24/10/2010

O L I G R E


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UM ANIMAL SOBERBO















enviado por E. FRANÇA

V A T I C A N O

M A G N I F I C A T


enviado por D.A.M.

ASSALTO INVENTIVO

MUITA ATENÇÃO

SE DE NOITE LHE ATIRAREM UM OVO CONTRA O PARABRISAS, RECONHECÊ-LO-Á POR A COR AMARELA:
* MANTENHA A CALMA E ACELERA
* NÃO USE O LIMPA PARABRISAS
* JAMÁIS DEITE ÁGUA NO PARABRISAS
* ACELERE E FUJA, QUE OS LADRÔES ESTÂO POR PERTO.

* mas sobretudo não perca os nervos use o telemóvel, se for necesário.


EXPLICAÇÃO:
O ovo com água, ao unir-se, formam uma substância viscosa como o leite, que o vai impedir de ver por onde vaai, tapando a visão em cerca de 90% e será forçado a parar por o sitio onde circula,  ai será vítima de roubo. Esta é a última modalidade que os ladrões inventaram.

Por favor, envie a familiares e amigos.

SALVE O PLANETA

1 - FIGURAS DA PRIMEIRA REPÚBLICA

 
João Pinheiro Chagas
João Pinheiro Chagas
Primeiro-ministro de  Portugal
Mandato: 3 de setembro de 1911 - 12 de novembro de 1911
Precedido por: Teófilo Braga
Sucedido por: Augusto de Vasconcelos

Nascimento: 1 de setembro de 1863
Rio de Janeiro, Brasil
Falecimento: 28 de maio de 1925
Estoril, Portugal
Partido: Partido Republicano Português - PRP
Profissão: jornalista, diplo


João Pinheiro Chagas (Rio de Janeiro, 1 de setembro de 1863Estoril, 28 de maio de 1925), mais conhecido por João Chagas, foi um jornalista, diplomata e político português, tendo sido o primeiro Primeiro-Ministro da I República de Portugal.
Jornalista, escritor, crítico literário, político, diplomata e conspirador, João Chagas foi, acima de tudo, um republicano liberal, ideal que abraçou até à morte e que, por diversas vezes, lhe custou a prisão e o degredo. Deixou uma das obras mais importantes, e por isso mesmo mais injustamente esquecida, do jornalismo político, de ideias e de doutrinação democrática publicadas em Portugal, sendo autor de alguns dos textos basilares para a compreensão do processo formativo, evolução e parâmetros ideológicos do republicanismo português.

Biografia

João Pinheiro Chagas, nasceu no Rio de Janeiro, Brasil no dia 1 de Setembro de 1863, filho de um emigrante português. Estudou em Lisboa, tornando-se jornalista. Por ocasião do ultimato britânico de 1890, adere ao Partido Republicano Português, sendo no ano seguinte implicado na revolta de 31 de Janeiro de 1891. Foi degredado para Angola, fugiu para o Brasil, e continuou a lutar pela causa republicana.

Tendo sido um dos mais activos oponentes da ditadura de João Franco, entre 1906 e 1908, com o triunfo da República, em 1910, João Chagas foi nomeado representante diplomático português em Paris, cargo do qual acabou por se demitir, em duas ocasiões, por discordar do modelo político seguído pelos governantes.

Foi Primeiro Ministro (chefe de governo) de 3 de setembro a 12 de novembro de 1911.

Morreu no Estoril a 28 de maio de 1925.

WIKIPÉDIA

CIDADE DA GUARDA

Guarda
Brasão de Guarda Bandeira de Guarda
Brasão Bandeira
Nt-se-guarda1.jpg
Sé da Guarda
Localização de Guarda
Gentílico Guardense;
Egitaniense (ainda usado)
Área 712,11 km²
População 44 121 hab. (2008)
Densidade populacional 62 hab./km²
N.º de freguesias 55
Presidente da
Câmara Municipal
Não disponível
Fundação do município
(ou foral)
1199
Região (NUTS II) Centro
Sub-região (NUTS III) Beira Interior Norte
Distrito Guarda
Antiga província Beira Alta
Orago
Feriado municipal 27 de Novembro
Código postal 6300 e 6301
Endereço dos
Paços do Concelho
Praça do Município 6301-854 GUARDA
Sítio oficial www.mun-guarda.pt
Endereço de
correio electrónico
geral@mun-guarda.pt
Municípios de Portugal Flag of Portugal.svg









































































Guarda é uma cidade portuguesa, capital do Distrito_da_Guarda" que tem uma população residente de 173 831 habitantes. Situada a 1056 metros de altitude, é a mais alta de Portugal. Situa-se na região centro de Portugal, pertence à sub região estatística da Beira Interior Norte. O núcleo urbano da cidade da Guarda tem 31 224 habitantes.[1]
O concelho da Guarda tem 712,11 km² de área e 44 121 habitantes (2008), subdividido em 55 freguesias. O município é limitado a nordeste pelo município de Pinhel, a leste por Almeida, a sueste pelo Sabugal, a sul por Belmonte e pela Covilhã, a oeste por Manteigas e por Gouveia e a noroeste por Celorico da Beira. Faz parte da Comunidade Urbana das Beiras - ComUrb das Beiras - da qual é capital.[2]
Possui acessos rodoviários importantes como a A25 (considerada a segunda via mais importante de Portugal) que liga Aveiro à fronteira, dando ligação directa a Madrid; a A23 que liga a Guarda a Torres Novas, bem como o IP2 (em fase de construção) que ligará Guarda a Bragança.
A nível ferroviário, a Cidade da Guarda possui a Linha da Beira Baixa (em mau estado devido ao desinvestimento por parte da CP) e a linha da Beira alta, que se encontra completamente electrificada permitindo a circulação de comboios regionais, nacionais e internacionais.
É conhecida como a cidade dos 5 Éfes. São eles os de Forte, Farta, Fria, Fiel e Formosa. A explicação destes efes tão adaptados posteriormente a outras cidades é simples:
1. Forte: a torre do castelo, as muralhas e a posição geográfica demonstram a sua força;
2. Farta: devido à riqueza do vale do Mondego;
3. Fria: a proximidade à Serra da Estrela explica este F;
4. Fiel: porque Álvaro Gil Cabral – que foi Alcaide-Mor do Castelo da Guarda e trisavô de Pedro Álvares Cabral – recusou entregar as chaves da cidade ao Rei de Castela durante a crise de 1383-85. Teve ainda Fôlego para combater na batalha de Aljubarrota e tomar assento nas Cortes de 1385 onde elegeu o Mestre de Avis (D. João I) como Rei;
5. Formosa: pela sua natural beleza.
Ainda relativamente ao 4º "F" da Cidade, é sintomática a gárgula voltada em direcção a nascente (ao encontro de Espanha): um traseiro, em claro tom de desafio e desprezo. É comum ver turistas procurando essa Gárgula específica, recentemente apelidada de "Fiel".
O ar, historicamente reconhecido pela salubridade e pureza, foi distinguido pela Federação Europeia de Bioclimatismo em 2002, que atribuiu à Guarda o título de primeira "Cidade Bioclimática Ibérica".

História Breve

Nos primeiros séculos da romanização da Península Ibérica habitavam a região da Guarda povos lusitanos. Entre os quais os Igaeditani e os Lancienses Oppidani. Durante muito tempo os historiadores julgaram que a civitas Igaeditanorum (Egitânia) se localizava na Guarda mas mais recentemente chegou-se à certeza que tal localização era em Idanha-a-Velha. Daqui que o gentílico de egitanienses se enraizou. No entanto, se a Guarda não tivera sido Egitânia, teria sido o que então? Confinando com os terrenos dos Igaeditania, a norte estavam os dos Lancienses Oppidani cuja capital, a civitas Lancia Oppidana, foi referida a curta distância da actual localização da Guarda. Esta teoria foi defendida acerrimamente pelo General João de Almeida (influente militar português, herói das campanhas de África, natural da Guarda), o que levou alguns críticos a menosprezá-la, no entanto, todas as pesquisas seguintes indicam a sua veracidade. Já o nome de Guarda terá sido uma derivação de um castro sobranceiro ao Rio Mondego, o Castro de Tintinolho, identificada como a Ward visigótica.
Após o período romano seguiram-se períodos de ocupação por parte dos visigodos, mais tarde pelo reino das Astúrias e também pela civilização islâmica. Só após o processo da reconquista é atribuído o foral, confirmando definitivamente a importância da cidade e da região.

Cronologia

  • 1199 - Em 27 de Novembro, fundação da cidade da Guarda – através de carta foral de D. Sancho I – com o propósito de servir de centro administrativo, de comércio e de defesa da fronteira da Beira contra os Reinos da Meseta do centro da Península Ibérica: primeiro, o Reino de Leão; depois, o Castela e finalmente, Espanha. Foi este propósito que deu origem ao nome de Cidade da Guarda.
  • 1250 - Criação da Diocese da Guarda, transferida de Idanha, a antiga e importante cidade romana da Egitânia, que foi largamente abandonada no tempo das invasões e lutas contra os mouros, já que a sua situação em plena fronteira e localização difícil de defender a expunham a raides, quer de mouros quer de cristãos. A cidade da Guarda foi fundada em posição muito mais fácil de defender, o que lhe permitiria tirar à Idanha a posição de centro principal da Beira Interior.
  • 1881 - É extinta a Diocese de Pinhel e incorporada na diocese da Guarda
  • 1882 - Inaugurado o troço da linha da Beira Alta entre a Guarda e Vilar Formoso, junto da fronteira com Espanha

Geografia

Guarda é a cidade mais alta de Portugal, quanto à altitude da área urbana do município, com altura média de 1.056 metros.
O clima da cidade é temperado, com influência mediterrânica, visto que no verão há uma curta estação seca. Os meses mais quentes são Julho e Agosto, com temperatura média de 17 °C, e os meses mais frios são Janeiro e Fevereiro, com média de 3 °C. O mês mais chuvoso é Janeiro, com pluviosidade média de 241 mm, e o mês mais seco é Agosto, com média de escassos 15 mm. A temperatura média anual é de 10 °C e a pluviosidade média anual é de 1.713 mm. É considerada uma das cidades mais frias de Portugal, experimentando em alguns dias do ano precipitações de neve.

Património arquitectónico e arqueológico

A cidade tem vários monumentos arquitectónicos, na sua maioria situados no centro histórico:
No centro histórico da Guarda encontram-se vários edifícios com marcas mágico-religiosas: um estudo de Novembro de 2006, editado pela Sociedade Pólis Guarda e pela autarquia local, identifica 48 marcas cruciformes em edifícios da zona da Judiaria.

Património Natural

Encontram-se classificadas como árvores de interesse nacional:
Mais património Natural da Região:
  • Cão da Serra da Estrela - sem dúvida um dos mais interessantes canídeos de Portugal
  • Teixos da Serra da Estrela
  • Lobo Ibérico - as últimas alcateias livres a sul do Douro situam-se nesta região
  • Vale Glaciar de Manteigas
  • Orografia granítica, com afloramentos frequentes e por vezes com dimensões monumentais
  • Carvalhais de Carvalho Negral
  • Soutos e Castinçais
O Concelho encontra-se parcialmente inserido no Parque Natural da Serra da Estrela

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