26/10/2011



HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Polícia regista 3238 crimes nas escolas

O número de casos de criminalidade nas escolas diminuiu no ano lectivo 2010/2011 em relação ao ano anterior. Segundo os dados da Polícia de Segurança Pública, relativos ao programa Escola Segura, foram registadas 3238 situações ilícitas nas escolas, menos 130 casos do que os verificados em 2009/2010.


Entre as situações mais frequentes estão as ofensas corporais, com um total de 1068 ocorrências, e os furtos, com 809. O mesmo relatório da PSP assinala que a grande maioria das situações registadas, 67 por cento, ocorre no interior da escola.

Esta diminuição, explica fonte da PSP, de 3368 casos verificados no ano lectivo 2009/2010 para 3238 em 2010/2011, justifica-se com o número de acções de sensibilização realizadas junto dos estudantes. "Foram realizadas 4427 acções de sensibilização para as temáticas das ofensas corporais, trânsito e consumo de álcool e drogas, visando prevenir e esclarecer a comunidade educativa", referiu a mesma fonte, que realçou a importância do papel da restante comunidade escolar: "Os pais, alunos, professores e directores estão mais alerta para estas situações de indisciplina. Isso facilita muito o nosso trabalho."

Problemas de violência motivaram o protesto, ontem, de uma dezena de pais na Escola Básica 2,3 João Villaret, na Quinta do Infantado, Loures. Os pais manifestaram-se à porta da escola em protesto contra situações contínuas de bullying, exigindo mais segurança e vigilância. Segundo os pais, um grupo de dez alunos, com idades entre os 15 e os 17, tem roubado e maltratado os colegas mais novos. A PSP tem sido chamada com frequência àquela escola. O grupo de adolescentes já está identificado pela direcção do estabelecimento de ensino e tem sido castigado de forma recorrente.

* FANTÁSTICO MELGA!!! Isto significa que só existem, pelo menos, 18 crimes por dia nas escolas portuguesas...que felicidade

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Agora que estou vivo



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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Fisco
Três quartos das empresas terão 
aumento de impostos de quase 90%

As empresas terão um agravamento da taxa efectiva de IRC a partir de 2012.
Cerca de três quartos das empresas vão ter um agravamento da carga fiscal de quase 90%. De acordo com as contas da consultora Ernst & Young, a taxa efectiva de IRC das micro, pequenas e médias empresas será de 26,5% no próximo ano, face aos 14% de 2011, o que representa um aumento de 89,9%, explicou o fiscalista João Sousa.

Este aumento decorre das alterações introduzidas no Orçamento do Estado para 2012 (OE/12) que esteve ontem em discussão numa conferência organizada pelo Diário Económico.

Uma das novidades tem a ver com o aumento da derrama estadual para 3% para lucros tributáveis superiores a 1,5 milhões de euros. Este ano a taxa é de 2,5% para os rendimentos superiores a dois milhões de euros. Assim, não só pagarão mais como haverá mais empresas a pagar. Além desta taxa, foi ainda introduzida uma outra - de 5% - aplicada aos lucros que excedam os dez milhões de euros. A estas taxas acresce o desaparecimento da taxa reduzida de IRC, de 12,5% válida para os primeiros 12.500 euros de matéria tributável.

O aumento será assim transversal a todas as empresas, de todas as dimensões. As grandes empresas com lucros superiores a 100 milhões de euros, por exemplo, terão um agravamento da taxa de IRC na ordem dos 7,9%, correspondente a mais 2,3 milhões de euros em imposto. A taxa efectiva destas empresas passa dos 28,98%, para os 31,26%, segundo os dados apresentados. Em termos percentuais, as mais penalizadas serão, contudo, as empresas de menor dimensão, com lucros tributáveis até 12.500 euros, o que equivale a quase três quartos do total de empresas conforme referiu o ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais e partner da Ernst, Carlos Lobo. Note-se, no entanto, que em termos de receita fiscal são as grandes empresas que mais contribuem para os cofres do Estado.


* Com esta tributação como se consegue incrementar a economia?

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1 - PESSOAS









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11 - FAMOSOS  EM  GRAFITE










14 - PENSADORES


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