10/06/2010

1 - OFÍCIOS DO SEC XX

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enviado por E. FRANÇA

TENHA UM BOM FERIADO

Economia cresceu 1,8%
O produto interno bruto (PIB) nacional teve um crescimento de 1,8 por cento no primeiro trimestre, comparado com o período homólogo, e subiu 1,1% em relação aos últimos três meses de 2009. Os dados foram revelados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística e mostram uma subida mais acentuada do que anteriormente previsto.
O crescimento registado, o maior desde 2007, deveu-se a um aumento da procura interna, que cresceu 1,3%, e do consumo interno, que registou uma subida de 2,7%. Também as exportações e importações contribuíram para o crescimento do PIB, tendo registado um aumento de 8,5 e 5,2 pontos percentuais, respetivamente. Num ano e meio, este foi o primeiro trimestre em que as importações e exportações registaram ambas resultados positivos.
"RECORD"

Portugueses estão a desaparecer
Portugal desceu abaixo dos cem mil nascimentos, o que acontece pela primeira vez.
E morrem muitos mais.
Portugal registou menos de cem mil nascimentos em 2009, o que acontece pela primeira vez desde que há estatísticas, 1900. E aumenta o número de mortes. Isto significa que a população portuguesa pode desaparecer? "Há esse risco se não se inverter a tendência. E a taxa de natalidade vai baixar, ainda, mais em 2010 e 2011", diz o sociólogo Leston Bandeira.
As Estimativas da População de 2009, ontem divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), não surpreenderam Leston Bandeira, que há muito previa uma descida significativa da natalidade, dada a crise económica que se vive actualmente no País. "A taxa da natalidade é um indicador económico, em especial em países com pouca protecção social, como é o caso de Portugal. Há um certo declínio social, cuja consequência é o declínio demográfico", justifica.
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"


Agora, os bancos:
quem concebeu, sugeriu e aprovou a venda do esquema aos clientes vai ser acusado na Operação Furacão
Administradores e directores do BCP, do BES, do BPN e do Finibanco são os actuais visados pela Operação Furacão. O Ministério Público (MP) investiga a forma como os bancos e outros promotores introduziram a fraude fiscal, que até aí era preparada apenas por consultoras.
Rosário Teixeira, procurador encarregue do caso, quer saber quem decidiu efectivamente em cada banco oferecer esse produto financeiro, ou serviço, aos seus clientes.
Finda a investigação aos "aderentes" - como foram baptizados os clientes/ beneficiários das operações que, como o i noticiou, serão agora notificados para pagarem e obterem a suspensão provisória dos seus processos -, o procurador quer descobrir quem, concretamente, entre os responsáveis por cada uma daquelas instituições bancárias, instituiu o esquema de fraude fiscal detectado na Operação e o tornou disponível aos clientes.
"i"


Ter filhos deixou de ser prioritário para as mulheres
Portuguesas têm menos bebés e maternidade surge em média pelos 30 anos, segundo Instituto de Estatística
As mulheres em Portugal não só são mães cada vez mais tarde, como têm menos filhos. De acordo com os dados divulgados, ontem, quarta-feira, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o número de crianças por mulher tem vindo a descer drasticamente na última década.
"JORNAL DE NOTÍCIAS"


DIAP pede levantamento da imunidade a Ricardo Rodrigues
O Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) apresentou esta manhã um pedido de levantamento de imunidade parlamentar a Ricardo Rodrigues, avança o Público na sua edição online. O pedido para que o socialista seja ouvido no DIAP veio na sequência do furto de dois gravadores de jornalistas da SÁBADO durante uma entrevista.
"SÁBADO"


Nova regulação para os mercados só deverá ser "implementada no final de 2012"
A legislação que está a ser preparada pela União Europeia para a negociação bolsista, incitada devido à crise de dívida, só deverá ser implementada efectivamente no final de 2012. Esta é, pelo menos, a expectativa dos líderes da região.
A notícia é avançada pela Bloomberg, que cita um rascunho de um documento que deverá ser discutido pelos líderes europeus na reunião de 17 de Junho, em Bruxelas.
A elaboração da “última fase da legislação deverá ocorrer no final de 2011 e permitir a implementação na legislação nacional até ao final de 2012”, diz o documento citado pela Bloomberg.
"JORNAL DE NEGÓCIOS"


António Barreto critica Estado e povo português
por não tratar bem dos antigos combatentes
Portugal não trata bem os seus antigos combatentes, sobreviventes, feridos ou mortos”, referindo que em termos gerais o “esquecimento” e a “indiferença” são superiores, sobretudo “por omissão do Estado”.
Barreto, na alocução que fez durante a sessão solene das cerimónias do Dia de Portugal, reiterou as críticas ao povo português que é “parco em respeito pelos seus mortos” e acusa o Estado de ser pouco “explícito no cumprimento desse dever”, avisando que está na altura de “eliminar as diferenças entre bons e maus soldados, entre veteranos de nome e veteranos anónimos, entre recordados e esquecidos”.
Um antigo combatente não pode ser tratado de “colonialista”, “fascistas” ou “revolucionários”, mas simplesmente “soldado português”, pediu hoje o presidente da Comissão das Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades.
"PÚBLICO"


Tribunal da UE condena Portugal por má gestão das pedreiras de Lourosa
O Tribunal de Justiça da União Europeia (UE) condenou, esta quinta-feira, Portugal por não ter adoptado «as medidas necessárias na gestão de resíduos» que eram depositados ilegalmente nas antigas pedreiras dos Limas e dos Linos, na freguesia da Lourosa.
"A BOLA"

Sócrates vaiado em Faro
O primeiro-ministro, José Sócrates, foi esta manhã vaiado por dezenas de pessoas em Faro no momento em que chegou para participar nas comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, pouco depois das 10h00.
"CORREIO DA MANHÃ"

QUERIDA LEITORA OU LEITOR

LEITORA OU LEITOR DO CORAÇÃO............................................................................................................. DA PEIDA

Obrigado por nos visitarem e sabemos que nos visitam por o afecto que dedicam a cada um dos nossos pensionistas. Sabemos muito bem que "a peida é um regalo..." é um nome chocante, foi por isso que o escolhemos. Sabemos de nomes bonitos que caluniam, o nosso nome chocante não; sabemos de nomes bonitos que são ordinários e grosseiros, o nosso nome chocante não; sabemos de nomes bonitos tendenciosos, o nosso nome chocante não; sabemos de nomes bonitos acagaçados, o nosso nome chocante não; sabemos de nomes bonitos intriguistas e cuscovilheiros, o nosso nome chocante não; sabemos de nomes bonitos e ignorantes, o nosso nome chocante não. E, para si
LEITORA OU LEITOR DO CORAÇÃO................................................................... DA PEIDA,
já pensou que é a/o única/o mamífero QUE SE SENTA SOBRE A PEIDA... se é uma tão grande comodidade porque NÃO HÁ-DE SER UM REGALO? Espreite os outros mamíferos e veja se eles tiram partido da peida como nós.

Acha que era melhor sermos caluniadores, ordinários, grosseiros, tendenciosos, acagaçados, intriguistas e cuscovilheiros do que sermos uma " PEIDA QUE É UM REGALO"?
Então Assuma-nos, Divulgue-nos, nós merecemos essa atitude da sua parte, a vergonha é um mau princípio e não tem de se envergonhar de nós, lembre-se que se não tivesse PEIDA a sua vida não seria um REGALO, além disso preferimos este termo a Cú, Rabo, Sim senhor, Traseiro, Cagueiro, etc., nomes bem mais prosaicos e ridículos.
Envie os seus artigos para apxxdxdocorreio@gmail.com serão publicados na íntegra.
ABJEIAÇOS
Todos os Pensionistas

INTERPRETAÇÃO POLÍTICA


Um pai, um miúdo de 11 anos e um trabalho escolar

- Pai, preciso fazer um trabalho para a escola! Posso fazer-te uma pergunta?
- Claro, meu filho, qual é a pergunta?
- O que é a política, pai?
- Bem, política envolve: Povo; Governo; Poder econômico; Classe trabalhadora; Futuro do país...
- Não entendi nada. Dá para explicares melhor?
- Bem, vou usar a nossa casa como exemplo:
- Sou eu quem traz dinheiro para casa: então eu sou o poder econômico.
- A tua mãe administra, gasta o dinheiro: então ela é o governo.
- Como nós cuidamos das tuas necessidades, tu és o povo.
- O teu irmãozinho é o Futuro do país e a Zefinha, a nossa criada, é a classe trabalhadora. Entendeste, filho?
- Mais ou menos, pai. Vou pensar.

Naquela noite, acordado pelo choro do irmãozinho, o menino, foi ver o que havia de errado. Descobriu que o irmãozinho tinha sujado a fralda e estava todo emporcalhado. Foi ao quarto dos pais e viu que a mãe estava num sono muito profundo. Foi ao quarto da criada e viu, através da fechadura, o pai na cama com ela. Como os dois nem ouviram o menino a bater à porta, ele voltou para o quarto e adormeceu.

Na manhã seguinte, à hora do café, o miúdo falou com o pai:
- Pai, agora acho que entendi o que é a política.
- Óptimo filho! Então explica- me com palavras tuas.
- Bom, pai, acho que é assim: Enquanto o poder econômico fode a classe trabalhadora, o governo dorme profundamente...

O povo é totalmente ignorado e o futuro do país fica na merda!!!

PATRÃO


A NOVA ALCUNHA DO GOVERNO


A nova alcunha do Governo é 'LATINHA'...

A gente anda pela rua e aponta para as portas fechadas e diz:



LÁ...... TINHA uma loja...


LÁ...... TINHA uma fábrica...


LÁ...... TINHA um armazém...


LÁ...... TINHA trabalhadores...


LÁ...... TINHA um sonho...


LÁ...... TINHA esperança...


LÁ...... TINHA uma escola...


LÁ...... TINHA um serviço de urgência...


LÁ...... TINHA esperança de dias melhores...

10 DE JUNHO

O Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, celebrado a 10 de Junho, é o dia em que se assinala a morte de Luís Vaz de Camões em 1580, e também um feriado nacional de Portugal.

Durante o regime ditatorial do Estado Novo de 1933 até à Revolução dos Cravos de 25 de Abril de 1974, era celebrado como o Dia da Raça: a raça portuguesa ou os portugueses.

Origens

Na sequência dos trabalhos legislativos após a Proclamação da República Portuguesa de 5 de Outubro de 1910, foi publicado um decreto em 12 de Outubro estipulando os feriados nacionais. Alguns feriados foram eliminados, particularmente os religiosos, de modo a diminuir a influência da igreja católica[1] e laicizar a sociedade.

Neste decreto ficaram consignados os feriados de 1 de Janeiro, Dia da Fraternidade Universal; 31 de Janeiro, que evocava a revolução falhada do Porto, e portanto foi consagrado aos mártires da República; 5 de Outubro, Dia dos heróis da República; 1 de Dezembro, o Dia da Autonomia (Restauração da Independência) e o Dia da Bandeira; e 25 de Dezembro, que passou a ser considerado o Dia da Família, tentando também laicizar a festa religiosa do Natal.[1]

O decreto de 12 de Junho dava ainda a possibilidade de os municípios e concelhos escolherem um dia do ano que representasse as suas festas tradicionais e municipais. Lisboa escolheu para feriado municipal o 10 de Junho, em honra de Camões, uma vez que a data é apontada como sendo a da morte do poeta que escreveu Os Lusíadas.[1]

Dia de Camões

Monumento a Luís de Camões em Lisboa

Luís de Camões representava o génio da pátria na sua dimensão mais esplendorosa, significado que os republicanos atribuíam ao 10 de Junho, apesar de nos primeiros anos da república ser um feriado exclusivamente municipal. Com o 10 de Junho, os republicanos de Lisboa tentaram evocar a glória das comemorações camonianas de 1880, uma das primeiras manifestações das massas republicanas em plena monarquia[1].

Dia da Raça e Dia das Comunidades

O 10 de Junho começou a ser particularmente exaltado com o Estado Novo, o regime instituído em Portugal em 1933 sob a direcção de António de Oliveira Salazar. Foi a partir desta época que o dia de Camões passou a ser festejado a nível nacional. A generalização dessas comemorações deveu-se bastante à cobertura dos meios de comunicação social[1].

Durante o Estado Novo, o 10 de Junho continuou sendo o Dia de Camões. O regime apropriou-se de determinados heróis da república, não no sentido laico que os republicanos pretendiam, mas num sentido nacionalista e de comemoração colectiva histórica e propagandística[1].

Até ao 25 de Abril de 1974, o 10 de Junho era conhecido como o Dia de Camões, de Portugal e da Raça, este último epíteto criado por Salazar na inauguração do Estádio Nacional do Jamor em 1944 em memória das vítimas da 1ªGuerra Mundial. A partir de 1963, o 10 de Junho tornou-se numa homenagem às Forças Armadas Portuguesas, numa exaltação da guerra e do poder colonial[1]. Com uma filosofia diferente, a Terceira República converteu-o no Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas em 1978.

WIKIPÉDIA