08/02/2011

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


Eles acabaram de casar e vão passar a primeira noite juntos.
A excitação está ao máximo.
A noiva sai primeiro do banheiro, toda cheirosa com seu robe.
O marido, deitado na cama, diz:
- Querida, agora que nós somos casados, você pode me deixar ver seu corpo!
A noiva abre então o robe revelando um corpo de deusa...
- Oh, querida, você é tão linda...Ah, deixe-me tirar uma foto!
- Você quer tirar uma foto minha pelada?
espanta-se a moça.
- Sim, querida - responde ele - assim eu poderei carregar-te em permanência junto ao meu coração e bastará eu olhar para a foto para me lembrar desta noite em que você foi minha pela primeira vez.
Encantada pelas palavras do marido, a moça deixa-o tirar umas fotos.
Então ele vai tomar banho.
Quando ele sai todo cheiroso e vestindo também um robe, a mulher lhe diz:
- Querido, já que estamos casados, quero que você tire este robe e fique nu para mim.
O marido deixa cair o robe e revela sua nudez.
A mulher exclama, sempre com os olhos em determinado lugar:
- Também quero tirar uma foto! - diz a moça!
O marido todo orgulhoso sorri e pergunta:
- Por quê?

- PARA MANDAR AMPLIAR!!!!

ESTE GOLFINHO É UM MALANDRECO


IURD »» DESDE 2009 »»» NÃO SOMOS DE INTRIGAS

A LEI DO SOCIAL!!!


NR: Não tem legendagem em português, opte pelo inglês 
e faça pausa para ler bem as legendas

ALMORRÓIDA TRAMBIQUEIRA


Comissão "veta" partilha de dados com EUA

A CNPD alerta que os EUA não dão garantias 
de protecção dos dados pessoais transmitidos.

Abusivo, excessivo, demasiado genérico, difícil controlo de pesquisas indevidas, sem garantia da protecção dos dados transmitidos para os EUA e falta de salvaguarda da pena de morte na partilha de informação. Estas são algumas das conclusões a que a Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) chegou na sua análise ao acordo que o Governo português assinou com os Estados Unidos. Este tratado prevê a troca automatizada de dados pessoais, impressões digitais e perfis de ADN.

O parecer da Comissão, que foi ontem enviado ao Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), contraria fortemente as palavras do Governo sobre esta polémica. Em reacção às notícias do DN, que davam conta de várias dúvidas legais sobre o acordo, os ministros dos Negócios Estrangeiros, Justiça e Administração Interna asseguraram, em comunicado conjunto a 17 de Janeiro, que a troca de informações para "reforçar a cooperação no domínio da prevenção e do combate ao crime" ressalvavam, "em diversas normas, a salvaguarda dos direitos, liberdades e garantias que decorrem do direito português".

Mas essa não é a avaliação da CNPD. Logo à partida, o tratado, assinado pelo ex-ministro da Justiça Alberto Costa, e da Administração Interna, Rui Pereira, em Julho de 2009, apesar de incidir em matéria de direitos fundamentais, liberdades e garantias dos cidadãos portugueses, não foi dado a conhecer previamente à CNPD, conforme é exigido pela lei. Só quase ano e meio depois, em Agosto de 2010, a Comissão o recebeu para emitir o parecer.

A Comissão de Protecção de Dados, que encontrou 15 'falhas' neste texto (ver caixa ao lado), sugere mesmo que se "pondere se tem sentido pôr em aplicação o presente acordo bilateral, quando está em preparação um acordo- -quadro entre a União Europeia e os EUA" sobre esta matéria, com as garantias de protecção de dados exigíveis. Esta recomendação pode ser determinante para o sentido de voto dos deputados da Assembleia da República, quando tiver lugar a ratificação do documento. O mesmo apelo já tinha sido feito pelos eurodeputados Ana Gomes, do PS, Carlos Coelho, do PSD, e Rui Tavares, do Bloco de Esquerda, quando tomaram conhecimento da iniciativa bilateral do Governo português, à margem das negociações europeias.

A "ausência de nível de protecção adequado" por parte dos Estados Unidos em relação aos dados pessoais que lhe são transmitidos por países terceiros, é uma das preocupações da Comissão. Lembra que "o regime nos EUA coloca em posição particularmente precária os titulares de dados pessoais transmitidos por outros países" uma vez que os "indivíduos não nacionais dos EUA" não poderão "recorrer à via judicial para fazer valer os seus direitos em caso de eventual violação".

Em relação à garantia de que os dados transmitidos por Portugal não contribuam para uma condenação à morte - o que seria uma violação da Constituição e do Tratado de Lisboa -, a CNPD sublinha que tal não está salvaguardado. "O acordo devia ter uma norma que assegurasse claramente" que isso não podia acontecer, afiança a Comissão. O DN tinha levantado esta questão, com base na opinião de um penalista da Universidade Lusíada, Pedro Salreu, mas o Governo apressou-se a desmentir.

A Comissão de Protecção de Dados chama ainda a atenção para a "desproporcionalidade" do acordo no que diz respeito ao leque de crimes que engloba, que se lhe afigura "demasiado genérico". A CNPD concorda que a cooperação internacional é "relevante" para os "crimes de dimensão transnacional", mas que, neste caso, "não é feita qualquer distinção da natureza da criminalidade".

Estão abrangidos todos os crimes com penas superiores a um ano. "É grande a quantidade de crimes nessas condições - muitos deles correspondentes a condutas de gravidade social relativa. Não se vislumbra o alcance da transmissão de forma sistemática de dados de uma pessoa suspeita de burla simples ou de passagem de cheque sem cobertura", diz no seu parecer a CNPD.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
08/02/11

Por que tenho a Impressão de já ter "Visto um Lugar Onde Nunca Estive?"


A sensação de "déjá vu" pode acontecer com quase todos e tem origem biológica.

O hipocampo - região do cérebro responsável pelo processamento da memória - é activado fora de hora, exactamente quando está ocorrendo um facto novo, dando a impressão de que aquilo já estava registado, de que é um facto do passado.

O evento é mais frequente em pessoas com epilepsia no lobo temporal e isso, provavelmente, está relacionado com" disparo "anormal do hipocampo, um dos centros cerebrais da memória", explica o psiquiatra Roberto Sassi.

Mas isso não implica que pessoas que tenham "déjá vu" sofram de epilepsia.

DANIEL BESSA






Custos políticos?

No que se refere ao nosso destino, o tempo é de espera. Diz-se que, internamente, o Governo não poderá fazer mais do que executar o orçamento e aprovar as reformas que lhe vão sendo ditadas do exterior (agora, no mercado de trabalho). Os credores, por um lado, e a liderança política europeia, por outro lado, a seu tempo, decidirão.

Não concordo com este ponto de vista. Acho sempre que podemos fazer mais. Liderar. Tomar a iniciativa. Surpreender. Porque não, por exemplo, tomarmos nós próprios a iniciativa de intervir em áreas como o sistema de justiça, ou o sistema político?

O Governo mostra-se orgulhoso das medidas que tem vindo a tomar. Invoca a coragem necessária para suportar os custos políticos destas medidas. E, sendo assim, não parece disposto a fazer mais do que o que lhe vai sendo exigido. Respeito o motivo de orgulho mas não concordo com os cálculos subsequentes.

No dia em que não terá sido seguido por mais de 12% do eleitorado na indicação de voto que deu nas Presidenciais, o partido de Governo chegou aos 30% numa sondagem à boca das urnas sobre o que, no mesmo dia, seriam os resultados de umas eleições legislativas. Foi a maior surpresa da noite das eleições Presidenciais e não validam muito a tese dos alegados custos políticos das medidas que têm vindo a ser adotadas.

IN "EXPRESSO"
29/01/11