Cansados de blogs bem comportados feitos por gente simples, amante da natureza e blá,blá,blá, decidimos parir este blog do non sense.Excluíremos sempre a grosseria e a calúnia, o calão a preceito, o picante serão ingredientes da criatividade. O resto... é um regalo
28/02/2016
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Jill Farrant
Como podemos fazer
plantações sobreviverem
sem água
À medida que a população mundial aumenta e os efeitos da mudança climática se tornam mais evidentes, temos de alimentar um número cada vez maior de pessoas utilizando menos terras cultiváveis. A bióloga molecular Jill Farrant estuda um fenômeno raro que pode ajudar: "plantas de ressurreição", plantas super-resilientes que parecem voltar do mundo dos mortos. Seriam elas uma promessa para o cultivo de alimentos em um mundo futuro cada vez mais quente e seco?
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BAN KI-MOON
para a humanidade
Mais pessoas precisam desesperadamente de
ajuda humanitária atualmente do que em qualquer outro momento desde a
fundação da Organização das Nações Unidas. Mais partes em conflito
violam descaradamente o Direito Internacional Humanitário. Mais recursos
do que nunca são necessários para responder ao aumento exponencial das
necessidades humanitárias. E no entanto enfrentamos a maior escassez de
financiamento de sempre.
Por estas e
outras razões, decidi convocar a primeira Cimeira Humanitária Mundial, a
23 e 24 de maio, em Istambul (Turquia). Lanço um apelo aos líderes
globais e organizações internacionais, entre outros, para que se
comprometam a fazer mais e melhor pelos mais necessitados. Não há tempo a
perder.
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As alterações climáticas estão
a afetar as vidas e os meios de subsistência por todo este frágil
planeta. Os conflitos brutais e aparentemente insolúveis, o extremismo
violento, o crime transnacional e o crescimento das desigualdades estão a
devastar as vidas de milhões de homens, mulheres e crianças e a
desestabilizar regiões inteiras. Mais pessoas do que em qualquer outro
momento, desde a Segunda Guerra Mundial, têm sido forçadas a fugir das
suas casas.
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Em todo o mundo, mais de
125 milhões de pessoas precisam de ajuda humanitária. Se vivessem todas
num único país, seriam a 11.ª maior nação na Terra e uma das nações com
um crescimento populacional mais rápido.
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Os
complexos desafios da atualidade ultrapassam fronteiras. Nenhum país ou
organização pode enfrentá-los sozinho. Precisamos de restaurar a
confiança na habilidade das nossas instituições nacionais, regionais e
internacionais para enfrentar estes desafios. Um sentido de humanidade
partilhada deve moldar as nossas políticas e conduzir as nossas decisões
financeiras. Em antecipação à cimeira, defini uma agenda para a
humanidade enquanto enquadra-mento para a ação, a mudança e a prestação
de contas mútua. Esta agenda define cinco responsabilidades principais.
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Primeira:
os líderes devem intensificar os esforços para a identificação de
soluções políticas que previnam e ponham fim aos conflitos. Os enormes
custos a nível humano e económico fazem dos conflitos o maior obstáculo
para o desenvolvimento humano. Devemos passar do modo de gestão para o
da prevenção de crises.
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Segunda: os
países devem respeitar as normas que protegem a humanidade. Tal
significa respeitar o Direito Internacional Humanitário e a legislação
referente aos direitos humanos e acabar com o bombardeamento de civis e
das áreas em que se encontram. Tal significa também comprometerem-se com
os sistemas de justiça nacional e internacional e porem fim à
impunidade.
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Terceira: não devemos
deixar ninguém para trás - e devemos ajudar em primeiro lugar aqueles
que estão mais marginalizados. Isto significa transformar as vidas dos
mais vulneráveis, incluindo aqueles que vivem em zonas de conflito e na
pobreza crónica, e aqueles que vivem sob o risco de catástrofes naturais
e do aumento do nível médio do mar. Devemos reduzir o deslocamento
forçado, proporcionar oportunidades de migração mais regulares e legais,
capacitar as mulheres e as meninas e garantir uma educação de qualidade
para todos. Não podemos alcançar os objetivos de desenvolvimento
sustentável a que chegaram a acordo os líderes mundiais, no passado mês
de setembro, se não ajudarmos essas pessoas.
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A
quarta e principal responsabilidade é passar da prestação de ajuda para
uma fase de erradicação dessa necessidade. Temos de acabar com o fosso
entre ajuda humanitária e desenvolvimento de uma vez por todas. Devemos
antecipar as crises em vez de esperar que elas aconteçam. Devemos
fortalecer a liderança e a capacidade locais, reduzir a vulnerabilidade e
aumentar a resiliência das pessoas e das comunidades, que serão sempre
as primeiras e últimas a responder às crises.
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Quinta:
devemos encontrar formas inteligentes e inovadoras de mobilização de
fundos, o que vai exigir diversificar e alargar a base de recursos, e
utilizar uma ampla variedade de meios de financiamento. Propus criar uma
nova plataforma de financiamento internacional com o Banco Mundial, de
modo a identificar mecanismos que permitam financiar respostas às crises
prolongadas.
A agenda para a humanidade fornece ações-chave e mudanças estratégicas de que o mundo carece para reduzir as necessidades humanitárias e contribuir para alcançar os objetivos de desenvolvimento sustentável. Apelo aos líderes mundiais para que participem na Cimeira Humanitária Mundial e se comprometam com a promoção do progresso humano sustentável e com uma vida digna e em segurança para todos.
* Secretário-geral da ONU
IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
26/02/16
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Acção contra a Desertificação
FONTE:ONU BRASIL
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FAO
Acção contra a Desertificação
Durante a próxima década, 50 milhões de pessoas podem ser deslocadas
pela desertificação – resultado das mudanças climáticas e do esgotamento
dos recursos naturais. A “Ação contra a Desertificação”, uma iniciativa
do Grupo de Estados da África, Caribe e Pacífico (ACP), é implementado
pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura
(FAO), com a contribuição financeira da União Europeia.
O objetivo é restaurar a produtividade das florestas e paisagens degradadas e melhorar a capacidade de resiliência das pessoas às mudanças climáticas em 6 países da chamada “Grande Muralha Verde” da África, bem como no Haiti (Caribe) e nas Ilhas Fiji (Pacífico).
O objetivo é restaurar a produtividade das florestas e paisagens degradadas e melhorar a capacidade de resiliência das pessoas às mudanças climáticas em 6 países da chamada “Grande Muralha Verde” da África, bem como no Haiti (Caribe) e nas Ilhas Fiji (Pacífico).
FONTE:ONU BRASIL
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Que opções escolher para obter um pouco mais de velocidade?
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ESTE MÊS NA
"PCGUIA"
"PCGUIA"
Pequeno manual para o CCleaner
O CCleaner é um dos nossos programas favoritos para limpar a
quantidade de ficheiros inúteis que vão enchendo os discos rígidos à
medida que vamos usando o computador e que o vão tornando
progressivamente mais lento.
A grande maioria das pessoas limita-se a activar o programa, a ligar
todas as opções e a clicar em ‘Run Cleaner’. Depois, quando o CCleaner
termina a análise, percebem que o browser perdeu as suas passwords e o
histórico de navegação e que, no limite, alguns programas até deixaram
de trabalhar. Para que o CCleaner não apague mais do que é necessário, o
utilizador tem de saber o que deve ou não ligar. O objectivo deste
artigo é precisamente o de lhe indicar as melhores opções para casos
específicos.
Que opções escolher para obter um pouco mais de velocidade?
Quando executa o CCleaner, preferencialmente como administrador, a
janela do programa abre no separador ‘Windows’ que contém uma lista
cheia de caixas que representam os vários tipos de ficheiros
indesejáveis que quer remover do disco. Cada uma delas pode ser ligada
ou desligada. Algumas estão ligadas por defeito. Se quiser obter um
pouco mais de velocidade no computador, basta clicar no botão ‘Run
Cleaner’. Isto faz com que o CCleaner remova todos os ficheiros dos
tipos que estão pré-seleccionados.
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Se quiser fazer uma limpeza mais a fundo terá de ligar algumas das
caixas que estão a cinzento. As caches do DNS, dos tipos de letra, do
Menu Iniciar e dos atalhos do Ambiente de Trabalho podem ser apagadas
sem qualquer receio de deixar a máquina inoperacional. Esta limpeza mais
profunda vai libertar muito mais espaço no disco que a limpeza básica e
pode dar à sua máquina um novo fôlego.
O botão ‘Analyze’ é seu amigo!
Se ligar tudo e pôr o programa funcionar é uma opção em máquinas
antigas, em computadores novos pode ser demais e fazer mais mal que bem.
Ao marcar todas as caixas e colocar o programa a funcionar poderá
perder os dados das cópias de segurança, passwords e outras
configurações, mas o espaço disponível em disco não vai crescer por aí
além. Para evitar que isto aconteça clique primeiro no botão ‘Analyse’
para que o CCleaner procure os ficheiros e configurações desnecessários
no seu disco e no final mostrar-lhe uma lista que o informa acerca do
espaço que cada coisa ocupa.
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Se clicar com o botão direito do rato em cima de um qualquer dos
elementos da lista vai aparecer um menu de contexto que lhe permite ver
informação detalhada acerca desse elemento através da opção ‘View
detailed results’. Este menu de contexto também lhe permite eliminar
objectos individualmente sem ter de remover todos os elementos da mesma
classe.
Amplie o CCleaner
O separador ‘Applications’ reúne informações sobre o lixo que
aplicações como o Flash Player ou os browsers de Internet vão guardando
ao longo do tempo. Estes ficheiros podem ser apagados sem problemas. Os
utilizadores do CCleaner criaram um plugin gratuito, chamado CCEnhancer,
que permite reconhecer e limpar mais tipos de ficheiros indesejados
como os da cache do Skype ou os instaladores do Chrome.
A última versão do CCEnhancer acrescenta um conjunto de opções mais
vasto que aparecem consoante os programas que tem instalados no seu
computador. Isto quer dizer que se, por exemplo, não usar o Skype, as
opções relativas a este programa permanecem “escondidas”. O CCEnhancer é
um programa ‘portátil’, ou seja, não necessita de ser instalado. Quando
o usar, clique em ‘Download latest’ para actualizar a lista de
programas reconhecidos. Quando activar o CCLeaner da próxima vez, o
separador ‘Applications’ vai ter novas opções que estarão assinaladas
com um asterisco. Nenhuma destas novas opções vai estar marcada por
defeito, por isso terá de as activar manualmente se as quiser usar.
Proteja os dados de login
Por defeito, o CCleaner apaga todas as cookies dos sites de Internet que
vai visitando, mas se usar sites com autenticação pode querer
mantê-las. Para adicionar uma cookie à “lista de salvamento”, clique em
‘Options’ e depois em ‘Cookies’. Insira o nome do site do qual quer
manter a cookie na zona ‘Cookies to keep’, que está à direita. Tenha
também o cuidado de verificar as opções ligadas pelo CCEnhancer, porque
muitas servem para apagar informação criada pelos browsers, incluindo as
cookies.
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A ferramenta ‘Analyze’ apenas funciona com as opções de série do
CCleaner e ignora as adicionadas pelo CCEnhancer por isso leia duas
vezes as opções que marcou para serem apagadas.
Não deixe arrancar o CCleaner com o Windows
É desnecessário ter o CCleaner constantemente a monitorizar o seu
computador em segundo plano, pois isto reduz o desempenho da máquina.
Supostamente, esta opção apenas funciona na versão paga do programa, mas
parece que também é possível activá-la na versão gratuita. Para a
desligar, clique em ‘Options’, ‘Monitoring’ e depois desmarque ‘Enable
system monitoring’. Remova também o CCleaner da lista de programas que
são executados cada vez que o Windows arranca. Pode usar a ferramenta
Autoruns
E o adware?
O CCleaner não consegue detectar e remover adware. Para tal existe o AdwCleaner.
Este programa é muito fácil de usar: basta descarregá-lo, executá-lo,
clicar em ‘Scan’ e esperar. Quando acabar, clique nos separadores para
ver os ficheiros de adware que estão no seu computador. Não desmarque
nenhum. Clique no botão ‘Cleaning’ para os remover a todos. No final,
reinicie a máquina.
* Uma grande ajuda este manual.
ENDEREÇOS:
1- DOWNLOAD DO CCLEANER - https://singularlabs.com/software/ccenhancer/download-ccenhancer/
2- DOWNLOAD DO ADWCLEANER - https://toolslib.net/downloads/viewdownload/1-adwcleaner/
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ESTA SEMANA NA
"SÁBADO"
"SÁBADO"
É incrível, mas a Amnistia
também tem boas notícias
Libertações de detidos sem acusação ou com acusações forjadas, novas leis de informação e fim da pena de morte em quatro países. O relatório anual da ONG não é só uma lista de desgraças: há mesmo casos de sucesso na luta pelos direitos humanos em todo o mundo
O secretário-geral da Amnistia Internacional, Salil Shetty, lança o
alerta no Relatório Anual para 2015 a 2016, publicado nesta
quarta-feira, 24: "Não são só os nossos direitos que estão sob ameaça,
mas também as leis e o sistema que os protegem." Mas 2015 foi um ano de
alguns triunfos na luta pelos direitos humanos. Um dos mais importantes
aconteceu em Dezembro, quando a Assembleia-Geral da ONU, com o apoio de
mais de 190 organizações-não-governamentais, aprovou a Resolução sobre
os Defensores dos Direitos Humanos, que pretende responsabilizar os
Estados e exige a libertação dos presos de consciência.
Em
Janeiro, Madagáscar aboliu a pena de morte para todos os crimes.
Seguiram-se as Ilhas Fiji e o Suriname, sendo que a Mongólia fará o
mesmo em 2016. Na Nigéria, Moses Akatugba, que estava no corredor da
morte, foi perdoado ao fim de quase 10 anos de prisão e tortura por
confessar um crime que diz não ter cometido. No mesmo país, a
subsidiária da Shell chegou a um acordo, de 70,1 milhões de euros, para
indemnizar agricultores e pescadores da região de Bodo, devastada por
dois derramamentos de petróleo. Das primeiras pessoas levadas para
Guantánamo, em 2002, Shaker Aamer foi solto em Outubro, após 13 anos de
detenção sem nunca terem sido formuladas acusações, nem ter sido
julgado. Também na Síria, Egipto e Bahrain foram libertadas pessoas que
estavam presas com base em acusações forjadas de terrorismo.
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Na Índia, foi derrubada a Lei das Tecnologias da Informação, usada para
julgar pessoas por expressarem a sua opinião online. Foi também o
exercício da liberdade de expressão que fez com que o graffiter cubano
Danilo Maldonado Machado tivesse sido preso quase um ano – pintou os
nomes Raúl e Fidel em dois porcos. Em Outubro, saiu em liberdade.
* Água mole em pedra dura...
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ESTA SEMANA NA
"VISÃO"
"VISÃO"
Portugueses compram droga letal online
. no mercado negro da eutanásia
. no mercado negro da eutanásia
Philip Nitschke, o Dr. Morte, confirma: mais de 30 portugueses inscritos na associação que ajuda a encontrar droga letal para a prática do suicídio assistido
É ilegal e não está autorizada para uso humano em Portugal, mas pode
facilmente ser comprada pela internet. A droga, rápida e indolor, mais
utilizada para a prática do suicídio assistido (a mesma que é usada nas
clínicas da Dignitas, na Suíça), já causou quatro mortes em Portugal,
confirmadas pelo Instituto de Medicina Legal.
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Uma investigação da VISÃO,
que faz a capa desta semana quinta-feira nas bancas, apurou que há
inúmeros vendedores que fornecem, por 500 euros, o barbitúrico fatal. O
mercado negro da morte floresce na internet, com procura crescente nos
países onde a legislação proíbe o suicídio assistido.
A VISÃO falou com Philip Nitschke, o médico australiano que difundiu o
uso desta droga para os doentes terminais. O Dr. Morte, como é
conhecido, confirmou o interesse dos portugueses pela substância. Na
Exit, a associação pró-eutanásia que fundou e que ajuda a encontrar os
vendedores fidedignos, estão mais de 30 portugueses inscritos.
Interesse confirmado também por Laura Ferreira dos Santos, fundadora do movimento “Direito a Morrer com Dignidade” e doente oncológica desde 2001.
“Estou entre a espada e a parede. Tenho metástases ósseas e vivo
atormentada com dores permanentes e insuportáveis. Tenho acesso a um
produto letal, sei onde arranjar a droga e equaciono usá-la”, revelou à
VISÃO num testemunho inquietante.
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Nota: Por motivos éticos, e de acordo com as recomendações para prevenção do suicídio,
a VISÃO optou por omitir o nome do medicamento letal e o seu princípio ativo e os endereços
dos sites onde pode ser comprado.
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Leia toda a investigação e saiba mais na edição 1199 da VISÃO, quinta feira, dia 25 de Março, nas bancas.
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* INQUIETANTE, somos a favor da morte assistida mas legal, fica humanizada.
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ESTA SEMANA NO
"SOL"
"SOL"
Procurador recebeu luvas
em conta secreta
Transferências de 300 mil euros para arquivar inquérito ao
vice-Presidente de Angola foram para uma conta que era desconhecida do
Banco de Portugal. Ex-procurador é suspeito de ter mandado apagar o nome
de Manuel Vicente no DCIAP e retirar documentos.
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SEM MEDO |
Orlando Figueira, o ex-procurador indiciado por
corrupção passiva, branqueamento e falsidade informática, recebeu um
total de 300 mil euros numa conta secreta do Banco Privado Atlântico
(BPA), da qual o Banco de Portugal não tinha conhecimento. Uma das
tranches – que tiveram origem numa sociedade da esfera da Sonangol –
chegou no dia exato em que arquivou uma investigação contra Manuel
Vicente, então presidente da petrolífera, que é suspeito de corrupção
ativa.
O antigo magistrado está preso preventivamente desde quinta-feira, no
Estabelecimento Prisional de Évora, por existir perigo de fuga e de
perturbação do inquérito.
O Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) acredita
que o antigo procurador daquele departamento não só arquivou o processo a
pedido do governante angolano – e do advogado que o representa em
Portugal, Paulo Amaral Blanco – como mandou apagar dos autos a
referência ao nome de Manuel Vicente. Em troca, além das transferências,
Figueira passou a receber, a partir de 2012 (quando pediu uma licença
sem vencimento do Ministério Público), uma avença mensal do BCP, de
3.000 euros.
O Ministério Público acredita que Orlando Figueira arquitetou o
arquivamento do inquérito e que, propositadamente, desentranhou
documentos do processo – sem terem ficado lá cópias – e mandou apagar o
nome de Manuel Vicente do processo.
* Queremos destacar o seguinte, no tempo ainda curto da nova PGR, Joana Marques Vidal, os processos andam e não olham a nomes, nas vigências anteriores muitos eram arquivados.
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ESTA SEMANA NO
"EXPRESSO"
"EXPRESSO"
Airbus quer patentear nova forma
de sentar passageiros em aviões
Para maximizar os seus lucros, e
seguindo a recente tendência de fabricantes de aviões e companhias
aéreas de repensar a forma como os passageiros viajam a bordo, a Airbus
apresentou este mês nos EUA uma nova proposta de "assentos de
passageiros reconfiguráveis", que quer patentear e começar a desenvolver
na linha de montagem dos seus aviões.
De acordo com a candidatura apresentada por Sven Taubert e Florian Schmidt — divulgada pelo Gabinete de Patentes dos EUA a 11 de fevereiro — a Airbus quer criar um sistema de bancos que pode sentar entre dois passageiros e uma família inteira, um sistema que a multinacional diz que poderá vir a ser aplicado noutros modos de transporte.
Os bancos passariam a ser compostos por um sistema de cintos ajustáveis e braços removíveis que permitem criar dois assentos para passageiros mais pesados ou até quatro assentos que encaixem dois adultos e duas crianças pequenas.
O "Business Insider" diz que o sistema apresentado pela Airbus pode vir a "revolucionar" a forma como as companhias aéreas vendem passagens de avião, trocando o atual "sistema à la carte", no qual cada passageiro paga um preço fixo por assento, por um novo sistema em que se paga pelo espaço que se ocupa e pelo combustível necessário para transportar cada passageiro.
Desta forma, aponta o site, uma criança pequena deixaria de pagar um bilhete inteiro já que ocuparia menos espaço nos novos assentos, e um passageiro muito obeso pagaria mais caro mas apenas por um bilhete, em vez de ser forçado a reservar dois assentos e a pagar por ambos.
Em sentido oposto, a "Time" fala num "pesadelo" e "em mais uma experiência horrível de viajar de avião". "A flexibilidade destes assentos soa a boa ideia; não há nada de inconveniente ou mau à partida em usar formatos apropriados para certos passageiros", nota a revista. "Mas há um grande senão: continua a ser um assento que não reclina individualmente. Os assentos tradicionais, pelo menos, têm uma divisória que permite evitar mais usurpação de espaço."
* Não esquecer que esta extraordinária revolução é para a classe dos pobres, eufemisticamente "turística".
De acordo com a candidatura apresentada por Sven Taubert e Florian Schmidt — divulgada pelo Gabinete de Patentes dos EUA a 11 de fevereiro — a Airbus quer criar um sistema de bancos que pode sentar entre dois passageiros e uma família inteira, um sistema que a multinacional diz que poderá vir a ser aplicado noutros modos de transporte.
Os bancos passariam a ser compostos por um sistema de cintos ajustáveis e braços removíveis que permitem criar dois assentos para passageiros mais pesados ou até quatro assentos que encaixem dois adultos e duas crianças pequenas.
O "Business Insider" diz que o sistema apresentado pela Airbus pode vir a "revolucionar" a forma como as companhias aéreas vendem passagens de avião, trocando o atual "sistema à la carte", no qual cada passageiro paga um preço fixo por assento, por um novo sistema em que se paga pelo espaço que se ocupa e pelo combustível necessário para transportar cada passageiro.
Desta forma, aponta o site, uma criança pequena deixaria de pagar um bilhete inteiro já que ocuparia menos espaço nos novos assentos, e um passageiro muito obeso pagaria mais caro mas apenas por um bilhete, em vez de ser forçado a reservar dois assentos e a pagar por ambos.
Em sentido oposto, a "Time" fala num "pesadelo" e "em mais uma experiência horrível de viajar de avião". "A flexibilidade destes assentos soa a boa ideia; não há nada de inconveniente ou mau à partida em usar formatos apropriados para certos passageiros", nota a revista. "Mas há um grande senão: continua a ser um assento que não reclina individualmente. Os assentos tradicionais, pelo menos, têm uma divisória que permite evitar mais usurpação de espaço."
* Não esquecer que esta extraordinária revolução é para a classe dos pobres, eufemisticamente "turística".
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ESTA SEMANA NO
"DINHEIRO VIVO"
"DINHEIRO VIVO"
Loqr
Startup portuguesa tem solução
contra as fraudes informáticas
Primeira participante nacional e finalista
em aceleradora South by Southwest, nos EUA, desenvolveu tecnologia única
no Mundo para proteger transações.
A informatização de cada vez mais processos
bancários traz benefícios aos consumidores e às instituições, mas só
até ao momento em que algum pormenor de segurança possa falhar e haja
lugar a fraude – e o fenómeno de roubo de identidade tem escalado
exponencialmente. Ricardo Costa, 37 anos, engenheiro informático da
Universidade do Minho, desenvolveu uma solução que combina vários níveis
de segurança e que está prestes a vender para todo o Mundo, a Loqr.
Nos EUA, as fraudes no sistema financeiro custaram 16 biliões de dólares
(cerca de 14,5 mil milhões de euros) a 13 milhões de vítimas, explica o
fundador da startup Loqr. A participação da empresa portuguesa no South
by Southwest (SXSW), em Austin, nos EUA, tendo sido selecionada entre
48 finalistas para participar numa sessão de pitch no próximo dia 12 de
março que escolherá novamente 18 que passam à fase seguinte, no dia 13, é
uma forma de “conhecer o funcionamento da segurança bancária nos EUA,
validar o produto e encontrar parceiros para fazer demonstração e,
também, para vender o produto nesse mercado “.
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Tudo começou há cerca de ano meio, quando
Ricardo Costa, após ter trabalhado em empresas de segurança informática e
certificação, achou que faltava um produto no mercado. “O que havia era
demasiado complicado ou aborrecido para o utilizador ou não cumpria com
todos os requisitos de segurança que poderíamos ter”, recorda. Chegou à
Startup Braga “apenas com uma ideia que nem nome tinha”, mas foi
selecionado para três meses de aceleração. E a solução desenvolveu-se,
rodeado de cada vez mais colaboradores capazes de fazê-lo – hoje são
sete, a partir de segunda-feira já serão oito.
O que é o Loqr, afinal? Simplificando, é um sistema de segurança que encarrega o seu smartphone de identificar o utilizador e, depois, mediante confirmação de todos os parâmetros exigidos (também à medida do que for definido pelos clientes, que serão os bancos ou instituições financeiras, inicialmente), passará a autenticar todos os procedimentos necessários. Essa certificação inclui desde biometria (leitura de impressões digitais, podendo incluir leitura da temperatura corporal, da pressão do dedo e, até, da própria circulação sanguínea) a reconhecimento facil (e é capaz de distinguir gémeos idênticos, assegura Ricardo Costa), passando por um “algoritmo do próprio telemóvel que é capaz de identificar o utilizador pelo comportamento”. Tudo encriptado, de forma à informação não ser acessível a ninguém – nem ao utilizador, nem à Loqr -, será uma solução “inédita, capaz de garantir a segurança das transações de forma muito mais segura do que os atuais códigos enviados por sms ao utilizador, tokens ou outros sistemas”.
O sistema está a ser validado, em Portugal, no Instituto Politécnico do Porto, junto de 20 mil utilizadores. “Estamos a negociar com dois bancos, em Portugal, para montar a validação do conceito, o que demora algum tempo”, anuncia Ricardo Costa. A Loqr está, também, “prestes a integrar o primeiro revenue-share partner, um parceiro português que está presente em 30 países e que irá integrar o produto no seu portefólio de produtos”, além de estar a “negociar com uma consultora financeira de Londres que trabalha com o mundo todo”, num mercado que valerá 120 biliões de dólares (109 mil milhões de euros) em 2019.
* É um orgulho haver portugueses com tanta inteligência e coragem, mau grado a maioria dos políticos...
O que é o Loqr, afinal? Simplificando, é um sistema de segurança que encarrega o seu smartphone de identificar o utilizador e, depois, mediante confirmação de todos os parâmetros exigidos (também à medida do que for definido pelos clientes, que serão os bancos ou instituições financeiras, inicialmente), passará a autenticar todos os procedimentos necessários. Essa certificação inclui desde biometria (leitura de impressões digitais, podendo incluir leitura da temperatura corporal, da pressão do dedo e, até, da própria circulação sanguínea) a reconhecimento facil (e é capaz de distinguir gémeos idênticos, assegura Ricardo Costa), passando por um “algoritmo do próprio telemóvel que é capaz de identificar o utilizador pelo comportamento”. Tudo encriptado, de forma à informação não ser acessível a ninguém – nem ao utilizador, nem à Loqr -, será uma solução “inédita, capaz de garantir a segurança das transações de forma muito mais segura do que os atuais códigos enviados por sms ao utilizador, tokens ou outros sistemas”.
O sistema está a ser validado, em Portugal, no Instituto Politécnico do Porto, junto de 20 mil utilizadores. “Estamos a negociar com dois bancos, em Portugal, para montar a validação do conceito, o que demora algum tempo”, anuncia Ricardo Costa. A Loqr está, também, “prestes a integrar o primeiro revenue-share partner, um parceiro português que está presente em 30 países e que irá integrar o produto no seu portefólio de produtos”, além de estar a “negociar com uma consultora financeira de Londres que trabalha com o mundo todo”, num mercado que valerá 120 biliões de dólares (109 mil milhões de euros) em 2019.
* É um orgulho haver portugueses com tanta inteligência e coragem, mau grado a maioria dos políticos...
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