07/03/2012


BASTA



 from Chris Crutchfield on Vimeo.



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ALMORRÓIDA TELEVISEIRA


RTP1 sem espectadores durante 30 minutos na tarde de terça-feira

A RTP1 não terá registado qualquer espectador durante 30 minutos na tarde de terça-feira, entre as 17h25 e as 17h55, quando transmitia a parte final do programa Portugal no Coração.

De acordo com os dados recolhidos pela empresa de audimetria GfK do consumo ao minuto, a RTP1 perdeu todos os espectadores de repente, às 17h25, quando no minuto anterior estavam 247.800 pessoas a ver o canal.

Esse vazio prolongou-se até às 17h55, quando de repente o primeiro canal passa a ver visionado por 295.700 espectadores.
Durante essa meia hora, do acumulado total de espectadores que estavam a ver televisão naquele período acabaram por desaparecer apenas 20 mil espectadores. Mas o segmento Outros - que a GfK utiliza para designar quem está a usar a televisão para jogar videojogos ou ver gravações - ganhou, no momento do "apagão" na RTP1, 281 mil espectadores.

Quando a RTP1 volta a registar espectadores, dá-se um corte de 382 mil pessoas no segmento Outros.

Embora este "apagão" de espectadores na RTP1 seja o mais visível no dia de ontem, não foi o único. O canal público também esteve a zero durante a madrugada, nos períodos 3h56 - 4h15, 4h39 - 4h53 e 5h15 - 6h32 (neste último caso já estava a emitir o programa Nós).

O PÚBLICO tentou contactar a GfK mas ainda não obteve resposta.


IN "PÚBLICO"
07/03/12

NR: Alguém anda a querer vender um canal da RTP a preço de saldo e contratou esta "encomenda" para debitar audiências.


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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Casais constrói 16 torres para
 parque eólico "offshore" na Suécia

Grupo de construção português vai construir torres eólicas em alto mar na Suécia para a E.On Climate & Renewables

O grupo casais ganhou na Bélgica a construção de 16 torres eólicas em betão armado, que serão instaladas, em alto mar, no Kareham Windfarm Projecto, um parque eólico "offshore" na Suécia. O dono da obra é a alemã E.On – Climate & Renewables.

A ConstruCasais, empresa do grupo Casais, será responsável pela execução de todos os trabalhos de montagem e aplicação de armaduras, montagem e aplicação de cofragens e betonagens, assim como a aplicação de outros elementos como coroa de fixação da torre eólica, fixações para os "boulders" de ancoragem de barcos e escadas de acesso.

A obra arrancou no mês passado e deverá estar concluída até ao Verão. A ConstruCasais estima envolver neste trabalho cerca de 80 trabalhadores. O valor do contrato não é revelado.

O estaleiro ocupa, em terra, no porto de Zeebrugge, na Bélgica, uma área de aproximadamente 20 mil metros quadrados, e os pontões onde serão executadas as fundações têm "decks" com áreas de 5.700 e 2.560 metros quadrados. As fundações têm uma base hexagonal com uma área de 313 metros quadrados e alturas compreendidas entre os 12 e 24,5 metros.


* As boas notícias são cada vez mais raras.

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ATLETISMO
AO ESTILO DAS ELEIÇÕES RUSSAS





Enviado por M. COUTINHO

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Afaste de si este cálice





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HOJE NO
"DESTAK"

Consumidores compram menos 
um milhão de telemóveis em 2011

O número de telemóveis vendidos em Portugal ascendeu a 5 milhões em 2011, menos um milhão de unidades que no ano anterior, revela hoje um estudo do IDC - European Mobile Phone Tracker.

"O mercado de telecomunicações móveis sofreu uma queda abrupta que fica assinalada como a pior em Portugal", esclarece o estudo.

De acordo com Francisco Jerónimo, responsável europeu de research da área de telefones móveis da IDC, a descida nas vendas deveu-se "à forte taxa de penetração de telemóveis em Portugal, superior à média europeia, que faz com que a substituição destes seja menos frequente face a outros países".


* Mesmo assim neste país de tesos, existem criancinhas com telemoveis de última geração, ora bolas para os pais.


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ANA RITA GUERRA



FACEBOOK
DESAMIGAR É O VERBO

O tempo em que rejeitar um pedido de amizade nos deixava desconfortáveis acabou. Como também acabaram aquelas reticências em desamigar alguém que, sabes Deus porquê, está na nossa lista de amigos.

Isto tem uma razão de ser. A maturidade nas redes sociais não equivale a um relaxamento das restricções de privacidade – pelo contrário. Mark Zuckerberg estava tão errado quando disse, há uns dois anos, que a era da privacidade tinha acabado que nem ele ainda acredita nisso.

Tenho visto cada vez mais pessoas a fazerem purgas nas suas listas de amigos, e o meu primeiro pensamento é: mas como é que deixaste que isso chegasse aos 1500 amigos? Ninguém tem 1500 amigos.

No entanto, também eu sou obrigada a fazer limpezas gerais de tempos a tempos. Motivo: alguém comenta uma publicação de forma desagradável, e de repente penso: "porque é que esta pessoa é minha amiga no Facebook?". Dois segundos depois está desamigada. Subscrevam se quiserem.

O problema é que algumas pessoas levam a mal quando são excluídas da rede. Não percebem que o Facebook não é o Twitter nem o MySpace. Alguém que conhecemos por cinco minutos no jantar de Natal de uma empresa não é um amigo. Pessoas que têm os seus perfis abertos (públicos) e escrevem coisas íntimas nunca deixam de me surpreender. São as mesmas pessoas que depois se queixam de que toda a gente se mete na sua vida.

Também há os casos em que alguém ligado à nossa vida profissional nos envia um email de trabalho cheio de smileys e a comentar algo que viu no Facebook. O efeito é o contrário do pretendido: em vez de forjar um sentimento de intimidade, leva a pessoa a ir ao Facebook desamigar o tal contacto. Para isso há o LinkedIn. E o Twitter. Ou o Tumblr. O Facebook é para os amigos e para a família.

Enquanto as pessoas não perceberem isto, não vão saber gerir a sua privacidade e vão arranjar problemas. Por algum motivo existem a subscrição e as páginas públicas – para quem quer promover uma vida social sem escrever o que não deve. Não me esqueço daquela senhora que escreveu no Twitter que tinha recebido uma óptima proposta de emprego na Cisco, com um grande salário mas um trabalho que odiava. Obviamente a Cisco respondeu-lhe: como boa empresa tecnologia, também usamos o Twitter.

O Facebook é cada vez mais uma ferramenta de filtro antes da contratação e também diz muito da pessoa enquanto trabalhador, enquanto amigo e até cidadão. O estudo da Pew Research que saiu na semana passada, referindo que a tendência é para que as pessoas reduzam a sua lista de amigos, identifica uma viragem na era desta rede social específica que é o Facebook. Acima de tudo, as pessoas começam a perceber que os seus perfis não são uma democracia: não têm de albergar todo e qualquer pedido de amizade e não têm de admitir comentários maldosos ou inapropriados.

Quem for desamigado ou perceber que um comentário seu foi apagado não tem nada que ficar chateado. Tem que perceber que cada um governa o seu Facebook e que isto é muito mais sério que um simples perfil com umas fotos catitas. Isto é um reflexo da sua vida e uma ferramenta importante. Que pode dar para o torto de formas que nem se sonha.


 IN "DINHEIRO VIVO"
28/02/12

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