15/11/2011

2 - IGREJA




Documentário da BBC de Londres proibido no Brasil, Portugal e Itália, sobre abusos sexuais e pedofilia cometidos por sacerdotes católicos em vários paises, inclusive no Brasil, acobertados pela Igreja e pelo papa Bento XVI.

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"


Abandono da selecção 
traumatiza Ricardo Carvalho

O defesa internacional português Ricardo Carvalho está com um trauma psicológico que o impede de se treinar há 44 dias pelo seu clube, o Real Madrid, revela a edição desta terça-feira do jornal espanhol ‘Marca’.

Segundo o diário desportivo, Ricardo Carvalho não consegue superar o caso do abandono do estágio da Selecção portuguesa, no dia 31 de Agosto, antes do jogo contra Chipre, em Nicósia. Uma acção que provocou o seu afastamento da equipa nacional.

O jogador do Real Madrid está de baixa desde o dia 1 de Outubro, dia em que ficou fora da convocatória de José Mourinho para o jogo da liga contra o Espanhol, alegadamente devido a dores nas costas.

Desde então nunca mais se treinou, o que torna o caso num mistério. Carvalho tem 75 internacionalizações por Portugal.


* A irrefutável herança de Madaíl e seus "muchachos"


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EM SEGURANÇA
MESMO COM MAU TEMPO




Um A320 da TAP Portugal faz duas tentativas falhadas de aterragem na pista 27 do Aeroporto da Ilha do Pico devido ao vento muito forte que se fazia sentir.


Este belo exemplo de saber e sangue frio faz-nos confiar e muito nos pilotos da TAP, na tripulação de cabine e no excelente serviço de manutenção, por isso viajamos nela.

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HOJE NO
"A BOLA"

Vencer... por Portugal

Houvesse monarquia no futebol e a corte pediria aos escolhidos de Paulo Bento que tudo dessem pelo País, que corressem quilómetros e suassem a camisola, e que, no fim, garantissem o apuramento de Portugal para o Euro-2012. No fundo, que esta noite, a partir das 21 horas, marcassem mais golos que a Bósnia e ganhassem o segundo jogo do play-off de apuramento.

Mesmo não havendo, poucos desconhecem que Eusébio é o king, o rei, portanto. E que Rui Costa cedo recebeu a alcunha de príncipe. A Manuel Alegre, político e escritor, mas apaixonado pelo futebol, todos chamam poeta. Ontem, os três falaram sobre a Selecção e, claro, sobre o jogo com a Bósnia. De Manuel Alegre se ouviu a mais poética e bela das ideias: que por contraste à agressividade no jogo da primeira-mão, os portugueses enchessem o Estádio da Luz e prestassem homenagem ao bibota de Ouro.

Eusébio desceu do trono para falar aos portugueses. O king sabe que o jogo desta noite «vai ser difícil», mas decreta o sucesso: «Temos de mostrar a nossa supremacia em qualquer terreno. Portugal é superior à Bósnia e o importante é que o estádio esteja cheio e que os portugueses sejam o 12.º jogador.»

Rui Costa, um dos príncipes do futebol português, já foi decisivo em jogos de apuramento. Com «saudades destes jogos», garantiu ontem que será «mais um português a puxar pela Selecção». Estes três, os onze que subirão ao relvado, 65 mil nas bancadas, 10 milhões em casa. São tantos a torcer por uma vitória...


* Portugal sempre!


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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Nova recessão poderá causar mais 
23 milhões de pobres

FMI alerta que mais cerca de 23 milhões de pessoas poderão ficar abaixo do limiar da pobreza com uma nova recessão mundial.

"Existem graves riscos para a revisão em baixa das previsões actuais, às quais são altamente vulneráveis os países de fracos recursos", assinala um relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI), citado pela agência Efe, referindo que uma nova recessão causará mais pobres, sobretudo em certas regiões asiáticas e na África Subsariana.

O estudo, divulgado na segunda-feira, adverte para o facto de a recessão se instalar nos países mais desenvolvidos e produzir uma desaceleração de 1,3 e 1,6 pontos percentuais do Produto Interno Bruto (PIB) mundial em 2011 e 2012, respectivamente.

O Banco Mundial (BM) define como limiar da pobreza menos de 1,25 dólares por dia/pessoa.

O FMI recomenda às autoridades dos países mais avançados a usarem, de forma "mais activa", as políticas monetárias e a fazerem um "maior reajuste das políticas macroeconómicas".

Um outro cenário admitido pelo Fundo Monetário Internacional, mas menos plausível, aponta para cerca de mais 31 milhões de pessoas a viverem abaixo do limiar da pobreza, em África e Ásia, com um novo aumento dos preços dos alimentos e das matérias-primas.



* E os donos do dinheiro a coçarem a barriga e a fumar charutos!!!

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FRANCISCO MOITA FLORES



Ainda Duarte Lima

O desleixo perante estes métodos deixou à solta muitos assassinos porque a prova não foi suficiente

Surgiram notícias referentes à autópsia de Rosalina Ribeiro, a vítima de homicídio do qual a Justiça brasileira acusa Duarte Lima. Ainda não conheço o relatório, porém, aquilo que veio a público é o que menos importa num exame autóptico, ou seja, indicar a hora da morte. Os sinais da morte, como os livores cadavéricos, medição de temperatura dos órgãos, rigidez cadavérica, surgimento da mancha verde, avanço da putrefacção, não têm uma hora comum, igual para todos os cadáveres, dependendo de variáveis do corpo e do ambiente onde foi encontrado ou conservado.

A investigação criminal sustenta-se, e precisa do apoio da medicina legal, num contexto bem diferente e com a procura de respostas mais objectivas e minuciosas. Em Portugal, no início do séc. XX, o prof. Azevedo Neves sistematizou de forma brilhante estes contextos e, desde então, mesmo com grandes avanços, o método continua o mesmo. A análise do local do crime é decisiva para a compreensão do sucedido. A posição do cadáver, a procura dos ferimentos e correspondência na roupa, a cautela com as mãos da vítima para se perceber se houve luta ou resistência. O enquadramento do local do crime, a dispersão de vestígios, de invólucros de projécteis, a procura da arma, pegadas, rodados, sangue, cabelos, sinais de roubo ou outro móbil. Curiosamente a acusação não vai buscar nenhuma desta informação. Ou porque este exame não foi feito ou porque o considerou irrelevante.

O exame tanatológico confirmará, ou não, os dados recolhidos. Como foram disparados os tiros, a curta distância ou não, se existem resíduos de pólvora no vestuário da vítima ou no corpo, sabendo-se que nas agressões com arma de fogo a morte à queima-roupa, entre 30 a 35 centímetros, produz queimaduras em auréola. O estudo das mãos é fundamental. Podem encontrar-se cabelos, tecido epitelial ou outros que permitam identificar o agressor pelo ADN. Embora seja apenas uma mostra dos actos necessários, são decisivos em qualquer autópsia para estabelecer um nexo de causalidade entre agressor e vítima. Bem se sabe que o desleixo perante estes métodos deixou à solta muitos assassinos porque a prova recolhida não foi suficiente. Temo que tenha sido assim. Feita a correr e sem atenção. É o que nos fica da leitura da Acusação e é, seguramente, o primeiro passo para que este crime possa ficar impune, seja qual for o criminoso.


IN "CORREIO DA MANHÃ"
13/11/11

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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

'Planos de contingência devem existir '

O presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo, José Manuel Anes, defendeu, ontem, que faz todo o sentido que o Governo elabore um plano de contingência para fazer face a possíveis tumultos, mas a sua divulgação na comunicação social deve ser evitada. 'Claramente que deve haver planos de contingência. A obrigação das autoridades e ministeriais é de prever esses acontecimentos, mesmo que não sejam muito prováveis de acontecer', disse José Manuel Anes, comentando a notícia do jornal i onde se avança que a presidência do Conselho de Ministros está a preparar um plano de contingência para fazer frente a possíveis tumultos na sequência do agravamento da crise económica.
Para o presidente do OSCOT, 'é pouco provável', que venha a acontecer em Portugal tumultos e manifestações do mesmo estilo que têm acontecido na Grécia, mas não é 'impossível', 'Os planos têm que prever todas as situações, mesmo que sejam pouco prováveis, nesse sentido é fundamental ter os planos de contingência, mas evitar a divulgação pela comunicação social', frisou.
Anes sustentou que as autoridades devem estar 'preparadas', e 'prevenidas', mas por 'questões de segurança', é 'inconveniente', a sua divulgação. Segundo o presidente do OSCOT, o plano de contingência deste género tem que ser elaborado pelo secretário-geral do Sistema de Segurança Interna.
Em outubro, o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, disse que as manifestações que ponham em causa a ordem pública exigem do Estado 'uma atenção redobrada', sendo por isso 'imperioso contrariar as tendências de desajustamento social',


* Eles estão com medo que o cidadão português se revolte à brava, um governo com medo é um governo inseguro, portanto perigoso. Lembre-se que,
"Não é crime odiar os políticos".

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