19/03/2010

ANA SOFIA VARELA

Era uma vez na Grécia




 
enviado por J.V.A.

CAMILO LOURENÇO


Como (efectivamente) cortar despesa pública


Teixeira dos Santos insiste que o PEC é sério no que toca ao corte de despesa pública. O ministro devia deixar-se de fantasias e adoptar medidas que reduzam a despesa de forma sustentada. Porque conter despesa via congelamento de salários e pensões não resolve o problema. É como colocar uma panela de pressão ao lume: mais cedo ou mais tarde temos de abrir a válvula.

Se o ministro quer ser levado a sério pelos mercados e agências de "rating", tem de cortar, de raiz, a fonte de despesa, reduzindo efectivos na Administração Pública. Ora como a lei não permite despedimentos neste sector (além de que nenhum partido quer ficar com o ónus de despedimentos a meio de uma profunda crise económica), bastaria restringir ainda mais a contratação de novos funcionários. Como? Substituindo a regra de "dois por um" (um novo funcionário por cada dois reformados), que tem sido aplicada até agora, por uma regra de "três por um". Coisa que até já foi analisada pelas Finanças...

Esta regra seria complementada com a alteração do vínculo dos funcionários que entrassem a partir de 2010. Estes não teriam direito a emprego para a vida. Esta mudança teria um profundo impacto na despesa, ao contrário da simples contenção de salários. E seria muito bem vista pelos mercados e instituições que nos continuam a "vigiar". É que esses pensam a 4 e 5 anos. Ao contrário do ministro.

P.S. - Durão Barroso devia ser o último a pronunciar-se sobre o PEC (que qualificou de "credível, ambicioso e exequível"). Por ser português e, sobretudo, por ter admitido que não conhece o PEC em detalhe.
camilolourenco@gmail.com

ROMY SCHNEIDER






















CADEIA ALEMÃ DE DISCOUNT

Do melhor!!!!!

Numa ilha maravilhosa e deserta no meio do imenso oceano, após um terrível naufrágio, encontram-se as seguintes pessoas:
- dois italianos e uma italiana;
- dois franceses e uma francesa;

- dois alemães e uma alemã;
- dois gregos e uma grega;
- dois ingleses e uma inglesa;

- dois búlgaros e uma búlgara;

- dois japoneses e uma japonesa;
- dois chineses e uma chinesa;
- dois americanos e uma americana
- dois irlandeses e uma irlandesa;

- dois portugueses e uma portuguesa


Passado um mês, nesta ilha absolutamente paradisíaca, no meio do nada, a situação era a seguinte:

- Um dos
italianos matou o outro por causa da italiana;
- Os dois franceses e a francesa vivem felizes juntos num ménage-a-trois;
- Os dois alemães marcaram um horário rigoroso de visitas alternadas à alemã;
- Os dois gregos dormem um com o outro e a grega limpa e cozinha para eles;

- Os dois ingleses aguardam que alguém os apresente à inglesa;

- Os dois búlgaros olharam longamente para o oceano, depois olharam longamente para a búlgara e começaram a nadar;
- Os dois japoneses enviaram um fax para Tóquio e aguardam instruções;
- Os dois chineses abriram uma farmácia /bar /restaurante /lavandaria e engravidaram a chinesa para lhes fornecer empregados para a loja.

- Os dois americanos discutem a bolsa e mandam a americana para a BRODWAY

-Os dois irlandeses dividiram a ilha em Norte e Sul e abriram uma destilaria. Não se lembram se o sexo está no programa por ficar tudo um bocado embaciado depois de alguns litros de whisky de coco. Mas estão satisfeitos porque, pelo menos, os ingleses não se estão a divertir...

Quanto aos dois portugueses e a portuguesa que também se encontram na ilha, até agora não se passou nada, porque resolveram constituir uma comissão, encarregada de decidir qual dos dois homens seria autorizado a requerer, por escrito, o estabelecimento de contactos íntimos com a mulher. Acontece que a comissão já vai na 17ª reunião e até agora ainda nada se decidiu até porque falta ainda aprovar as actas das 5 últimas reuniões, sem o que o processo não poderá andar para a frente. Vale ainda a pena referir que, de todas as reuniões, 3 foram dedicadas a eleger o presidente da comissão e respectivo assessor, 4 ficaram sem efeito dado ter-se chegado a conclusão que tinham sido violados alguns princípios do código de procedimento administrativo, 8 foram dedicadas a discutir e elaborar o regulamento de funcionamento da comissão e 2 foram dedicadas a aprovar esse mesmo regulamento. É ainda notável que muitas das reuniões não puderam ser realizadas ou concluídas, já que duas não continuaram por falta de quórum, uma ficou a meio em sinal de protesto pelo agravamento das condições de vida e 5 coincidiram com feriados ou dias de ponte...

SABER VENDER