e as pescas.

“Infelizmente as expectativas estão a cumprir-se. Nos primeiros meses do ano muitos sub-sectores estão a contrair-se por via do aumento do IVA”, disse aos jornalistas Jorge Henriques, presidente da Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares (FIPA), acrescentando que a subida do IVA na restauração para 23% acentuou ainda mais a recessão no consumo.

A área mais afectada é da produção de bebidas que, entre Janeiro e Março, terá sofrido descidas na ordem dos 12%. No sector em geral as quebras estão acima dos 5%, sublinha Jorge Henriques.

Para fugir à conjuntura nacional as empresas do sector estão a apostar nas exportações, mas as dificuldades de financiamento também estão a impedir maior dinamismo na venda para mercados estrangeiros. Jorge Henriques prevê um segundo semestre difícil e diz mesmo que “no quadro interno o nível de encomendas é deprimente”.

A indústria agro-alimentar contribui directa e indirectamente para 4,5% do PIB e gera cerca de 16% do emprego total do país. As exportações deste sector aumentaram 16% desde 2008, valor que compara com uma subida de 4% das importações. Actualmente, estas empresas exportam 18% da sua produção, ainda abaixo das congéneres irlandesas e alemãs que exportam, respectivamente, 46% e 25%.


* E dizia, também ontem, o sr. Secretário de Estado da Agricultura, que poderá haver "auto-suficência" alimentar em 2020, só se fôr porque os desempregados do setor morreram entretanto.

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AS APARÊNCIAS ILUDEM







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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Indemnizações: 
Redução para sete a 13 dias em estudo

O ministro da Economia e do Emprego declarou esta quarta-feira que o estudo sobre indemnizações por cessação do contrato de trabalho elaborado pelo ministério que tutela é indicativo e vai ser levado à concertação social.

Em declarações aos jornalistas antes de ser ouvido na comissão parlamentar de Economia, Álvaro Santos Pereira disse que o estudo com a análise comparativa indica que a média das indemnizações por cessação do contrato de trabalho aponta para entre "sete e 13" dias na Zona Euro.

"Este estudo toma em conta algumas especificidades da economia portuguesa e diz que a média é entre sete e 13 [dias]. No entanto, esta é uma matéria que será alvo de concertação", afirmou, recordando que o memorando de entendimento assinado com a 'troika' refere que as compensações deverão baixar entre oito e 12 dias.

Já durante a audição, o ministro disse que o estudo é um documento indicativo, que terá de ser discutido em concertação social.

Em Portugal, entrou em vigor em Outubro uma nova lei que estipula indemnizações de 20 dias por cada ano de trabalho, com um limite máximo correspondente a 12 meses de salários e são esperadas novas alterações no âmbito do Memorando de Entendimento da 'Troika'.

Até então os portugueses tinham direito a 30 dias de salário por cada ano de trabalho em caso de cessação de contrato.

A UGT exige ao Governo políticas de emprego e João Proença fez uma ameaça muito dura ao Executivo, ameaçando rasgar o acordo de concertação social. Um facto que pode mudar a imagem externa de Portugal num momento em que todos assumem a incerteza de que o País possa regressar aos mercados de capitais em Setembro de 2013.

O acordo de concertação social tem sido usado como argumento tanto pelo Governo, como pelo Presidente da República, para diferenciar Portugal da Grécia no exterior.


* Mais um presente para os patrões medievos e ignorantes!


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