17/04/2011

TENHA UM BOM FIM DE SEMANA


...se conseguir votar 
    em quem nunca lhe mentiu,
                                               parabéns


COMPRE JORNAIS E REVISTAS

dá-se um jeito
Paulo Portas diz que será "muito difícil" 
apoiar Fernando Nobre
O líder do CDS-PP, Paulo Portas, criticou este sábado as declarações de Fernando Nobre avisando que assim se torna "muito difícil" ter o voto dos centristas e alertando que não são os políticos que impõem condições aos eleitores, mas sim o contrário.
"Se este tipo de entrevistas continuar, é evidente que é muito difícil votar no doutor Fernando Nobre e quero dizê-lo com toda a lealdade e franqueza", disse Paulo Portas aos jornalistas no final de uma visita ao Centro de Apoio ao Idoso e Família do Centro de Bem-Estar de Queluz.
"CORREIO DA MANHÃ"

ainda mais???????????
FMI pode agravar corrupção
A procuradora Maria José Morgado e o especialista em corrupção Luís de Sousa alertaram hoje em Mafra que a corrupção pode agravar-se caso as medidas de redução do défice impostas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) penalizem a investigação judiciária.
Questionada pela agência Lusa sobre se a situação do país pode agravar a corrupção em Portugal, a diretora do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, Maria José Morgado, disse que “o cenário é pessimista”, defendendo que “estamos no caminho da fraude e da pobreza”. Acrescentou também que “a corrupção gera sempre corrupção, fraude e pobreza quando não é controlada”.
Luís de Sousa, especialista em corrupção e presidente da Transparência e Integridade Associação Cívica e autor de várias propostas de combate à corrupção na Assembleia da República, alertou por seu lado que “os cortes orçamentais que o Estado vai ter devem ser feitos sem prejudicar o funcionamento da justiça e das inspeções do Estado”. Se não for assim, defendeu, o eventual desinvestimento na investigação judiciária, “que é carente e precisa de ser desenvolvida”, pode agravar a corrupção no país.
Contudo, afirmou, “há medidas que vêm por bem porque vão cortar certas condições propícias à corrupção”. E sublinhou que, além dos cortes impostos, o FMI deverá exigir “mais rigor e mais fiscalização”, por estar convicto de que este “não quer que se repita os erros da despesa descontrolada”.
"i"

o sonho impossível
Partido pelos Animais quer lutar 
contra a falta de “ética” do país
O presidente do recém-criado Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN) afirmou hoje que a nova força política teve de ser fundada devido à falta de “ética” e de preocupações com todos os seres vivos e a harmonia ecológica.
“Seria óptimo que um partido como este não tivesse de surgir em Portugal, seria um sinal de que Portugal seria um país ético onde as leis do Estado, as políticas governamentais e a contestação da oposição reflectiriam um interesse no bem comum”, disse Paulo Borges à Lusa, à margem do primeiro congresso do partido, em Lisboa.
Segundo o presidente da direcção nacional, que tomará posse durante a iniciativa, o PAN pretende unir “as três grandes causas -- humana, ambiental e animal” e tem para as eleições legislativas de Junho o objectivo de eleger pelo menos um deputado.
Se a “conjuntura” não o permitir, acrescentou, espera-se conseguir no mínimo a margem dos 50 mil votos e um posicionamento como o maior dos partidos mais pequenos.
"PÚBLICO"

sem espinhas
Agronomia vence Direito na final da Taça (24-12)
A Agronomia conquistou este sábado pela terceira vez consecutiva a Taça de Portugal de râguebi, depois de derrotar o campeão português Direito, por 24-12, na final disputada no Complexo Desportivo do Jamor, em Oeiras.
Os "agrónomos" conquistaram pela oitava vez o troféu, desempatando de Direito e ficando a apenas um título do Benfica, equipa com mais vitórias na Taça de Portugal.
"RECORD"

já estamos "lixados" com ele
"Deixar o euro "lixaria" Portugal por uma década"
Os portugueses devem aceitar o resgate financeiro internacional e o país manter-se na zona euro mas no futuro poderá ter de ser mais responsável perante restantes contribuintes europeus, defende o economista britânico Will Hutton.
O analista político alerta os portugueses que têm pedido uma revolta à imagem dos islandeses, que recusaram em referendo o reembolso ao Reino Unido e Holanda pelos reembolsos dos bancos e se têm manifestado contra a assistência financeira a Portugal.
Hutton, que é autor do livro "Eles e Nós: Mudar o Reino Unido - Porque Precisamos de uma sociedade Justa", aconselha os portugueses a aceitar o resgate e a procurar uma solução criativa para a economia.
"Não assinar implica deixar o euro e não pagar a dívida. Isso "lixaria" Portugal por uma década", avisou, em entrevista à agência Lusa.
Na sua obra, Hutton apresenta algumas propostas para reformar o capitalismo mas, à Lusa, confessa ser "um dos únicos cinco britânicos que pensa que o Reino Unido deveria aderir ao euro".
"Vocês [portugueses] pensam que é muito difícil. Mas o que estamos a fazer no Reino Unido ainda é mais duro do que os portugueses estão a fazer. Porque nós estamos fora da zona euro e temos de ser ainda mais austeros e mais responsáveis fiscalmente", queixou-se.
"LUSA E DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

ministro aculturado
Movimento de espectadores 
da Cinemateca convoca manifestação
O recém-criado movimento de espectadores da Cinemateca, que se descreve como "civil e apartidário", convocou "uma manifestação de apoio" à instituição para o dia 28 de Abril, em Lisboa. .
O movimento, que se afirma ainda "em construção", tendo 60 pessoas participado na sua primeira reunião, informa em comunicado ter surgido "em defesa do trabalho" da Cinemateca Portuguesa, afectado pela Portaria n.º 4-A/2011, que "impede" que "tome decisões de forma autónoma sobre o seu funcionamento". "Para o transporte de cópias de filmes ou no caso de avaria do seu material de conservação e restauro, a Cinemateca é obrigada a pedir autorização ao Ministério das Finanças para a contratação indispensável e inadiável destes serviços", refere o comunicado. "O tempo exigido por este processo burocrático é inadequado à função específica da Cinemateca e boicota o serviço público", defendem estes espectadores. Segundo o movimento, desde Março foram canceladas, no total, 59 sessões na Cinemateca. As cinco sessões diárias passaram a três e uma das suas duas salas fechou. "O desdobrável da programação mensal, com textos que apresentam a história do cinema escrita a cada mês pela Cinemateca, transformou-se numa fotocópia A4 com a enumeração de títulos e horários", descreve o grupo de espectadores. O movimento reconhece que não está em causa, "por enquanto, uma interdição ou corte", mas realça que "a Cinemateca está impossibilitada de aceder ao orçamento que lhe foi atribuído". Isto mesmo já explicou à agência Lusa a directora da Cinemateca, Maria João Seixas, realçando que não se trata de menos orçamento, mas de maiores dificuldades na utilização do orçamento existente. O movimento de espectadores refere também que o "trabalho de conservação do património cinematográfico nacional único e irrecuperável", em depósito no Arquivo Nacional das Imagens em Movimento (ANIM), "está em risco". Na quinta-feira, a direcção da Cinemateca Portuguesa emitiu uma nota de esclarecimento na qual disse que o Ministério da Cultura tem sido "sensível" às "dificuldades" de adaptação à nova portaria, que alterou os procedimentos administrativos.
"SÁBADO/CORREIO DA MANHÃ"


patarecos...
Falha de bancos rendeu 845 mil euros a burlões
Os montantes de cheques depositados nos Açores ficava disponível no continente antes de os bancos se certificarem da respectiva cobertura. Foi assim que a Caixa e o Millennium-bcp foram ludibriados em 845 mil euros. Uma burla que deu prisão efectiva.
Conhecedores daquela falha no sistema bancário - explicável pela demora no envio dos documentos, pelos CTT, e respectiva conferência na câmara de compensação -, os burlões passaram cheques "carecas" e, através de pessoas conhecidas, trataram de depositá-los em caixas automáticas, já depois da hora de fecho das agências, naquela região autónoma.
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

mas recebe um tacho de prémio
Sócrates deixa encargos 
de 9,5 mil milhões de euros
Uma factura de 9,5 mil milhões de euros para pagar durante os quatro anos de mandato do próximo Governo, entre 2011 e 2015. É um 'presente' que o primeiro-ministro José Sócrates deixa ao líder do PSD, Pedro Passos Coelho, caso este seja eleito primeiro-ministro nas legislativas de 5 de Junho, tal como apontam as sondagens.
O montante, suficiente para construir dois novos aeroportos em Alcochete, é a soma dos encargos com as rendas das parcerias público-privadas (PPP) que o Estado terá de assumir até 2015, de acordo com um relatório sobre as mesmas elaborado por uma instituição financeira, ao qual o SOL teve acesso.
Ou seja, mesmo que o próximo Governo não dê sequer ordens para se tapar um buraco numa estrada, terá de acarretar a responsabilidade por estes encargos, assumidos pelos últimos governos.
Passos Coelho pediu, esta semana, o valor dos encargos para o Estado com as PPP - que apelidou de «esqueletos no armário» - entre 2011 e 2014, numa carta enviada ao primeiro-ministro demissionário.
Mais de dois terços - 6,5 mil milhões de euros - deste valor dizem respeito às PPP rodoviárias. As sete vias SCUT, construídas durante o último Governo socialista de António Guterres, e as nove concessões rodoviárias lançadas desde que José Sócrates chegou ao poder, em 2005, são as culpadas pela dimensão dos encargos financeiros.
"SOL"

importam as mordomias
Nobre desconhece programa do PSD
O cabeça-de-lista do PSD por Lisboa admite que ainda não viu o programa eleitoral do partido.
"Ainda não vi o programa do PSD, mas confio em Pedro Passos Coelho", diz Fernando Nobre em entrevista ao Expresso.
"EXPRESSO"

até ao lavar dos cestos...
Sondagem da vitória ao FC Porto
Uma sondagem levada a cabo pelo site francês “Football365” dá o FC Porto como principal favorito à conquista da Liga Europa.
Os azuis e brancos reuniram a preferência de 61.62 por cento dos 2780 votos contabilizados, ficando à frente do seu adversário nas meias-finais, o Villarreal, segundo mais votado com 20.36 por cento.
O Benfica somou 17.63 por cento dos votos, enquanto o SC Braga não foi além de 0.90 por cento.
"A BOLA"

e demasiados corruptos
Administração Local: "Há demasiadas autarquias"
 O secretário de Estado da Administração Local afirmou hoje em Braga "que há demasiadas autarquias" e definiu como "objetivo" do debate da reorganização administrativa uma lei que possa "definir o quadro em que possa criar, extinguir e fundir autarquias". No primeiro ciclo de debates promovidos pela secretaria de Estado da Administração Local (SEAL), em parceria .
"VISÃO"

10 - FOTOJORNALISMO





19- ILUSTRES PORTUGUESES DE SEMPRE »»» brito camacho


Manuel de Brito Camacho (Aljustrel, 12 de Fevereiro de 1862 — Lisboa, 19 de Setembro de 1934) foi um médico militar, escritor, publicista e político que, entre outros cargos de relevo, exerceu as funções de Ministro do Fomento (1910-1911) e de Alto Comissário da República em Moçambique (1921 a 1923). Fundou e liderou o Partido Unionista. Foi fundador e director do jornal A Luta, órgão oficioso do Partido Unionista.

 Biografia

Manuel de Brito Camacho nasceu no Monte das Mesas, arredores da aldeia de Rio de Moinhos, a alguns quilómetros da vila de Aljustrel, no seio de uma família de lavradores abastados. Foi meio-irmão de Inocêncio Camacho Rodrigues, o governador do Banco de Portugal aquando do escândalo causado pelas burlas de Alves dos Reis.
Depois de realizar estudos primários em Aljustrel, entre 1876 e 1880 frequentou o Liceu de Beja. Depois de concluído o curso liceal, partiu para Lisboa, onde frequentou os estudos preparatórios na Escola Politécnica, ficando à guarda de um seu tio residente em Lisboa.
Concluídos os estudos preparatórios, ingressou no curso de Medicina da Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa, concluindo o curso em 1884. Iniciou nesse ano funções no Torrão.
Em 1891 ingressou no Exército Português como cirurgião-ajudante. Foi colocado seguidamente nas unidades militares de Tancos e Torres Novas, iniciando uma carreira como médico militar que o levaria ao posto de coronel.
A sua entrada na vida política activa ocorreu aquando das eleições gerais de 1893, quando se candidatou a deputado pelo círculo eleitoral de Beja nas listas republicanas. Publicou no periódico Nove de Junho, de Beja, artigos questionando as instituições monárquicas e em consequência, após as eleições, foi alvo de processo disciplinar, suspenso por um ano e transferido para a 2.ª Divisão Militar, em Viseu. Pouco depois foi colocado nos Açores como penalização pela sua adesão ao ideário republicano, aí permenecendo durante um ano.
Em 1894 regressou dos Açores, ficando colocado em Viseu, na sede da 2.ª Divisão Militar. Inicia então a colaboração regular na imprensa e um percurso como publicista que o tornaria numa das figuras mais notáveis do campo republicano durante os últimos anos da Monarquia Constitucional portuguesa. Logo em Abril de 1894 fundou, com Ricardo Pais Gomes e Ribeiro de Sousa, o periódico O Intransigente, um jornal de crítica política e propaganda republicana que manteve em publicação até Junho de 1895.
Nos anos de 1896 e 1897 dedica-se à publicação e à colaboração com periódicos republicanos e desenvolve em Évora intensa acção política, realizando conferências e inúmeros comícios.
Em 1902 apresentou uma tese de doutoramento em Medicina na Universidade de Paris, mas nesse mesmo ano abandonou definitivamente a sua prática como médico militar e dedicou-se em exclusivo ao jornalismo e à política. Promoveu então uma conferência intitulada A Coroa substituída pelo chapéu de côco, criticando violentamente as instituições monárquicas.
Apesar de desligado da prática da Medicina, no ano de 1904 concorreu a um lugar de professor da Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa.
Funda com alguns correlegionários o periódico republicano A Lucta, que iniciou publicação no dia 1 de Janeiro de 1906. Aquele jornal converteu-se rapidamente no mais influente periódico republicano, vindo depois a transformar-se no órgão oficioso do Partido Unionista.
Nas eleições gerais realizadas após o Regicídio foi eleito deputado pela oposição republicana, transformando-se, no Parlamento e na imprensa no principal paladino do derrube da monarquia e num dos líderes do movimento de opinião pública que criou as condições para a implantação da República Portuguesa5 de Outubro de 1910. a
Na preparação das revolução, Brito Camacho exerceu um importante papel de ligação entre os republicanos e os militares, dada a sua ligação ao Exército. Em resultado da sua acção política e ligação profunda ao movimento republicano, foi um dos mediadores na formação do governo provisório que se seguiu à implantação da República.
Logo a 23 de Novembro de 1910 foi nomeado Ministro do Fomento do Governo Provisório da República Portuguesa. Nestas funções leva a cabo importantes reformas, entre as quais a divisão do Instituto Industrial e Comercial de Lisboa para dar origem ao Instituto Superior Técnico e ao Instituto Superior de Comércio.
Para a instalação do Instituto Superior Técnico convidou o professor Alfredo Bensaúde, o qual estruturou os primeiros cursos de Engenharia leccionados naquela instituição, ainda hoje considerados como as especialidades básicas da engenharia portuguesa: Minas, Civil, Mecânica, Electrotecnia e Química Industrial. Para todas estas especialidades, os estudos iniciavam-se com uma estrutura de carácter geral de dois anos de duração, que era complementada com três anos de estudos da especialidade.
Em Dezembro de 1910 esteve na origem da ACAP e da fundação Associação de Classe Industrial de Veículos e Artes Correlativas.
Foi um dos membros do governo, que em conjunto com Joaquim Teófilo Braga, António José de Almeida, Afonso Costa, José Relvas, António Xavier Correia Barreto, Amaro de Azevedo Gomes e Bernardino Machado, subscreveu a Lei da Separação da Igreja do Estado de 20 de Abril de 1911.
Em Setembro de 1911, após as primeiras eleições republicanas, volta a integrar o Governo.
Em 1912 Brito Camacho reassumiu o cargo de director de A Lucta e foi um dos protagonistas da cisão do Partido Republicano Português. Liderou a facção mais à direita do partido que se autonomizou como Partido da União Republicana. O jornal A Luta passou então a ser o órgão oficioso do novo partido.
Passou então a desenvolver uma intensa acção jornalística e política contra a hegemonia política do Partido Democrático, assumindo-se como o principal opositor dos sucessivos governos formados por aquele partido.
Em 1818, após a eleição de António José de Almeida para o cargo de Presidente da República, dá-se a fusão do Partido Unionista com o Partido Evolucionista, levando à criação do Partido Liberal Republicano. Em consequência, Brito Camacho inicia um processo de afastamento da actividade política, abandonando os cargos de liderança partidária. Esse afastamento leva a que em 1920 recuse o convite para formar um governo apoiado pelo Partido Liberal Republicano.
Entre de Março de 1921 e Setembro de 1923 exerceu as funções de Alto Comissário da República em Moçambique, embora apenas tenha permenecido em Lourenço Marques até 1922.
Em 1925, ainda nas funções de deputado, manifestou aos seus eleitores a vontade de abandonar a vida política activa. Passou então a promover a defesa dos ideais democráticos conferências da estabilidade política da República.
Em consequência da Revolução de 28 de Maio de 1926 foi obrigado a abandonar a actividade política, retirando-se para a vida privada.
Faleceu em Lisboa no dia 19 de Setembro de 1934.
MAnuel de Brito Camacho é autor de mais de trinta volumes publicados, entre os quais assumem particular interesse as narrativas e os quadros descritivos da sua terra natal e do Baixo Alentejo rural. Foi tão forte a presença da ruralidade alentejana nos seus escritos que Aquilino Ribeiro deu o título de Brito Camacho nas Letras e no Seu Monte ao estudo que fez da vida e obra de Brito Camacho.
A 29 de Outubro de 1987, aquando da visita oficial do então Presidente da República Mário Soares, foi colocada uma lápide comemorativa na casa de Aljustrel onde viveu. Em 1999 foi atribuído o nome de Brito Camacho à Escola Básica de Aljustrel, de que é patrono.
 .

Cronologia

Obra publicada

Para além de uma vultosa obra jornalísitica e de comentário político, dispersa por numerosos periódicos, Brito Camacho é autor das seguintes obras:
  • Impressões de Viagem (1902)
  • Contos e sátiras (Guimarães & C.ª, 1920)
  • A caminho d'Africa (Guimarães & C.ª, 1923)
  • Os amores de Latino Coelho (Guimarães & C.ª, 1923)
  • Quadros alemtejanos (Guimarães & C.ª, 1925)
  • Moçambique, Problemas Coloniais (1926)
  • Jornadas (Guimarães & C.ª, 1927)
  • D. Carlos, intimo(Guimarães & C.ª, 1927)
  • Gente rústica (Guimarães & C.ª, 1927)
  • Gente Vária (1928)
  • Cenas da Vida (1929)
  • De bom humor (Guimarães, 1930)
  • Gente bóer (Guimarães, 1930)
  • Por cerros e vales (Guimarães & C.ª, 1931)
  • A Linda Emília (1932)
  • Matéria vaga (Guimarães & C.ª, 1934)
  • Política Colonial (1936)
  • Rescaldo da guerra (Guimarães, 1936)
  • Questões nacionais (Guimarães, 1937)

WIKIPÉDIA


MUNICÍPIO DE ALBERGARIA-A-VELHA
Distrito de Aveiro










Albergaria-a-Velha é uma cidade portuguesa pertencente ao Distrito de Aveiro, Região Centro e sub-região do Baixo Vouga, com cerca de 7 400 habitantes.
É sede de um município com 158,83 km² de área e 26 279 habitantes (2008) [1], subdividido em 8 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Estarreja e Oliveira de Azeméis, a leste por Sever do Vouga, a sueste por Águeda, a sudoeste por Aveiro e a noroeste, através de um canal da Ria de Aveiro, pela Murtosa.
O concelho foi criado em 1834, por desmembramento de Aveiro, com as freguesias de Loure, Albergaria-a-Velha e Vale Maior. Logo a seguir foi integrada a freguesia de Alquerubim (Paus). Mais tarde foram anexadas as freguesias de Branca e Ribeira de Fráguas (1855) e Angeja e Frossos (1854).


Gentílico Albergariense
Área 158,83 km²
População 26 279 hab. (2008
Densidade populacional 165 hab./km²
N.º de freguesias 8
Presidente da
Câmara Municipal
João Agostinho Pinto Pereira
Fundação do município
(ou foral)
1835
Região (NUTS II) Centro
Sub-região (NUTS III) Baixo Vouga
Distrito Aveiro
Antiga província Beira Litoral
Orago Santa Cruz
Feriado municipal Segunda-feira subsequente ao terceiro DomingoAgosto de
Código postal 3850-053 Albergaria-a-Velha
Endereço dos
Paços do Concelho
Praça Ferreira Tavares
Sítio oficial www.cm-albergaria.pt
Endereço de
correio electrónico
geral@cm-albergaria.pt




História

Em 1117, D. Teresa, "rainha" de Portugal e mãe de Afonso Henriques, doou ao fidalgo Gonçalo Eriz vastas terras. Como contrapartida, o fidalgo comprometeu-se a manter aberta uma Albergaria para acolher os viajantes pobres.
A Carta do Couto de Osselôa é considerado o primeiro documento em que Portugal figura com o título de reino [2] e constitui a certidão de nascimento e de baptismo de Albergaria-a-Velha.
Os primeiros registos de Albergaria como Vila, surgem em meados do século XVI, na forma de uma lápide existente nos Paços do Concelho, oriunda da frontaria do primeiro Hospital. Foi mandada colocar no Hospital por Acórdão da Relação de Lisboa, de 27 de Maio de 1629.
No dia 6 de abril de 2011, por deliberação do plenário da Assembleia da República eleva Albergaria-a-Velha, à categoria de cidade.

Locais de interesse

A Pateira de Frossos é um espelho de água que se forma nos terrenos baixos do Vouga e que esconde imensos encantos. Entra-se por caminhos de terra batida, atravessando as pastagens verdejantes, que acompanham o rio até à foz. Durante o percurso é possível observar algumas aves, tais como cegonhas ou garças, que por aí vagueiam, bem como vacas e cavalos que, ora se alimentam, ora repousam ao sol. É um local muito agradável para piqueniques e para jogos, como o futebol ou o jogo da malha... E há mesmo quem leve a toalha de praia e o guarda-sol e passe a tarde longe da confusão!

O Rio Vouga é um dos rios portugueses mais importantes, sendo admirado pela variedade de paisagens que forma ao longo do seu curso de cerca de 140 km. Nasce na Serra da Lapa (Distrito de Viseu), a uma altitude de 950 metros e corre no sentido geral Este-Oeste até desaguar perto do Oceano Atlântico no famoso acidente lagunar denominado “Ria de Aveiro”. Em Albergaria-a-Velha, o Vouga flúi devagar e sereno. Nos vários parques ribeirinhos, pode-se praticar actividade física, conviver com amigos à volta de um belo piquenique  ou simplesmente contemplar a serena paisagem.

Património

ID↓ Designações↓ Categoria↓ Tipologia↓ Freguesia↓ Grau↓ Ano↓
72098 Casa de Santo António Arquitectura civil Casa Albergaria-a-Velha VC-IIP 1997
73443 Pelourinho de Frossos ou Pelourinho de Froços Arquitectura civil Pelourinho Frossos IIP 1933
73766 Pelourinho de Angeja Arquitectura civil Pelourinho Angeja IIP 1933
73814 Mamoa de Açôres Arqueologia Mamoa Albergaria-a-Velha IIP 1997
3720936 Antigo Palace-Garage Hotel Arquitectura civil Hotel Albergaria-a-Velha VC 1999


Actividades económicas


  Banhado pelos rios Caima e Vouga que tornam, desde há séculos, particularmente férteis os seus campos, tanto para a agricultura como para a criação de gado, talvez se possa considerar o Município de Albergaria-a-Velha como essencialmente agrícola, embora muitas actividades de cariz industrial se tenham, desde há anos, aqui radicado, contando com óptima localização para o escoamento dos seus produtos.

   No Município de Albergaria-a-Velha o sector secundário é o que tem maior representatividade com 56,2% da população activa, inserindo-se o Município numa região com fortes tradições industriais.
   O sector primário ocupa apenas 13,6% da população activa e no sector terciário ocupam-se 30%.

   O sector secundário tem representatividade na indústria transformadora com 74%, de que assume especial importância a fabricação de produtos metálicos, indústrias básicas de metais não ferrosos, indústria têxtil e indústria de madeira.

   Predominam as empresas de pequena e média dimensão com 75% das empresas tendo menos de 20 trabalhadores.

   A indústria transformadora do Município concentra-se essencialmente nas freguesias de Albergaria-a-Velha e Branca, que fixam à volta de 90% dos postos de trabalho.

   O Município de Albergaria-a-Velha beneficia de uma posição geo-estratégica, sendo privilegiado com a criação de uma forte e bem estruturada Zona Industrial, na qual assenta, principalmente, o seu desenvolvimento. As actividades do sector secundário mais exercidas no Município são a fundição, as confecções, a metalomecânica, o fabrico de equipamentos vários, a transformação de madeiras, o fabrico de papel, o fabrico e restauro de mobiliário, a produção cerâmica, entre outras.
  
   I
nformação retirada do site http://portugal.veraki.pt/
   Informação retirada do Plano Municipal de Emergência do Concelho de Albergaria-a-Velha

... e também da WIKIPÉDIA

3 - VULTOS DA CULTURA DA TERCEIRA REPÚBLICA »»» ruy de carvalho



Ruy de Carvalho retratado por Bottelho.
Nome completo Ruy Alberto Rebelo Pires de Carvalho
Outros nomes Rui de Carvalho
Nascimento 1 de Março de 1927 (84 anos)
Lisboa
Nacionalidade Portugal Portuguesa
Ocupação Actor
Trabalhos notáveis Olhos nos Olhos na TVI Sedução na TVI

Ruy Alberto Rebelo Pires de Carvalho (Lisboa, 1 de Março de 1927) é um actor português.
Inicia-se no teatro, como amador, em 1942, no Grupo da Mocidade Portuguesa, com a peça O Jogo para o Natal de Cristo, com encenação de Ribeirinho. De 1945 a 1950, frequentou o Conservatório Nacional, cujo Curso de Teatro/ Formação de Actores terminou em 1959, com 18 valores.
Estreou-se profissionalmente, em 1947, no Teatro Nacional (Companhia Rey Colaço/Robles Monteiro), na comédia Rapazes de Hoje, de Roger Ferdinand. Em 1950 ficou conhecido pela sua interpretação de Eric Birling em Está lá Fora um Inspector, de Priestley (1951), estreado no Teatro Avenida. Nesse mesmo ano ingressou no Teatro do Povo (mais tarde Teatro Nacional Popular), onde faria todas as temporadas de Verão, sob a direcção de Ribeirinho, até 1958. Importante actor da sua geração, fundou, em 1961, o Teatro Moderno de Lisboa, um grupo teatral progressista, que revelou autores nunca representados em Portugal, à revelia da censura. Em 1963 foi para o Porto, assumindo a direcção artística do Teatro Experimental do Porto (TEP), onde realizou a sua única experiência como encenador, em Terra Firme, de Miguel Torga.
Fez ainda parte de outras companhias, como a companhia de Laura Alves, a Companhia Rafael de Oliveira, Artistas Associados ou a companhia sediada no Teatro Maria Matos, com as quais efectuou digressões ao Brasil e a África. Em 1977, esteve no relançamento do Teatro Nacional D. Maria II (TNDMII), a cuja companhia pertenceu até à sua extinção. Trabalhou com Filipe La Féria em espectáculos como Passa Por Mim no Rossio (TNDMII, 1992), Maldita Cocaína (Teatro Politeama, 1994) ou A Casa do Lago, de Ernest Thompson (Teatro Politeama, 2002).
Interpretou outros autores como Molière, Tennessee Williams, Bernard Shaw, Anton Tchekov, D. Francisco Manuel de Melo, Eça de Queirós, Luís de Sttau Monteiro, Luiz Francisco Rebello, entre outros. Cumprindo um velho sonho, protagonizou em 1998, sob a direcção de Richard Cotrell, o clássico Rei Lear, de William Shakespeare, integrado nas comemorações dos 150 anos do Teatro Nacional e dos 50 anos da sua carreira de actor.
Em Espanha participou no concerto de encerramento da temporada do Teatro Monumental de Madrid, intitulado Orfeu, com textos de Fernando Pessoa e música especialmente concebida para si pelo compositor Pablo Rivière. A convite do encenador Simon Suarez, foi protagonista da ópera Fígaro, de José Ramon Encinar, levada à cena no Teatro Lírico La Zarzuela.
A sua actividade estendeu-se igualmente à rádio e à televisão, tendo participado, nomeadamente na RTP, no Monólogo do Vaqueiro (1957), séries e novelas.
No cinema, estreou-se em 1951, com Eram 200 Irmãos, de Armando Vieira Pinto, mas foi nos anos 60 que o seu trabalho se tornou mais relevante nesse campo. Da sua filmografia destacam-se Pássaros de Asas Cortadas, de Artur Ramos (1963), Domingo à Tarde, de António de Macedo (1965) que também o dirigiu em A Bicha de Sete Cabeças (1978), O Cerco, de António da Cunha Telles (1969), Cântico Final, de Manuel Guimarães (1974), O Processo do Rei, de João Mário Grilo (1990), entre outros. Com Manoel de Oliveira deixou marca em Non ou a Vã Glória de Mandar (1990), A Caixa (1994) e O Quinto Império - Ontem Como Hoje (2004). Para além dos seus filmes como actor, Ruy de Carvalho tem emprestado a sua voz, diversas vezes, ao cinema. Participou também em numerosos teatros radiofónicos e trabalhos de dobragem de desenhos animados.
Ruy de Carvalho recebeu Prémios de Imprensa para o Teatro (1962, 1981, 1982, 1986); Prémios de Imprensa para o cinema (1965, 1966, 1971); Prémios da Crítica Especializada (1961, 1962, 1964, 1965, 1981); foi nomeado, em 1987, para o Prémio Garrett da Secretaria de Estado da Cultura; em 1990 foi-lhe atribuída a Medalha de Mérito Cultural; em 1993, foi agraciado com o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique; em Março de 1998, com o grau de Comendador da Ordem Militar de Santiago da Espada; em 1998, é galardoado com o Globo de Ouro para a Personalidade do ano; foi galardoado com o Prémio Luís de Camões da Universidade Lusíada, o Prémio Byssainha da Fundação Byssais Barreto; em 1999, é galardoado com o Globo de Ouro de Melhor Actor.
Foi Presidente do Conselho Nacional para a Política da 3ª Idade e mandatário da campanha de candidatura de Pedro Santana Lopes à Câmara Municipal de Lisboa.
Viúvo, tem dois filhos e três netos, tendo um dos filhos seguido a mesma carreira, João de Carvalho.

WIKIPÉDIA 

NR: Este português notável deu há cerca de três semana uma entrevista maravilhosa ao programa "Alta Definição" na SIC. Através do site da estação pode vê-la e revê-la, não cansa!!!
 5 – POSTAIS DE HÁ CEM ANOS
clique para ampliar






BOM DOMINGO