21/03/2012



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UM POUCO DE CULTURA INÚTIL NÃO FAZ MAL A NINGUEM


Os emblemas dos fabricantes de automóveis são mais do que simples símbolos de identificação das marcas. A maioria deles traz embutidos diversos aspectos da história da marca, capazes de aguçar a curiosidade dos aficcionados por carros.
Os logotipos acompanham o surgimento das primeiras fábricas de automóveis, no final do século passado. Como escuderias, agremiações esportivas e outras associações, os primeiros fabricantes de automóveis não dispensavam um símbolo de identificação do modelo, seguindo uma tradição surgida na Idade Média, como os brasões nobiliárquicos. Veja o significado dos que mais ficaram marcados na história do automóvel:



Chrysler: A antiga estrela de cinco pontas, formada a partir de um pentágono com cinco triângulos, representa a precisão da engenharia. O logo atual é um escudo com asas, que já havia sido foi adotado entre as décadas de 30 e 50.




 Citroën: Os dois "V" invertidos, conhecidos na França como " Deux Chevron", simbolizam a engrenagem bi-helicoidal criada pelo engenheiro Andre Citroën, fundador da marca francesa.




DKW-Vemag: A fábrica foi inaugurada em 1955, pelo presidente JK. A antiga Vemag - Veículos e Máquinas Agrícolas dedicava-se, desde 1945, à importação de veículos Studebaker dos Estados Unidos, bem como à fabricação de tratores. Da união com a DKW alemã surgiu, em 1957, o primeiro veículo de passeio brasileiro, a camioneta Vemaguet, dotada de um barulhento mas amado motor 3 cilindros de 2 tempos.




Dodge: O búfalo simboliza a cidade de Dodge, localizada no estado de Kansas (EUA), no oeste norte-americano. A marca pertence à Chrysler.


Ferrari: O cavalo preto empinado sobre o fundo amarelo era usado no avião de Francesco Barraca, piloto de caça italiano morto na Primeira Guerra mundial. A pedido da mãe de Barraca o comendador Enzo Ferrari passou a adoptar o emblema nos seus carros a partir de 1923.


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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Saúde reutiliza os pacemakers

Os enfermeiros estão a ser pressionados pelas administrações hospita-lares para reutilizarem nos doentes materiais que não são reutilizáveis. Os casos sucedem-se nos serviços de diálise, nos transplantes e na cardio-logia, sendo um exemplo a reutilização de pacemakers, denunciou ontem o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP).

José Carlos Martins, presidente da direcção do SEP, afirmou que as "tentativas de reutilização" de materiais não reutilizáveis são o reflexo da perda de qualidade dos serviços e do material disponibilizado nas instituições devido "aos cortes cegos". Acrescentou que o sindicato está a apurar os casos para denunciar "às autoridades competentes".

Outro exemplo referido, que ilustra a deterioração da qualidade nos cuidados de saúde, tem a ver com a aquisição de materiais de qualidade inferior à que era hábito e recomendado. É o caso de compressas, que se deterioram facilmente e largam fragmentos nas feridas dos doentes quando os enfermeiros fazem os tratamentos, ou os balões de soro, que vertem o líquido e obrigam à sua substituição. Estão a ser ainda adquiridos pensos e adesivos de qualidade duvidosa.

A redução do número de enfermeiros é outro problema apontado pelo SEP. Há serviços cirúrgicos só com um enfermeiro nos turnos da tarde e da noite. "Se houver dois doentes a pedir assistência, o enfermeiro terá de decidir qual irá acorrer", afirmou Guadalupe Simões, da direcção do SEP. Nas Urgências aumentam os casos de doentes idosos com escaras e que estão internados em lares. "Esses lares não têm enfermeiros para os mobilizar convenientemente", afirmou a dirigente.


* Há algum tempo destacámos o papel relevante dos enfermeiros em serviços de internamento, pela sua dedicação e atenção aos doentes, pode haver razões de queixa mas na generalidade eles são dedicados,observámos in loco variadas vezes.
A denúncia que agora fazem é alarmante, a tutela tem de estar atenta.
Já esquecemos as próteses mamárias PIP, tudo uma questão de economia?

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SIMPLES E PRÁCTICO







NR: GOSTÁVAMOS DE VER UMA MÁQUINA SEMELHANTE PARA INTRODUZIR SUPOSITÓRIOS.


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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Bruxelas quer garantias para antecipar fundos de ajuda à seca
Existem 300 milhões de euros que podem ser antecipados de Dezembro para Outubro.

Portugal terá de demonstrar que o seu sistema de controlo de fundos agrícolas é adequado para poder ver antecipado o pagamento de ajudas directas aos produtores nacionais afectados pela seca. Se a medida for entretanto aprovada em Bruxelas, os agricultores poderão receber ajuda, um total de 300 milhões de euros, já em 16 de Outubro, em vez de final de Dezembro.

Falhas ao nível deste sistema de controlo, que garante que o dinheiro é bem gasto, já foram responsáveis por várias multas no passado. Ontem, no final do Conselho de Ministros da Agricultura, onde se discutiu o problema da seca, o Comissário Dacian Ciolos mostrou-se disponível para considerar a antecipação destes fundos, "se se provar que é justificado e se os controlos no terreno estiverem finalizados".

A falta de controlo de fundos agrícolas já fez com que, no passado, Portugal tivesse de devolver a Bruxelas 165 milhões de euros relativos ao período até 2009, e com base nas últimas campanhas agrícolas, o valor perdido pode ainda ser maior. Uma falha que José Diogo Albuquerque, secretário de Estado da Agricultura, em declarações à margem do Conselho de Ministros, atribui ao anterior Executivo português.


* Durante anos seguiram para a Comissão Europeia relatórios aldrabados sobre o estado da agricultura portuguesa, essas aldrabices reverteram em dinheiro para Portugal, que os governos geriram à balda e foram obrigados a devolver por manifesta incompetência. Agora que os agricultores portugueses passam mesmo mal têm de esperar que Bruxelas acredite no govero, alguém acredita?


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20 - Gigantes da Engenharia

4 - USS NIMITZ




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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

 Manuel Pedro terá ficado 'chocado', com exigência do então ministro
Testemunha diz que Sócrates exigiu 2ME

Advogado referiu que Manuel Pedro lhe confidenciou em janeiro de 2001 que José Sócrates exigia 500 mil contos.

Augusto Ferreira do Amaral disse ontem em tribunal que o arguido Manuel Pedro lhe confidenciou que o ex-ministro do Ambiente José Sócrates exigia dois milhões de euros para aprovar o licenciamento do empreedimento Freeport em Alcochete.
Ouvido como testemunha de acusação no tribunal do Barreiro, onde decorre o julgamento do caso Freeport, o advogado Augusto Ferreira do Amaral referiu que Manuel Pedro lhe confidenciou em janeiro de 2001 que José Sócrates exigia 500 mil contos e que estava 'chocado', e 'escandalizado', com a exigência do então ministro do Ambiente, revelando-lhe que um dos administradores do Freeport ia deslocar-se a Lisboa para tratar pessoalmente do assunto.
A testemunha disse ao coletivo de juízes estar convicto de que o arguido disse a verdade, porque estava a ser 'espontâneo', e a gravidade do assunto não permitia outra atitude.
O advogado, que representava os interesses da Mckinney, promitentes compradores dos terrenos onde mais tarde foi construído o Freeport, relatou que quando Manuel Pedro lhe falou das exigências das autoridades ambientais pensou tratar-se de diretores, ao que este respondeu 'upa, upa', dizendo a mesma frase quando lhe perguntou se era o chefe de gabinete ou o secretário de Estado.
Garante que Manuel Pedro lhe disse o nome de 'José Sócrates', como a pessoa que exigia aquele 'montão de dinheiro', para viabilizar o projeto.
Augusto Ferreira do Amaral precisou ao tribunal que a alegada exigência de Sócrates, no valor de 500 mil contos, foi transmitida a Manuel Pedro por um porta-voz do então ministro do Ambiente.
Revelou ainda que Manuel Pedro, apesar de 'chocado', com o caso, estava 'resignado', mas feliz porque o projeto, finalmente, ia avançar e que o emissário de Sócrates, cujo nome nunca precisou, indicou um número de conta para os ingleses depositarem o dinheiro.
'Eu não quis acreditar', declarou em tribunal Augustro Ferreira do Amaral, admitindo, em resposta a questões da advogada de defesa Paula Lourenço e do presidente do coletivo de juízes, Afonso andrade, que a acusação de tentativa de extorsão aos arguidos Manuel pedro e Charles Smith é um absurdo, porque aparentemente se tratou de um caso de corrupção em que a culpa é dos membros do Governo.
Augusto Ferreira do Amaral garantiu que não voltou a falar com Manuel Pedro sobre os contornos do negócio porque 'teve a sensação que ia destapar alguma coisa que não ia ser agradável', muito embora ainda tenha sido Manuel Pedro a alertar a testemunha para o facto de no último Conselho de Ministros do Governo PS em 2002 ter sido aprovado uma alteração dos limites da Reserva do estuário do Tejo para permitir a edificação do projeto Freeport.
Augusto Ferreira do Amaral disse não dispor de provas, nem lhe ter sido dito por Manuel Pedro, que o dinheiro chegou efetivamente a ser pago por causa da exigência atribuída a José Sócrates, mas observou que a vinda do administrador do Freeport a Lisboa e a existência de uma reunião deste com um alto responsável do Ministério do Ambiente indicia que tudo ficou resolvido naquele sentido.
O tribunal ouviu ainda Maria Fernanda Vara Castor, antiga diretora regional do Ambiente e do Ordenamento do Território, cujo depoimento ficou marcado por alegadas contradições entre o que disse em fase de investigação e ontem em tribunal.
Confrontada com as declarações feitas em sede de inquérito, a testemunha admitiu que numa reunião com José Sócrates foram discutidas diversas formas de ultrapassar os obstáculos do parecer negativo da avaliação do impacto ambiental, de forma a alterar o projeto para que este fosse aprovado e executado.


* Não somos juízes para julgar mas estas declarações são muito graves. Fica-nos a sensação que há ainda mais para descobrir e a estupefacção de, à época, este advogado não ter denunciado este pressuposto cambalacho.
O que é mais importante para um advogado um cliente ou o país?

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MÍMICA 








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