23/03/2012

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Combustíveis vão descer
 na próxima semana

O preço dos combustíveis vai descer na próxima semana, com os postos a repercutir a queda das cotações dos destilados nos mercados, fruto da descida do petróleo.

Os receios dos investidores quanto ao ritmo da economia chinesa tem vindo a pressionar a cotação do petróleo nos mercados. Ontem, o WTI perdeu quase 2% e o Brent caiu 0,94% para 123 dólares por barril.

Esta descida foi acompanhada pelos destilados. O preço médio da gasolina nos mercados caiu de 1.131 para 1.125 dólares por tonelada, enquanto o do "diesel" recuou 0,47%, de 1.051 para 1.046 dólares.

Em euros, dada a recuperação da divisa, as quedas foram mais expressivas. Quando falta apenas o dia de hoje para terminar a semana, as cotações dos dois combustíveis apresentam quedas de 1,2%, o que deverá permitir um recuo dos preços recorde nos postos. A gasolina está a 1,755 euros e o gasóleo a 1,534 euros.


* O último aumento em Portugal foi um verdadeiro assalto com a passividade do governo a fingir preocupação. Quanto mais forem ao bolso do cidadão menos a economia cresce.

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DAS CANÇÕES MAIS OFENSIVAS DE SEMPRE

11 –  BUCKCHERRY

TOO DRUNK TO FUCK




LETRA:

Went to a party
I danced all night
I drank 16 beers
And I started up a fight

But now I am jaded
You're out of luck
I'm rolling down the stairs
Too drunk to fuck

Too drunk to fuck
Too drunk to fuck
Too drunk to fuck
I'm too drunk to drunk
Too drunk to fuck

I like your stories
I love your gun
Shooting out truck tires
Sounds like loads and loads of fun

But in my room
Wish you were dead
You ball like the baby
In eraser head

Too drunk to fuck
Too drunk to fuck
Too drunk to fuck
I'm too drunk to drunk
Too drunk to fuck

Too drunk to fuck
Too drunk to fuck
Too drunk to fuck
I'm sick soft gooey and cold
Too drunk to fuck

I'm about to drop
My head's a mess
The only salvation is
I'll never see you again

You give me head
It makes it worse
Take out your fucking retainer
Put it in your purse

I'm too drunk to fuck
You're too drunk to fuck
Too drunk to fuck
It's all I need right now

Oh baby
I'm melting
Like an ice cream bar
Oh baby

And now I got diarrhea
Too drunk to fuck
Yeah, yeah, yeah
Yeah, yeah, yeah

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CÃO ATACA 5 POLÍCIAS

  

Cinco polícias britânicos foram esta quinta-feira parar ao hospital depois de terem sido atacados por um cão durante uma operação de captura de um violento raptor.Visualizar as imagens é consigo,o cão foi abatido com quatro tiros.

NR: Quem treina cães para serem violentos devia ser punido com uma pena pesadíssima, as imagens vistas acima não retiram verdade  de que cão "é o melhor amigo do ser humano". 


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HOJE NO
"DESTAK"

Cancro
Diretora do Mama Help anuncia abertura de um novo centro de apoio na Fundação Champalimaud

A presidente do Centro de Apoio a Doentes com Cancro da Mama - Mama Help, Maria João Cardoso, anunciou hoje a abertura de um novo centro de apoio em Lisboa, no âmbito de uma parceria com a Fundação Champalimaud.

"Vai chamar-se Cancer Help e nascer em instalações da Fundação Champalimaud", afirmou Maria João Cardoso, que falava à Lusa a propósito do primeiro ano de funcionamento do Mama Help, no Porto, que se comemora no sábado.

O novo centro de apoio não médico funcionará com base num modelo "mais abrangente do que o Mama Help, uma vez que a fundação trata também outros cancros", explicou.


* Tudo será bem vindo o que vier por bem.

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 PRAZER DE VOAR NA NORUEGA






 O voo destes aventureiros ocorre ao redor de  Bispen uma das montanhas que pertence a uma cadeia que atrai muitos amantes dos novos desportos aéreos radicais. Encontra-se perto da estrada de Trollstigen sobre o vale de  Isterdalen, na Noruega.

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HOJE NO
"i"

Quebra de rendimentos e fosso social podem agravar tuberculose
Alerta de especialistas do Centro Europeu de Prevenção de Doenças foi publicado ontem. 
Em 2011 casos caíram 9,6% em Portugal

Dados preliminares dos casos de tuberculose em Portugal em 2011, da DGS, mostram uma quebra de 9,6%. O país está quase a entrar no patamar da baixa incidência: ainda há 21 casos por 100 mil habitantes quando o limiar é 20. Em vésperas do Dia Mundial da Tuberculose, amanhã, especialistas do Centro Europeu de Prevenção de Doenças (ECDC) avisam que a recessão pode contrariar o bom desempenho europeu e apelam ao reforço dos orçamentos.

O alerta surge no editorial do jornal europeu “Eurosurveillance”. Apesar de os dados europeus disponíveis não mostrarem um efeito da actual crise na tuberculose (de 2006 a 2010 a incidência na Europa caiu 4,4% ao ano, para 14,6 casos por 100 mil habitantes), o impacto pode não ser visível de imediato, dizem os autores, adiantando que o ECDC vai seguir o fenómeno.

“Como a tuberculose é uma doença lenta, com um período mínimo de incubação de oito semanas, pode demorar algum tempo até haver um aumento significativo de casos. Podemos até ver um declínio inicial porque os sistemas de saúde podem passar por dificuldades no diagnóstico e notificação. No entanto, foi demonstrado na Europa que há mais notificações quando os rendimentos nacionais são mais baixos e/ou quando as desigualdades de rendimento são maiores. Se a actual crise afectar estas duas variáveis, as taxas de TB podem bem aumentar.”

Os especialistas alertam que a associação é “especialmente verdadeira” nos países que já tiveram dificuldades com esta doença. Entre os factores agravantes estão a “influência previsível” da crise no funcionamento dos sistemas de saúde, maior consumo de álcool associado ao desemprego ou insegurança laboral, aumento dos sem-abrigo ou da criminalidade, com sobrelotação das prisões. Os autores alertam ainda que, no caso das tuberculoses multirresistentes a medicamentos, o problema também pode agravar-se: exige sistemas de saúde afinados, “capazes de diagnosticar e de fornecer tratamento caro e a longo prazo.”

Em Portugal os sinais escapam ao alerta. Além da quebra substancial nas notificações em 2011 (2388 casos), Miguel Vilar, coordenador do Centro de Referência Nacional para a Tuberculose Multirresistente, disse ao i que também tem havido uma diminuição dos casos desta tuberculose mais agressiva. Em 2011 foram notificados 23 casos, menos seis que em 2010. Portugal está dentro da média europeia, com 1,7% de casos multirresistentes. É na tuberculose extensivamente resistente que os indicadores são mais preocupantes. Em 2011 houve oito casos, um terço das tuberculoses multirresistente no país (em 2010 representavam 7%).

Vilar alerta ainda que dados de um estudo que será apresentado amanhã num evento da DGS que assinala o 130.º ano da descoberta do bacilo da tuberculose mostram que 64% dos casos multirresistentes surgem na região de Lisboa e Vale do Tejo, a única que ainda não tem operacionalizado um centro referência regional nesta área, que permitiria acompanhar melhor os doentes e normalizar as terapêuticas.



* Não esqueçmos os cerca de 6 mil mortos em duas semanas neste inverno seco, a maior parte dos quais se deve a graves carências económicas para suportarem despesas de saúde básica.

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 I. GUINÉ-BISSAU

1-PAISAGENS





A Guiné-Bissau, oficialmente República da Guiné-Bissau, é um país da costa ocidental de África que se estende desde o cabo Roxo até à ponta Cagete. Faz fronteira a norte com o Senegal, a este e sudeste com a Guiné-Conacri (ex-francesa) e a sul e oeste com o oceano Atlântico. Além do território continental, integra ainda cerca de oitenta ilhas que constituem o Arquipélago dos Bijagós, separado do Continente pelos canais do rio Geba, de Pedro Álvares, de Bolama e de Canhabaque.

Foi uma colónia de Portugal desde o século XV até proclamar unilateralmente a sua independência, em 24 de Setembro de 1973, reconhecida internacionalmente - mas não pelo colonizador. Tal reconhecimento por parte de Portugal só veio em 10 de Setembro de 1974. A Guiné-Bissau, juntamente com Cabo Verde, foi a primeira colónia portuguesa no continente africano a ter a independência reconhecida por Portugal.

Actualmente faz parte da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), das Nações Unidas, dos PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) e da União Africana.

UM POUCO DA SUA HISTÓRIA
Antes da chegada dos Europeus e até o século XVII, a quase totalidade do território da Guiné-Bissau integrava o reino de Gabu, tributário do legendário Império Mali, dos mandingas, que florescera a partir de 1235 e subsistiu até o século XVIII. Os grupos étnicos eram os balantes, os fulanis, os mandayakos e os molinkes.

O primeiro navegador e explorador europeu a chegar à costa da actual Guiné-Bissau foi o português Nuno Tristão, em 1446.[5]A colonização só tem início em 1558, com a fundação da vila de Cacheu. A princípio somente as margens dos rios e o litoral foram exploradas. A colonização do interior só se dá a partir do século XIX. No século XVII, foi instituída a Capitania-Geral da Guiné Portuguesa. Mais tarde, durante o Estado Novo de Salazar, a colonia passaria a ter o estatuto de província ultramarina, com o nome de Guiné Portuguesa.

A vila de Bissau foi fundada em 1697, como fortificação militar e entreposto de tráfico de escravos. Posteriormente elevada a cidade, tornar-se-ia a capital colonial, estatuto que manteve após a independência da Guiné-Bissau.

Em 1956, Amílcar Cabral liderou fundação do PAIGC - Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde -, que, no início da década de 1960, iniciou a luta armada contra o regime colonial. Cabral foi assassinado em 1973, em Conacri, num atentado que o PAIGC atribuiu aos serviços secretos portugueses mas que, na verdade, fora perpetrado por um grupo de guineenses do próprio partido, que acusavam Cabral de estar dominado pela elite de origem cabo-verdiana. Apesar da morte do líder, a luta pela independência prosseguiu, e o PAIGC declarou unilateralmente a independência da Guiné-Bissau em 24 de Setembro de 1973. Nos meses que se seguiram, o ato foi reconhecido por vários países, sobretudo comunistas e africanos. Todavia Portugal só reconheceu a independência da Guiné-Bissau em 10 de Setembro de 1974, após a Revolução dos Cravos - ela própria devida, em larga medida, ao impasse em que caíra o esforço bélico português na pequena colónia. Os portugueses começaram então a abandonar a capital, Bissau, ainda em seu poder.

Segundo o projecto político concebido pelo PAIGC, a Guiné e Cabo Verde, inicialmente constituídos como estados separados, tenderiam a formar uma unidade. Assim, após a independência, os dois países passaram a ser dirigidos por um único partido - o PAIGC - até 1980. Mas, em 14 de Novembro de 1980, um golpe de estado, empreendido pelo chamado Movimento Reajustador, sob a liderança do Primeiro-Ministro João Bernardo Vieira (Nino Vieira), um prestigiado veterano da guerra contra Portugal, derrubou o primeiro Presidente da República da Guiné-Bissau, Luís Cabral, irmão do falecido Amílcar, e suspendeu a Constituição da República, instituindo o Conselho da Revolução, formado por militares e civis. Extinguia-se assim o projecto de unificação dos dois países.

Dentre as razões alegadas para o golpe de Estado, foram apontadas: crise política interna do PAIGC e cerceamento de diálogo no interior do partido, crise económica e social no país, com escassez de alimentos básicos, como arroz, batata, óleo e açúcar; prisões e fuzilamentos de ex-comandos africanos, ex-milicianos e de alguns civis, acusados de terem pertencido ou apoiado o exército colonial português.

Luís Cabral parte para Cuba e depois para o exílio em Portugal, enquanto na Guiné eram mostradas valas comuns em Cumeré, Portogole e Mansabá, com os restos mortais de soldados portugueses e nativos, fuzilados em massa por ordem sua.

Após a derrubada de Luís Cabral, os dirigentes políticos cabo-verdianos decidiram desvincular-se do PAIGC, formando um novo partido, designado por PAICV (Partido Africano para a Independência de Cabo Verde), numa total ruptura política.

Até 1984, o país foi controlado por um conselho revolucionário sob a chefia de Nino Vieira.

Em 1989, o presidente Nino Vieira começa o esboço de um programa de reformas e liberalização política, abrindo caminho para uma democracia multipartidária. Eliminaram-se vários artigos da Constituição que privilegiavam o papel de liderança do PAIGC, e foram ratificadas leis que permitiam a formação de outros partidos políticos, liberdade de imprensa, sindicatos independentes e direito à greve.

Em 1994, tiveram lugar as primeiras eleições multipartidárias para a presidência e o parlamento da Guiné-Bissau.

Em 1998, o presidente Nino Vieira foi derrubado por um golpe militar liderado pelo brigadeiro Ansumane Mané. Vieira parte para o exílio em Portugal, e, entre 1998 e 1999, o país mergulha praticamente numa guerra civil.
Assembleia Nacional.

Logo após a guerra civil, novas eleições foram convocadas, com a vitória do líder oposicionista Kumba Yalá e do seu partido, PRS (Partido para a Renovação Social). Yalá assume o cargo de presidente da República em 2000. Conhecido como «o homem do barrete vermelho», o novo presidente não tardou a revelar-se uma nulidade a todos os títulos e afinal foi deposto por novo golpe militar, em Setembro de 2003, sob a alegação de inépcia para resolver os problemas do país. Henrique Rosa assumiu o posto interinamente.

Afinal, em Abril de 2004, tiveram lugar as eleições legislativas, adiadas inúmeras vezes. Em Outubro do mesmo ano, Ansumane Mané, comandante-mor das forças armadas, que nunca vira com bons olhos a ascensão de Kumba Yalá à presidência, protagonizou nova sublevação, mas acabou por ser morto por adversários (a pauladas, segundo fontes referidas por Jaime Nogueira Pinto na obra citada), o que causou uma forte comoção em todo o país.

Ainda que envoltas em polémica, as eleições presidenciais de 2005 reconduziram Nino Vieira ao mais alto cargo da nação. A situação geral continuou a degradar-se em todos os domínios: a Guiné-Bissau transformou-se num entreposto do narcotráfico internacional, ponto de distribuição para a América Latina e para a Europa.

A 1 de Março de 2009, Tagme Na Waie, Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas e antigo rival político de Nino Vieira, é assassinado num atentado bombista. Alguns militares que lhe eram próximos suspeitaram, embora sem provas, que o presidente estivesse envolvido neste atentado. Na manhã do dia seguinte, 2 de Março de 2009, atacaram o palácio presidencial e mataram Nino Vieira. A verdade é que Tagme Na Waie exigira repetidamente o desarmamento da milícia fiel a Nino Vieira, e que tinha havido uma rápida escalada nas disputas pelo governo da Guiné-Bissau.

A cúpula militar, que muitos analistas consideram o verdadeiro poder neste pequeno e paupérrimo país, afirmou que os direitos democráticos seriam mantidos e que não se tratava de um golpe de Estado. Mas muitos governos de todo o mundo condenaram o assassinato de Nino Vieira (sem prejuízo de críticas e reservas à sua actuação) e exprimiram séria apreensão com referência à estabilidade política da Guiné-Bissau..

O Presidente da Assembleia Nacional Popular (ANP), Raimundo Pereira, assumiu a presidência interinamente, e os partidos políticos guineenses marcaram eleições presidenciais antecipadas para 28 de Junho de 2009, as quais foram vencidas por Malam Bacai Sanhá.

A transição da Guiné-Bissau para a democracia continua, no entanto, dificultada pela debilidade da sua economia, devastada pela guerra civil e pela instabilidade política. A 1 de Abril de 2010 assistiu-se a uma nova tentativa de golpe de estado, desta vez contra o primeiro-ministro Carlos Gomes Júnior e o chefe das Forças Armadas, tenente-general Zamora Induta.

A partir de 2009, quando do assassinato do presidente da Guiné-Bissau, João Bernardo Vieira, o Brasil tem-se comprometido com a pacificação do país. O Brasil preside a Configuração Específica da Guiné Bissau da Comissão de Consolidação da Paz (CCP)das Nações Unidas, criada por iniciativa brasileira. Há ainda o Centro de formação para as forças de segurança da Guiné-Bissau, patrocinado pelo Brasil, para limitar o papel das forças armadas às questões militares. A cooperação técnica brasileira em ciclos eleitorais, uma das mais avançadas do mundo, tem sido prestada por meio de cooperação triangular, a exemplo do Memorando de Entendimento Brasil-Estados Unidos-Guiné Bissau para apoio a atividades parlamentares.

IN "WIKIPEDIA"


NR: Sabemos que este país vive com imensas dificuldades mas é na adversidade que devemos ser solidários e nós, nesta página, mostramos as suas belezas naturais, visite-as.


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