10/11/2010

MADE IN PORTUGAL S.F.F.

 O ZÉ, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egipt), começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã.

Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in Chech Republic), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China).


Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapure) e um relógio de bolso (Made in Swiss).


Depois de preparar as torradas de trigo (produced in USA) na sua torradeira (Made in Germany) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain), pegou na máquina de calcular  (Made in Korea) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu computador (Made in Thailand) para ver as previsões meteorológicas.


Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in Índia), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro Saab (Made in Sweden) e continuou à procura de emprego.


Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italia), o Zé decidiu relaxar por uns instantes.


Descalçou os seus sapatos (Made in Nederland), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a TV (Made in Indonésia) e  pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL....


Talvez esta mensagem devesse ser enviado aos consumidores portugueses. 
O Ministério da Economia de Espanha estima que se cada espanhol consumir 150€ de  produtos nacionais, por ano, a economia cresce acima de todas as estimativas e, ainda por cima, cria postos de trabalho.

SÓ MAIS UMA INFORMAÇÃO... 
PRODUTOS NACIONAIS COMEÇAM TODOS POR 560 NO CÓDIGO DE BARRAS... 
NÃO CUSTA NADA... É SÓ OLHAR E ESCOLHER...
PRINCIPALMENTE OS PORTUGUESES...

SCOUT NIBLET

ALMORRÓIDA DE CARTÃO



Portugueses com mais cartões

Os portugueses têm cada vez mais cartões de débito mas usam-no menos. Esta é a conclusão de um estudo apresentado esta quarta-feira pela Mastercard.

De acordo com o estudo da Mastercad, 86,4 por cento de todos os portugueses com mais de 15 anos têm um cartão de débito. Uma subida face a 2008 e 2009. E um terço da população tem pelo menos dois cartões de débito na carteira.

Apesar de haver mais cartões de débito nas mãos dos portugueses, dada a "delicada situação financeira, os consumidores parecem estar a refrear o consumo", segundo Paulo Raposo, da Mastercard Europe. De facto, existe uma quebra de cerca de um ponto percentual no número de consumidores que usam o cartão para fazer gastos. Mesmo assim, 95,6 por cento da população admite usar o cartão de débito.

Com o cartão de crédito "as pessoas usam os seus cartões menos frequentemente, o que é indicador da quebra de consumo". A maioria dos detentores de um cartão de crédito, 32,4 por cento, preferem ter apenas um cartão desse tipo para ser mais fácil controlar os gastos.

Compras de supermercado, roupa e hóteis continuam a ser as justificações mais frequentes para usar tanto o cartão de débito como o de crédito.

IN "CORREIO DA MANHÃ"
110/11/10

Ainda bem que filmou, senão era mais uma história de pescadores....




ALMORRÓIDA TÓXICOINDEPENDENTE


Portugal tem os toxicodependentes 
                         mais velhos da Europa

Portugal regista 28 por cento das pessoas com 40 anos ou mais em início de tratamento na Europa, revela o relatório anual do Observatório da Droga e da Toxicodependência (OEDT).

O documento, divulgado hoje em Lisboa, indica que "Portugal reporta a percentagem mais elevada de consumidores de droga mais idosos em início de tratamento", o que, juntamente com dados recolhidos em outros países europeus, permite concluir que o consumo de droga já não pode ser visto só como um "fenómeno juvenil".

O director do OEDT, Wolfgang Götz, frisa que os serviços de assistência são cada vez mais chamados para ajudar "utentes mais idosos, cuja saúde sofre os efeitos combinados do consumo prolongado de droga e do envelhecimento". Trata-se de "um problema crescente" quer para os serviços dedicados aos toxicodependentes quer para os serviços de saúde e assistência social genéricos, acrescenta o diretor do OEDT.

Portugal é um dos países da Europa Ocidental identificados pelo OEDT onde ocorreu "a primeira epidemia de consumo de heroína nas décadas de 1980 e 1990" e onde os serviços de tratamento de substituição de opiáceos assistem uma percentagem "muito substancial" de pessoas mais velhas.

Nos países da Europa Central e Oriental, onde os opiáceos começaram a ser consumidos mais tarde - "final da década de 1990, década de 2000" - é só um questão de tempo até haver consumidores mais velhos. Mas para os consumidores mais velhos que já existem, os programas de tratamento "são raros na Europa", salienta o OEDT no relatório. Quando chega aos 40 anos, um toxicodependente pode necessitar de cuidados que normalmente se reservam para uma pessoa de 60, indica o relatório.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
10/11/10

PISCINA DE ONDA EM TOQUIO


PARA ONDE FOI A ÁGUA?

ESQUEMAS EM MOÇAMBIQUE

 Julgamento destapa (mais) esquemas de 
desvios nas instituições Públicas

- o valor usado indevidamente, durante o mandato de Orlando Comé, ascende os 5 milhões de Meticais

(Maputo) O julgamento do antigo Director do Centro de Processamento de Dados (CPD), Orlando Comé, que começou na manhã desta terça-feirana 7ª Sessão do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo (TJCM) destapou mais esquemas de delapidação de fundos do erário público, protagonizado pelos respectivos gestores superiores.
 
Um dos principais esquemas destapados pelo julgamento é a requisição de Cartões de Crédito que chegam  a atingir valores ilimitados usados por gestores públicos e a acumulação de dois salários no aparelho de Estado. Estes salários chegam a ser pagos mesmo depois da cessação de função.
 
No caso de Orlando Comé, que foi pronunciado por abuso de confiança, pagamento de participações indevidas e abuso do cargo do Estado, teria requisitado, durante o exercício das suas funções, um cartão de crédito a uma instituição bancária, com um valor inicial de 100 mil Meticais de máximo mensal, alegadamente para cobrir despesas de representação da instituição em “reuniões internacionais e  nacionais”, alegadamente ao benefício do CPD.

IN "MEDIAFAX"
10/11/10
MOÇAMBIQUE