16/09/2011



HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
 
Sérgio Godinho apresenta 
em Sintra novo álbum

Sérgio Godinho tem um património de 40 anos de canções para partilhar, mas o concerto de hoje, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, servirá para mostrar o trabalho mais recente, "Mútuo Consentimento".

O álbum saiu na segunda-feira, foi produzido por Nuno Rafael, dos Assessores, os músicos que acompanham Sérgio Godinho há vários anos em palco e em estúdio.

Com eles, Sérgio Godinhoo gravou doze canções, algumas como arranjos de convidados que deram nova sonoridade ao registo do cantautor, entre os quais Bernardo Sassetti, Helder Gonçalves António Serginho, a Roda de Choro de Lisboa, Francisca Cortesão e David Santos (Noiserv).

As músicas são um reflexo de um exercício que Sérgio Godinho pratica há quarenta anos, desde que editou o primeiro álbum, "Sobreviventes". "Olhar à volta e ver o que se passa", disse à Lusa.

"Eu o que faço é tentar contar coisas, falar de coisas, fazer interrogações à minha maneira e saber que há pessoas que são tocadas por isso", sublinhou o músico de 66 anos.

O álbum abre com um tema de mais de seis minutos - "Mão na Música" - que é uma "declaração poética em relação à música" - e termina com "Faz parte", canção recuperada do espetáculo "Três Cantos", feito com José Mário Branco e Fausto Bordalo Dias.

Apesar de se centrar hoje nas canções novas, Sérgio Godinho terá como companhia os êxitos de sempre, pelo gosto de os partilhar com o público.


* Um país que tem génios destes nunca empobrece!

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A  TORRE  DO  DIABO 





HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Lisboa terá mais 19 hotéis em 2012 
se não forem travados por falta de crédito

Há cada vez mais hotéis em Portugal e a procura não está a acompanhar esse crescimento. Só para Lisboa já estão previstas mais 19 unidades hoteleiras, no próximo, mas a crise e a falta de financiamento deverá travar a concretização da maioria dos projectos, estima Cristina Siza Vieira.

A directora executiva da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) defendeu, em entrevista ao Negócios, que é mais importante apoiar a reabilitação do que a construção de raiz. "Em Lisboa, a oferta hoteleira cresceu 54% e a procura 33% e isso significa que havendo mais oferta e a procura estabilizando, conduziu a que o preço se degradasse", afirmou Cristina Siza Vieira.


* Os novos hoteis são para hospedar os passageiros chineses dos charters que o Paulo Futre vai trazer para o futebol. Deram conta da miséria de público que estava no Dragão para assistir ao jogo da Champions?


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2 - OOPS !!!!!!!!!!







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HOJE NO
"i"
Rastreios falsos. 
Multiópticas no topo da lista 
de fraudes com crianças
A óptica defende-se e diz que 
"notoriedade da marca leva à confusão 
com marcas concorrentes"

As carrinhas de marcas de ópticas que fazem rastreios nas escolas nem sempre têm profissionais especializados e em alguns casos já terão provocado problemas de visão a crianças. A acusação é do director do serviço de oftalmologia dos Hospitais da Universidade de Coimbra, Joaquim Murta. "As carrinhas móveis suportadas pelas ópticas que vão às escolas supostamente para observar as crianças, na realidade, muitas nem têm especialistas. O que lhes interessa é vender e mais nada", explica o oftalmologista.

O especialista conta ao i que já recebeu várias crianças no seu consultório com problemas de visão agravados devido a óculos impróprios para os seus problemas. Quando questionado sobre as marcas que fazem este tipo de abordagens aos mais novos, Joaquim Murta não tem papas na língua e acusa o Grupo Óptico das Beiras e a Multiópticas, realçando que, especialmente a última, o faz "imensas vezes" principalmente na zona da Beira Interior.

O i contactou o responsável dos rastreios oftalmológicos do Grupo Óptico, mas a única coisa que ouviu da empresa foi "o nosso comentário é não comentar. Não faz sentido".

Já a Multiópticas enviou um comunicado ao i a explicar, que no caso deste tipo de rastreios, o serviço que presta só ocorre perante a solicitação das respectivas entidades, respeitando a restrição de idade que é igual ou superior aos oito anos e perante uma autorização prévia dos encarregados de educação. Além disso, as crianças são acompanhadas pelos professores que coordenam com a óptica a realização das acções de rastreio. "O despiste centra-se em avaliar a acuidade visual, forias e estrabismos. Com quaisquer possíveis problemas do foro patológico que possam ser detectados, é feita uma recomendação entregue ao professor que acompanha a acção, endereçada ao encarregado de educação, para que consulte um médico oftalmologista", refere a cadeia. A óptica realça ainda que os seus técnicos são especialistas de qualidade e por isso têm a confiança da população e acrescenta que os rastreios são gratuitos e beneficiam quem não pode recorrer ao Serviço Nacional de Saúde ou a serviços privados: "A notoriedade da nossa marca muitas vezes pode levar à confusão com marcas concorrentes. Há muitas marcas de óptica hoje a realizar iniciativas semelhantes, inclusive com carrinhas equipadas, alugadas através de anúncio e que proporcionam com facilidade estas abordagens", sublinha ainda a Multiópticas. Apesar da posição das ópticas, Joaquim Murta explica que já há seis anos que envia cartas para a Ordem dos Médicos a denunciar estes casos, embora sem sucesso.

Augusto Magalhães, oftalmologista pediátrico do Hospital de São João do Porto e membro da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia, diz ao i que não pode haver ingenuidade ao ponto de não achar que as casas de óptica não usem estas carrinhas para fazer publicidade às suas lojas, porque são essas "as leis do mercado". E o oftalmologista mostra-se preocupado apenas com a qualidade dos rastreios: "Normalmente são realizados de forma arbitrária, sem um protocolo aceite em termos de fiabilidade e de eficácia, e são realizados por pessoas cuja idoneidade não se sabe por quem ou onde é concedida", diz. "Na presença de suspeitas, as crianças são habitualmente encaminhadas para a respectiva loja onde habitualmente existe um optometrista a que chamam especialista de visão e que decide em última instância quais as necessidades da criança", acrescenta. Segundo o médico, durante todo o processo dificilmente algum oftalmologista observa a criança. "Tudo isto é lamentável, porque não existem garantias de competência e dessa forma a saúde passa ao lado dos médicos", acrescenta.

Augusto Magalhães reforça ainda a importância dos rastreios realizados aos mais pequenos e afirma que 20% das crianças têm problemas visuais que interferem com o rendimento escolar.

Para o especialista, as doenças dos olhos que mais afectam os mais novos são os erros refractivos (miopia, hipermetropia e astigmatismo), a ambliopia e o estrabismo. Um dos sinais mais habituais de problemas na visão é "a dificuldade na leitura", mas dores de cabeça, náuseas, olhos vermelhos, inchados ou lacrimejantes, estrabismo e fotofobia (dificuldade em suportar a luz) "são sintomas que não podem ser ignorados e devem levar os pais a procurar um oftalmologista", defende.

Augusto Magalhães considera ainda que é fundamental realizar um primeiro rastreio por volta dos três ou quatro anos, porque nesta idade a criança já colabora minimamente. No entanto, sustentou, "do ponto de vista médico é preferível rastrear mais cedo".


* Joaquim Murta é um homem sério e competentíssimo, nesta notícia revela que não tem medo e não se confunde, oxalá não lhe saia caro, que o negócio tem outros valores...


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O NASCIMENTO DA GIRAFA




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HOJE NO
"PÚBLICO"

Ministério impôs alteração na quarta-feira 
e apanhou escolas desprevenidas
Professores em falta nas escolas 
vão ter contratos mensais

As escolas com falta de professores só poderão celebrar contratos mensais com os docentes que vierem ainda a contratar, confirmou ontem o Ministério da Educação e Ciência (MEC) em resposta a questões do PÚBLICO. Directores de escolas e agrupamentos pensaram que se tratava de um "erro" da plataforma informática, mas afinal é mais uma alteração nos procedimentos de colocação de professores. Nenhum foi informado previamente.


As contratações em curso são feitas ao abrigo da chamada "oferta de escola": em vez de serem colocados pelo ministério, os docentes são escolhidos directamente pelas escolas, com quem celebram um contrato. O mecanismo pode ser desencadeado por todas as escolas, quando existem duas recusas de colocação através da bolsa central de recrutamento. E é também uma prerrogativa das escolas com contratos de autonomia. No conjunto, anualmente, são alguns milhares os docentes contratados deste modo para assegurar horários anuais. Este ano estarão a contrato mensal. O ministério garante que serão "prorrogados sucessivamente".


* Os ministros e deputados é que deviam estar a contrato mensal. Consideram-se arrogantemente os donos do país mas não passam de "testas de ferro" dos donos do dinheiro, nacional ou estrangeiro.
Professor precário, ensino sem destinatário.

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