28/07/2011


HOJE NA
" A BOLA"
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Sub-21: Eurico Nicolau e Ivan Caçador 
apitam Meia-Final
Internacionais portugueses foram nomeados
para o jogo Dinamarca-Tunísia.

A dupla portuguesa Ivan Caçador, 30 anos, e Eurico Nicolau, 29, foi nomeada para as meias-finais do Mundial de sub-21 que está a decorrer na Grécia. Os árbitros internacionais vão apitar o encontro entre a Dinamarca e a Tunísia que decidirá o primeiro finalista e somam assim a quinta meia-final em fases finais, justificando o estatuto de melhor dupla nacional da actualidade.

Esta é também a nona presença em fases finais de Mundiais e Europeus dos juízes da Marinha Grande, que receberam as insígnias da Federação Internacional de Andebol (IHF) em 2006.
A primeira vez que se apresentaram num grande palco foi em 2004, no Campeonato da Europa de sub-19 masculino, na Sérvia e foram a bandeira nacional no Mundial da Croácia de seniores, em 2009, e no Europeu da Áustria, de 2010.



* Prestigiante


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8 - OS MELHORES DA PUBLICIDADE

 





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HOJE NO 
" JORNAL  DE NOTÍCIAS"


Fortuna dos mais ricos 
de Portugal aumentou 17,8%
Américo Amorim continua a ser o homem mais rico de Portugal, com uma fortuna de 2,6 mil milhões de euros. A listagem anual, publicada pela revista "Exame", revela que, em relação a 2010, as 25 maiores fortunas do país cresceram, no seu conjunto, 17,8%. De resto, novidades só... na fortuna de Belmiro de Azevedo, que apenas subiu 1,1%, empurrando-o para um terceiro lugar.

É já o quarto ano consecutivo que Américo Amorim mantém a liderança da lista dos portugueses mais ricos. O homem forte do grupo que ostenta o seu nome, que tem como grandes activos as participações na Corticeira Amorim e na Galp Energia, viu a sua fortuna ascender aos 2,6 mil milhões de euros. Ou seja, mais 18,2% face ao ano anterior.

Recorde-se que Américo Amorim lidera a lista dos portugueses mais ricos desde 2008. Recorde-se, também, que em 2009 despediu 195 trabalhadores - muitos deles seus seguidores há décadas - tendo, então, explicado à Comissão do Mercado dos Valores Mobiliários que o fazia devido à necessidade de adequar a produção à queda da procura .Os resultados estão, agora, à vista.

Em época em que é impossível deixar de ouvir falar, diariamente, de crise - ele é nos jornais, na televisão, nos transportes, na rua e até num relaxante passeio à beira-mar - notícias como este "Top 10" das fortunas portuguesas da revista Exame soam como uma lufada de ar fresco. Assim, deixa-se de ouvir falar de cintos que se apertam e vacas que emagrecem para ficar a saber que o conjunto das 25 maiores fortunas de Portugal cresceu 17,4 mil milhões apenas no espaço de um ano. Ou seja, somam mais 17,8% do que em 2010.

Outro dado reconfortante que a edição de Agosto da revista Exame realça é que o conjunto das 25 maiores fortunas portuguesas equivale a 10,1% do Produto Interno Bruto português de 2010, a preços de mercado.

Mais novidades? Belmiro de Azevedo deixou o segundo lugar do ranking porque a sua fortuna não subiu mais do que 1,1%. O que é isto comparado com o incremento de fortuna na ordem dos 88,9% de Alexandre Soares dos Santos, presidente do Conselho do grupo Jerónimo Martins? É ele que, com uma fortuna de 1,9 mil milhões, arrebatou o segundo lugar do Top10. Recorde-se que, em 2004, o homem do "Pingo Doce" não conseguia contar mais do que 330 milhões de euros na sua fortuna. 


* Há qualquer coisa de errado neste país indecentemente pobre


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6 - ARTE  EM  FERRO





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HOJE NO 
" O PRIMEIRO DE JANEIRO"




'Agentes obrigados a agir sempre '
Elementos da PSP ao serviço de entidades particulares
estão obrigados a agir sempre que necessário,
relembra provedor

O Provedor de Justiça defende que os agentes da PSP que estejam ao serviço de entidades particulares estão obrigados a agir sempre que necessário para garantirem a ordem e a tranquilidade públicas. Em comunicado, divulgado ontem, a Provedoria de Justiça chama a atenção ao diretor nacional da PSP 'para a necessidade de serem reforçadas as instruções aos agentes da PSP que fazem serviços remunerados', lembrando-os que mesmo quando estão a serviço de entidades privadas 'não deixam de ser elementos policiais obrigados a atuar de acordo com as circunstâncias', Obras de construção civil, agências bancárias, postos dos correios, lojas e supermercados são algumas das entidades particulares que requerem os serviços dos agentes da PSP. Para o juiz conselheiro Alfredo José de Sousa, a atuação dos polícias 'não está confinada, em exclusivo, ao local de um serviço particular', devendo estes 'sempre que necessário garantir a ordem e tranquilidade públicas, designadamente quando ocorrem crimes, ordenar o trânsito e garantir a segurança rodoviária', A intervenção do Provedor de Justiça vem no seguimento de uma queixa de um cidadão contra a inação de agentes da PSP em serviço remunerado que, presenciando casos de estacionamento indevido que impedia o acesso a garagens, não sancionavam os infratores. 'Perante a prática de crimes, a necessidade de garantir a ordem e a segurança prevalece', realça Alfredo José de Sousa.


* Não é só os "gratificados" e grande Provedor


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1 - EVIDÊNCIA

Sabia que quando inveja alguém, é porque na verdade gosta dessa pessoa?
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HOJE NO 
" DIÁRIO  ECONÓMICO"




Mercado prevê que publicidade 
termine o ano com quebra de 8%
Primeiro semestre do ano foi positivo a preços 
de tabela, mas pode não corresponder à realidade

Os líderes das maiores agências de meios em Portugal analisaram o mercado publicitário e diagnóstico não é animador: o investimento sofreu uma quebra entre os 6% e os 10% nos primeiros seis meses deste ano e deve continuar a cair até Dezembro. "Na melhor das hipóteses, o segundo semestre será igual ao primeiro", prevê Aberto Rui, director-geral da Initiative.

A quebra no mercado da publicidade entre Janeiro e Junho é uma evolução natural, dada a conjuntura económica do País. "Houve claramente um recuo, todas as estimativas que conheço apontam para um decréscimo entre 6% e 10%", garante o CEO da Initiative. E até a televisão - o meio que, em conjunto com o digital, vinha resistindo melhor à crise - registou uma quebra acentuada que Alberto Rui estima ser de, pelo menos, 8%.

Estes valores são confirmados por André Freire de Andrade, CEO da Aegis Media para a Península Ibérica e responsável pela Carat. "O que assistimos no primeiro semestre foi a uma perda mais ou menos generalizada a todos os meios, ao contrário do que acontecia nos outros anos em que a imprensa era o meio mais penalizado", diz.


* Quando o mercado tem gripe a publicidade fica tuberculosa


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