02/10/2011

Oração para o último trimestre de 2011..



Querido Deus...

Tudo o que eu peço para o último trimestre de 2011 é uma gorda conta bancária e um corpo magro.
Favor não trocar as coisas
, como fez no trimestre passado.
 AMÉN!

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REVANCHE




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36 - ILUSTRES PORTUGUESES DE SEMPRE »»» cassiano branco


Cassiano Viriato Branco nasceu em 1897. Foi o único filho de Maria de Assumpção Viriato e de Cassiano José Branco, um pequeno industrial de Alcácer do Sal.
Nascido e criado na capital, frequentou a Escola Primária que existia entre a Calçada da Gloria e as Escadinhas do Duque, onde conheceu um futuro engenheiro e colaborador de muitas obras, Ávila Amaral.
Em 1917 casou com Maria Elisa Soares Branco e dois anos depois concluiu os exames do curso geral de Desenho, que lhe deram entrada na licenciatura em Arquitectura. Antes de concluir o curso Cassiano viajou por alguns países da Europa

Diplomado aos 29 anos, destacou-se logo no início da carreira com os planos para o Éden Teatro, que tinha a maior sala de teatro (e depois de cinema) da cidade. 

O seu temperamento provocou desentendimentos com os proprietários e a obra foi terminada por outro arquitecto.
Apesar disto, o projecto incluiu grande parte da sua proposta.

A partir de 1937, para além da actividade desenvolvida em Lisboa, iniciou trabalhos na região de Coimbra e em 1939 fixou-se temporariamente no Porto, para desenvolver o projecto do Coliseu do Porto, obra que abandonou em 1940.
A “art déco” acompanhou-o durante grande parte da sua produção. Esteve presente num bairro de moradias de luxo, construídas em Lisboa, na Av. António José de Almeida. E surgiu igualmente no café Cristal, na Av. da Liberdade, terminado em 1943.
Ainda na década de 40, Cassiano e outros arquitectos da sua geração - como Cristino da Silva e Pardal Monteiro - projectaram prédios de baixo rendimento na zona do Areeiro. Esta zona
“marcava uma situação urbana que era a da nova cidade salazarista, fruto da economia colonialista. 

Ali pode considerar-se terminado o modernismo arquitectural dos anos 20”, segundo José-Augusto França.
É também desta época o projecto “Portugal dos Pequenitos”, em Coimbra, planeado por Bissaya Barreto e desenhado por Cassiano Branco. Inaugurado em 1949, nove anos depois da Exposição do Mundo Português, tornou-se uma das últimas demonstrações do Estado Novo.

Mas se com os projectos do Areeiro terminou o modernismo, não acabou a força produtiva de Cassiano Branco. São dele o Café Império, em Lisboa - recentemente remodelado e aberto de
novo ao público -, o Hotel Britannia, também na capital, a esplanada do Café Palladium, no Porto, e o estudo urbanístico para a Costa da Caparica.

 Mais tarde, em 1958, apoiou a candidatura do general Humberto Delgado à Presidência da República, tendo então sido detido pela P.I.D.E.

Considerado até ao fim da vida pessoa de temperamento difícil e “individualista ferrenho” - como o descreve José-Augusto França -, ninguém lhe nega o génio. “Podia fazer, a partir de um programa mau - de um prédio de habitação ou um prédio de rendimento de aspecto vulgar - uma obra extremamente atraente. Como também podia fazer a fachada do Éden, o Coliseu do Porto e a gare dos caminhos-de-ferro de Benguela, no Lobito, em Angola”, admira José Manuel Fernandes.
Faleceu em 24 de Abril de 1970, com 72 anos de idade.

 IN
"cassianobranco.tripod.com/Cassiano"
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 VALE DE CAMBRA
Distrito de Aveiro







Vale de Cambra é uma cidade portuguesa situada no Distrito de Aveiro. Pertence à Grande Área Metropolitana do Porto, situada na região Norte e sub-região de Entre Douro e Vouga, com 3 914 habitantes.


É sede de um município com 146,21 km² de área e 22 862 habitantes (2011), subdividido em 9 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Arouca, a leste por São Pedro do Sul, a sueste por Oliveira de Frades, a sul por Sever do Vouga e a oeste por Oliveira de Azeméis.

É visível a riqueza agrícola e florestal deste concelho, numa região fascinante de verdura que um desenvolvimento industrial integrado tornou uma pujante potência industrial, com destaque para os sectores da metalomecânica, embalagens e lacticínios.
Do alto das montanhas paisagens de sonho. Ao longe, em horizontes de prata, o mar e a Ria espelham-se. Do outro lado, numa sucessão de ondulados os contrastes sempre presentes numa infinidade de verdes. O Rio Caima e uma miríade de outros cursos de água descem as montanhas dando vida aos campos.
O belo e típico das pequenas povoações (com o particular destaque da Lomba em Arões com as suas casas com telhados em xisto) trazem-nos o rústico e a simpatia acolhedora das suas gentes que, num labor de gerações, criaram os socalcos característicos que vão subindo até quase atingir o azul infinito do céu. 

Gentílico Valecambrense,
Cambrense
Área 146,21 km²
População 22 862 hab. (2011[1])
Densidade populacional 156,36 hab./km²
N.º de freguesias 9
Presidente da Câmara Municipal José António Bastos da Silva
Fundação do município
(ou foral)
1514
Região (NUTS II) Norte
Sub-região (NUTS III) Entre Douro e Vouga
Distrito Aveiro
Antiga província Beira Litoral
Orago Santo António
Feriado municipal 13 de Junho
Código postal 3730 VALE DE CAMBRA
Endereço dos
Paços do Concelho
Não disponível
Sítio oficial http://www.cm-valedecambra.pt
Endereço de
correio electrónico
gap@cm-valedecambra.pt

Dos muitos miradouros podemos contemplar uma paisagem quase irreal.
Os mais recônditos e idílicos recantos, desde a Barragem Eng. Duarte Pacheco aos açudes de Arões e mais recentemente a praia fluvial de Burgães em Castelões convidam à tranquilidade, à fruição da natureza. 

 HISTÓRIA

As terras de Cambra surgem mencionadas, no ano de 922, numa doação feita pelo Rei Ordonho II de Leão e Castela ao bispo D. Comado e ao Mosteiro de Crestuma.
Na altura da fundação da Monarquia Portuguesa, Macieira de Cambra pertencia ao bispado de Mérida, sendo mais tarde incluída no património dos bispos de Coimbra.
No sec. XIV passou a fazer parte das Terras de Santa Maria por doação a Fernão Pereira, pai do primeiro Conde da Feira.


Em 1514, D. Manuel 1, concede foral a Macieira de Cambra, sede do concelho.
Aquando da extinção da familia dos Pereiras passaram estas terras para a casa do Infantado.
Em 1926, foi extinto o concelho de Macieira de Cambra, transferindo-se a sede para o lugar da Gandra, na freguesia de Vila Chã passando o concelho e a povoação a chamar-se Vale de Cambra.
A antiga casa da câmara (conhecida como Ar Alto e actual museu municipal) e o velho pelourinho quinhentista de Macieira de Cambra recordam esses tempos.


Vale de Cambra nunca parou de crescer e em 20 de Maio de 1993, esta vila foi elevada à categoria de cidade ao mesmo tempo que Macieira de Cambra e Castelões eram elevadas a vilas, esta última passou-se a chamar São Pedro de Castelões em homenagem ao seu Santo padroeiro

 Arqueologia

  Monumentos megaliticos e as insculturas do Outeiro dos Riscos em Gatão-Cepelos atestam a ancestralidade da presença humana. Alguns castros, no alto dos montes, recordam-nos a presença de tribos proto-históricas.
Destacamos então as seguintes presenças arqueológicas:
Castro do Chão de Carvalho em Arões, Necrópole Megalítica em Cercal, Ponte românica em Castelões, Tesouro pré-romano em Baralhas, Outeiro dos Riscos em Gatão, Ponte de Porto Cavalos na Batalha, Mamoa do Alto do Sobreirinho em Agros, Mamoa da Chã, Mamoa do Lameiro do Ouguedelo em Fontes Casas e a Estação do Bronze do Monte Castro na freguesia de Vila Cova do Perrinho.

 

.Mamoa de Valinhos

Enquadramento: Implantação em cabeço voltado ao vale do Rio Vigues, o qual está situado a Leste e com uma orientação Norte/Sul. O substrato geológico é formado por xisto o qual constitui uma pequena erupção localizada numa faixa de gnaisses albítico-moscovíticos, sendo a área recoberta por vegetação arbustiva, pinheiros e eucaliptos. 

Deste lado do cabeço tem-se desenvolvido uma urbanização designada por "Urbanização do Valinho".
Descrição: Mamoa com cerca de vinte metros de diâmetro por dois de altura. Foi objecto de escavação arqueológica, realizada e noticiada por Fernando Augusto Pereira da Silva (Silva 1997).
Os trabalhos constaram na escavação de três sanjas com dois metros de largura cada, orientadas segundo os alinhamentos cardeais. Os trabalhos revelaram um tumulus muito violado, tendo a câmara funerária dimensões algo modestas, comparativamente com as do monumento. Os esteios, dos quais sobreviveu apenas um fragmento, eram em xisto, rocha também maioritária nos vestígios de couraça encontrados.
A violação da mamoa ao longo da História está documentada por artefactos de época romana, medieval, moderna e contemporânea.
Espólio: No decurso da escavação foram exumados os seguintes artefactos em pedra lascada: dois micrólitos geométricos e três lâminas, em sílex; quatro lamelas em sílex e uma em quartzito; seis pontas de seta em sílex e uma em quartzito. Uma micro-enxó em pedra polida, a peça movente de um moinho manual oblongo, um polidor em granito, alguns fragmentos de cerâmica calcolítica e medieval. Este acervo encontra-se depositado no Museu Municipal de Vale de Cambra, com os números de inventário de MMVC ARQ-1 a MMVC ARQ-20 .

 

.Outeiro dos Riscos

Enquadramento: Localizado no bordo de um relevo alongado, composto por uma sucessão de cabeços suaves e rechãs, orientado no alinhamento NE-SO, entre a Lomba da Bosta e o Arestal. O contexto geológico é formado por vastos e proeminentes afloramentos graníticos, e florestação com predomínio de pinheiros e vegetação arbustiva.
Enorme monólito granítico, de formato arredondado, bem proeminente na paisagem, apresentando a face voltada ao esporão com um pendor apreciável.
Descrição: Monólito de granito de tamanho apreciável, formando um pequeno cabeço na periferia de uma pequena chã, e no início de uma encosta voltada a Noroeste. As gravuras situam-se na face voltada ao talvegue, em posição quase vertical. Resumem-se quase que a motivos circulares nos quais predominam os círculos concêntricos de grandes dimensões, existindo ainda alguns círculos preenchidos com cruciformes.
Espólio: Não se conhece


 Artesanato

Fruto de um saber e tradições antigas passadas de geração em geração, a cultura e produção do linho, a tecelagem em lá e algodão, os ex-votos em cera, o fabrico de canastras, cestos e gigos, revelam um pouco mais da alma e da arte de um povo trabalhador.
A tradição artesanal está, então, presente em várias artes como:
Pirotecnia em Sandiães, Canastras e Cabazes em Cabril, Velas de Cera na Rabaceira, utensílios de Lta em Codal, empalhamento de Garrafas e Garrafões em Irijó, Mantas e Passadeira em Algodão e em Lã em Paredes, Cultura e Tecelagem do Linho em Arões, Tanoaria e Marcenaria em Mártir, Meias de lã em Merlães, Meias de Algodão com 4 agulhas em Ramilos, utensílios Agrícolas de Ferro em Cimo d'Aldeia na Freguesia de São Pedro de Castelões.  

TURISMO

ALDEIA DA FELGUEIRA
Terra de belos recantos, a aldeia da Felgueira, localizada na freguesia de Arões, respira a natureza verde da Serra da Freita e as águas límpidas e azuis do Rio Cabrum. Quem chega pode passear por caminhos de pedras gastas e percursos antigos, onde casas rústicas contam a história de uma vida intensamente rural. A Felgueira faz parte do projecto "Aldeias de Portugal" estando já recuperados os moinhos da Sobrosa e aguardando recuperação a "Casa da Aldeia". A oferta de turismo rural de qualidade, assim como a perpetuação daquilo que existe de mais genuíno na vivência da população são as lembranças de quem parte da Felgueira.

 O percurso pedestre "Varandas da Felgueira" é em circuito pelo que pode ser iniciado na aldeia da Felgueira ou na de Carvalhal do Chão.
Inicia-se o percurso no lugar da Felgueira junto à paragem do autocarro, rumando-se, à direita, para o núcleo antigo daquela localidade. É um núcleo de casas antigas de construção tradicional, onde predomina o granito e o xisto, algumas delas com visiveis sinais de reconstrução dentro da traça original.
Já a caminho da cidade, o visitante pode ainda familiarizar-se com os restantes locais da freguesia de Arões, grandiosa na beleza paisagística, que estende as suas aldeias dispersas por 41Km2, entre a encosta da Serra da Gralheira e os limites do Concelho de Vale de Cambra.

TREBILHADOURO
Na freguesia de Rôge localiza-se um dos tesouros paisagísticos do Município: a aldeia de Trebilhadouro, desabitada há cerca de 15 anos.
Encaixada nos socalcos da Serra da Freita, Trebilhadouro torna-se apetecível pelas suas casas antigas em pedra, pelos seus arruamentos desenhados entre esquinas e campos de cultivo, espigueiros, celeiros, a Casa do Forno e uma eira banhada pela luz natural nos dias primaveris.
Rodeada pela serra do Trebilhadouro e o Alto do Galinheiro, é zona de microclima, pois é abrigada dos ventos que sopram do Norte. Do alto destes montes avistam-se o mar e a ria de Aveiro, bem como outras cidades do Litoral, todo o Vale de Cambra e a Serra da Freita. É também aqui que nasce um ribeiro que desagua no rio Caima, cujas águas servem para regar os campos das aldeias vizinhas.

LOMBA
Também na freguesia de Arões, na direcção dos lugares de Salgueira, Mouta Velha e Cabrum, pode encontrar a magnífica aldeia de Lomba.

Esta é uma aldeia típica em socalcos, situada aproximadamente a 10 km do centro da freguesia, com características celtas e casas em xisto envoltas numa paisagem bela e imponente.
Aqui ainda se produz o azeite à medida das necessidades, nos lagares de madeira.


 IN "SITE DO MUNICÍPIO"
WIKIPÉDIA


NR: Com a apresentação do concelho de Vale de Cambra terminámos a ronda pelo Distrito de Aveiro, para a semana iniciaremos outro.

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CAVALO LUSITANO




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OVOS MOLES




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BOM DIA