01/05/2010

GRUPO DE TRABALHO


À porta do Ministério da Educação, na Av. 5 de Outubro, foi encontrado
um recém-nascido abandonado.
O bebé foi limpo e alimentado pelos funcionários que decidiram dar
conhecimento do assunto à Ministra da Educação.
Depois de oito dias, é emitida a seguinte determinação, dirigida do
Secretário de Estado, Valter Lemos:
Forme-se um Grupo de Trabalho para investigar
a) - Se o 'encontrado' é produto doméstico deste Ministério;
b) - Se algum funcionário deste Ministério se encontra com responsabilidades
neste assunto.

Após um mês de investigação, o Grupo de Trabalho, nomeado por Valter
Lemos, conclui:
O 'encontrado' nada tem a ver com este Ministério pelas razões seguintes:
a) - Neste Ministério não se faz nada por prazer nem por amor;
b) - Neste Ministério jamais duas pessoas colaboram intimamente para
fazerem alguma coisa de positivo;
c) - Neste Ministério tudo o que se faz não tem pés nem cabeça;
d) - No arquivo deste Ministério nada consta que tivesse estado
terminado em apenas 9 meses.

enviado por CAMY

1º DE MAIO


O Dia do Trabalhador é celebrado anualmente no dia 1º de Maio em numerosos países do mundo, sendo feriado no Brasil, em Portugal e em outros países.
História

Em "1886", realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago" nos "Estados Unidos da América" Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA . No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.

Três anos mais tarde, a 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.

Em 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outro países. Apesar de até hoje os estadunidenses se negarem a reconhecer essa data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores estadunidenses conseguiu que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.

Dia do Trabalhador em Portugal

1º de Maio na cidade do Porto

Em Portugal, só a partir de Maio de
1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se voltou a comemorar livremente o Primeiro de Maio e este passou a ser feriado. Durante a ditadura do Estado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pela polícia. O Dia Mundial dos Trabalhadores é comemorado por todo o país, sobretudo com manifestações, comícios e festas de carácter reivindicativo, promovidas pela central sindical CGTP-Intersindical (Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical) nas principais cidades de Lisboa e Porto, assim como pela central sindical UGT (União Geral dos Trabalhadores).

WIKIPÉDIA

30/04/2010

ESCORPIÃO

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LUCÍLIO BATISTA ESTÁ APERDOADO



CAMILO LOURENÇO

O PROBLEMA É A DÍVIDA DO ESTADO


Pedro Guerreiro dizia na 6ª feira que "grande parte do problema (português) não está no Estado, mas nos privados. Ao contrário da Grécia". Será mesmo assim? É verdade que a dívida privada está a níveis proibitivos. Aliás, viu-se quando as taxas Euribor encostaram nos 5,25%: dezenas de milhar de famílias...
Pedro Guerreiro dizia na 6ª feira que "grande parte do problema (português) não está no Estado, mas nos privados. Ao contrário da Grécia". Será mesmo assim? É verdade que a dívida privada está a níveis proibitivos. Aliás, viu-se quando as taxas Euribor encostaram nos 5,25%: dezenas de milhar de famílias, até aí solventes, começaram a falhar compromissos com a banca. Com as empresas passou-se algo parecido. Mas os problemas da dívida privada são "peanuts" ao pé dos da dívida do Estado. Porquê? Porque empresas e famílias têm mostrado, nos últimos 36 anos, que quando é preciso aplicam o garrote e… ajustam a despesa. Foi assim nos dois acordos com o FMI (em 1978 e 1983) e foi assim na recessão de 93-94. Já o Estado é insensível às recessões. Pelo contrário, gasta cada vez mais. Os números dizem tudo: o Estado pesava, no início dos anos 80, menos de 30% do PIB; agora pesa quase 50%. Ora é esta tendência irreversível para a engorda (onde o Estado se mete não mais de lá sai) que faz da dívida do Estado o maior problema da economia. É a sua incapacidade para reduzir a despesa (a dívida pública cresce porque os défices são cada vez mais elevados) que está a agravar outro problema estrutural da nossa economia: a perda de competitividade, expressa em défices sistemáticos da balança de pagamentos. Ou seja, é o excesso de dinheiro que o Estado mete na economia, com recurso a dívida, que acentua o fosso entre o que importamos e o que exportamos. Se o problema português fosse a dívida privada, podíamos dormir descansados. Porque as famílias ajustam-se. Já o Estado…
"JORNAL DE NEGÓCIOS" 26/04/10

MARIA JOÃO

DIREITO DE RESPOSTA


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