28/02/2011

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


Uma professora dava uma aula aos seus alunos sobre as diferenças entre os ricos e os pobres

A Júlia levanta o dedo:
- O meu pai tem tudo: televisão, telescópio, DVD...
- Tudo bem, diz a professora, mas será que tem um barco?
A Júlia reflete e diz:
- Bem, não...
- Estás a ver, é como eu disse, não podemos ter tudo.

- Professora, disse o Artur. O meu pai tem tudo: ele tem TV, telescópio, DVD, barco...
- Sim, responde a professora, mas será que ele tem um avião particular?
Depois de refletir, Artur responde:
- Bem, não...
- Estão a ver que não se pode ter tudo na vida, disse a professora.

O Joãozinho levanta o dedo e diz:
- O meu pai agora é que tem tudo, pois no sábado passado, quando a minha irmã lhe apresentou o namorado, BENFIQUISTA e PRETO, o meu pai disse:
- P... QUE PARIU!!!!! ERA SÓ O QUE ME FALTAVA!!!

STRIPTEASE TOTAL

O FUTURO JÁ ESTÁ NO VIDRO

ILHA DO PICO


ALMORRÓIDA DE PONTA


Portugal lidera ranking 
da governação eletrónica
Pelo segundo ano consecutivo, Portugal 
ficou em primeiro lugar, no ranking europeu 
do egovernment 2010 da Comissão Europeia.

Os serviços públicos na Internet em Portugal estão entre os mais fáceis de usar na União Europeia, considerou a Comissão Europeia no estudo "eGov Benchmark 2010" divulgado hoje.

Portugal regista um índice de 91% na facilidade de uso, acima dos 79% da média europeia, refere-se no estudo, que aponta Portugal como o país mais avançado em sofisticação e disponibilidade de serviços públicos online.

A par de Malta e França, ambas com 100%, Holanda (96) e Espanha (95), Portugal tem os melhores portais governamentais em termos de facilidade de uso, conveniência para o utilizador e agrupamento de serviços disponíveis.

O estudo da Comissão Europeia destaca para Portugal "boas práticas" como a implementação do Cartão de Cidadão, a ferramenta Empresa Online, o serviço de declarações eletrónicas de impostos e a página virtual da Segurança Social.
O empurrão do Plano Tecnológico

A experiência do utilizador na experiência virtual, o eProcurement (compras eletrónicas) e diversas soluções que facilitam o fornecimento dos serviços online, como a identificação eletrónica, são campos destacados pela Comissão Europeia como tecnicamente evoluídos em Portugal.

O Plano Tecnológico implementado em Portugal levou a que o país subisse no ranking europeu: em 2005, antes da entrada do programa, Portugal apresentava um nível de disponibilidade de 40% e um nível de sofisticação de 68%, de acordo com os dados.

Este é o nono estudo conduzido pela Comissão Europeia de avaliação do desempenho europeu em matéria de governação eletrónica.

IN "EXPRESSO"
21/02/11

BRENE BROWN »»» uma extraordinária contadora de histórias

PEDRO IVO CARVALHO

 







Tão amigos que nós 
vamos continuar a ser


Na vacuidade dos discursos diplomáticos encontram-se muitas subtilezas. A mais sui generis reside talvez na destreza com que os diplomatas transformam o mau no aceitável e o duvidoso no bom. A chamada "real politik" económica é, nesse particular, paradigmática de como os chamados valores essenciais são facilmente atirados para as calendas, a bem das relações bilaterais, dos negócios frutuosos, das recepções nas embaixadas coroadas a vinho francês e salgadinhos coloridos. 

A revolta no Médio Oriente a que vamos assistindo por estes dias, e a forma como a União Europeia e os Estados Unidos demoraram a acordar para a realidade, ilustra na perfeição o engajamento dos estados face a poderes não-democráticos, em muitos casos corruptos, na maioria desrespeitosos dos Direitos Humanos. 

Em Portugal, e, de uma forma geral, no Mundo ocidental, a classe política vai protagonizando sessões públicas de contorcionismo. Quase todos têm telhados de vidro. Sócrates (que, em 2007, durante uma visita de Kadafi a Portugal, lhe enalteceu as suas "visões estratégicas" e a sua "sabedoria"), Berlusconi, Merkel, passando pelos vários líderes norte-americanos. 

Todos padecem do mesmo mal e fatalidade: são coniventes com as práticas de regimes que - queremos crer - não toleram apenas porque a inevitável diplomacia económica o determina. Para os chefes de Estado e de Governo do Mundo democrático, as lideranças autocráticas vão oscilando entre o repúdio e o fascínio. Com vantagem clara para o último. Já para não falar dos bancos suíços, tão afoitos a zelar pelas fortunas de sangue desses tiranetes e tão diligentes a congelar-lhes as contas quando estoura a borrasca.
Ora, não é crível que algo mude com esta sublevação popular. A estratégia calculista dos estados manter-se-á, na exacta proporção da sua dependência do petróleo. Sobre isto, Basílio Horta, o homem que lidera o investimento português no estrangeiro, foi cristalino: a aposta no Médio Oriente é para durar, independentemente de quem sejam os insanos que governem o território. 

A corrida, agora, é entre os estados que não querem chegar atrasados ao futuro desses países que tombam. Com ditadores ou sem eles, o petróleo continuará a brotar do subsolo. E, uns bons metros acima, vai ser preciso reconstruir as estradas e os edifícios. 

IN "JORNAL DE NOTÍCIAS"
25/02/11