07/11/2011

8 - Onde as crianças dormem

James Mollison viajou ao redor do mundo e decidiu criar uma série de fotografias mostrando quartos infantis, que foi, depois, compilada em um livro, intitulado Onde as crianças dormemCada par de fotografias é acompanhada por uma legenda estendida que conta a história da criança. As diferenças entre cada espaço do sono são impressionantes, revelando e confirmando, sob mais um aspecto, como somos desiguais.

 Mollison nasceu no Quênia em 1973 e cresceu na Inglaterra. Depois de estudar arte e design na Universidade de Oxford Brookes, e cinema e fotografia em Newport School of Art and Design, ele se mudou para a Itália para trabalhar no laboratório criativo da fábrica da Benetton.
O projeto tornou-se uma referência de pensamento crítico sobre a pobreza e a riqueza, sobre a relação das crianças com as suas posses -ou a falta delas. O fotógrafo espera que seu trabalho ajude outras crianças a pensar sobre a desigualdade no mundo, para que, talvez, no futuro eles pensem como agir para diminuir esta diferença.

Dong, nove anos, vive na província de Yunnan, no sudoeste da China, com seus pais, irmã e avó. Ele divide um quarto com a irmã e os pais. A família tem uma propriedade que permite cultivar quantidade suficiente de seu próprio arroz e cana de açúcar. A escola de Dong fica a 20 minutos a pé. Ele gosta de escrever e cantar. Na maioria das noites, ele passa uma hora fazendo o seu dever de casa e uma hora assistindo televisão. Dong gostaria de ser policial.

HOJE NO
"RECORD"

Dulce Félix: 
«Assustei-me à passagem da meia maratona»

Dulce Félix teve este domingo um "susto" quando viu o tempo que levava a meio da Maratona de Nova Iorque e ainda faltava a parte mais difícil do percurso, mas acelerou e acabou com uma surpreendente quarta posição e recorde pessoal

"O tempo aqui foi muito melhor [do que a anterior melhor marca pessoal], a concorrência era muito mais forte, é uma das melhores maratonas do Mundo, portanto tenho de estar muito contente", disse à Lusa a atleta do Maratona Clube de Portugal, após a prova na cidade norte-americana.

Depois de no ano passado ter desistido a meio, este ano a tática era começar lentamente e ir de trás para a frente, aumentando o ritmo.

"Passei a meia maratona e assustei-me, com uma hora e onze [minutos] e aí assustei-me um pouco porque ainda faltava outra meia, e era a última parte, muito mais difícil, no Central Park", disse a atleta de 29 anos.

"Disse: estou bem, vou conseguir, vou superar-me a mim mesma e foi o que fiz, acabei contente", adiantou.

Dulce Félix foi recuperando posições na segunda metade da prova, e não sabia em que lugar ia quando cruzou a meta, com o tempo de 2:25.40 horas, superando o registo de 2:26.30 conseguido em abril.

Ficou em quarto, atrás da vencedora, a etíope Firehiwot Dado (2:23.15), da norte-americana Buzunesh Deba (2:23.19) e da etíope Mary Keitany (2:23.38).

"O meu objetivo era ficar nas 10 primeiras, consegui ainda melhor. A minha treinadora sempre me disse que estava bem, que tinha de acreditar que tudo era possível, até bater o meu recorde pessoal, numa maratona destas, que é difícil", adiantou.

Para Sameiro Araújo, treinadora de Dulce Félix, o resultado não foi uma surpresa, apesar de ser "extremamente difícil bater o recorde pessoal numa maratona como a de Nova Iorque, que tem um percurso bastante acidentado".

"Ela ainda vinha com o problema da desistência do ano passado, quando a corrida foi muito lenta, este ano foi demasiado rápida. Acabou por fazer a parte inicial da corrida rápida, mas aguentou-se muito bem, contrariamente a atletas da frente. Fez uma prova muito inteligente e acabou bastante forte", disse à Lusa a treinadora.


* Menina valente e também é preciso respeito por Jessica Augusto que apesar de ter desistido tem dado grandes alegrias ao atletismo nacional.


.


24 – AMIGOS

 
6 – Dos cafés mais lindos







4 - OUTRA  VISÃO
 




 

JORNAIS DE HOJE

COMPRE JORNAIS











i






.

BOM DIA




.m